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Autores da Canção de Coimbra

 
Augusto Hilário

Como todas as coisas, o Fado/Canção de Coimbra teve distintas fases das quais destacamos as seguintes: até à primeira década de oiro (século XIX e início do século XX); a primeira década de oiro (anos 20); os anos 30; a segunda década de oiro (anos 40 e 50); Trovas e Baladas (anos 60); reconstrução do Fado/Canção de Coimbra (de 1978 até à actualidade), sendo também de referir o período em que praticamente não existiu devido à crise académica de 1969 (1969-1978). Começamos pela primeira fase (até à primeira década de oiro), abordando sucintamente uma figura de entre as muitas que fizeram parte desta época: Augusto Hilário, de cuja síntese biográfica nos ocuparemos na presente edição.

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José Dória

Tendo ficado conhecido como o “médico dos pobres” (1824-1869), foi uma referência do Fado/Canção de Coimbra do século XIX. José Dória já tocaria viola toeira (também conhecida por viola de arame ou por banza) e terá musicado um poema que ainda hoje é cantado, intitulado “Noite Serena”.

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Fernando Rolim

Fernando Rolim, licenciado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, estabeleceu a sua actividade em Setúbal, mas continuou sempre a cantar Coimbra, sendo uma das vozes que celebrizou o tema “Feiticeira”. Gravou agora um novo CD intitulado “Regresso de quem nunca partiu”, lançado em Coimbra a 9 de Novembro, altura em que aproveitámos para entrevistar o Dr. Rolim.

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Lucas Junot

A ‘primeira década de oiro do Fado/Canção de Coimbra’, nos anos vinte do século passado, foi de facto de transição, em que se passa do “lirismo” de Lucas Junot e António Menano para uma “revolução” no Fado/Canção de Coimbra através de dois nomes: Edmundo Bettencourt no canto e Artur Paredes na guitarra. Nesta secção vamos falar de Lucas Junot, um brasileiro que cantou e tocou o Fado/Canção de Coimbra.

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António Menano

Divaldo de Freitas apresenta-nos o seguinte testemunho sobre uma das vozes que enobreceu o Fado/Canção de Coimbra na primeira década de oiro:
"Numa das primeiras noites que pousei em Coimbra, no Bairro Rodrigo de Souza Pinto […], ouvi, alta madrugada, vindos das “Escadinhas do Liceu”, uma voz maviosíssima[…]. Fiquei encantado com o que ouvira. E logo de manhã indaguei o meu vizinho de quarto quem era o cantor “é o inconfundível Dr. António Menano" que continua a ser um ídolo da Academia."

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Artur Paredes

A primeira década de oiro foi de transformação nos temas, na voz e na Guitarra de Coimbra, instrumento que se consagra na virtuosidade de um génio: Artur Paredes, já descendente de uma família de guitarristas a que daria continuidade e atingiria o Olimpo musical o seu filho Carlos Paredes.

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Edmundo Bettencourt

Edmundo Bettencourt estabelece uma profunda mudança no panorama do Fado/Canção de Coimbra em plena primeira década de oiro do Fado/Canção de Coimbra, pois Bettencourt vai buscar temas de vários pontos do país. Disso são exemplo a “Tirana do Faial” ou “Lá vai Serpa, lá vai Moura”, transformando ele na voz e Artur Paredes na Guitarra.

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António Carvalhal

Com a saída de praticamente toda a geração da primeira década de oiro de Coimbra, é verdade que faltava uma nova geração. Essa geração existiu, existiram nomes e grupos de Fado de Coimbra, dos quais alguns se foram destacando já para finais da década e até mesmo entrando nos anos quarenta. Certo é que há nomes que começam a tocar nos anos trinta, como José Maria Amaral, António Carvalhal e muitos mais.

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José Amaral

É ainda durante a década de 30, enquanto estudante de Liceu, que José Amaral começa a aprender os primeiros acordes com Júlio Augusto Sequeira Mendes, tocando na sua primitiva Guitarra toeira de Coimbra, até que surgiu o convite do Dr. António Carvalhal para integrar o seu grupo, do qual fez parte pelo menos até 1945, quando o Dr. Carvalhal foi para a Covilhã.

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