António Rafael Amaro

António Rafael Amaro é Doutorado em História Contemporânea pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC). É actualmente Professor Auxiliar da FEUC onde lecciona desde 2009. É também investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20). Entre 1991 e 2009, foi professor da Universidade Católica Portuguesa, no pólo de Viseu, onde para além de funções docentes foi Director do Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais e Adjunto do Presidente do Centro Regional das Beiras e Director da Revista Gestão e Desenvolvimento.

Publicou vários livros e dezenas de artigos em revistas portuguesas e estrangeiras, com destaque para as seguintes obras: Viseu: Roteiros Republicanos (Edição promovida pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República), Lisboa, Quidnovi, 2010; Economia e Desenvolvimento na Beira Alta: dos finais da monarquia à II Guerra Mundial (1890-1939), Lisboa, Universidade Católica Editora, 2006; A Seara Nova nos anos vinte e trinta (1921-1939): Memória, Cultura e Poder, Viseu, pref. de Fernando Catroga, Universidade Católica Portuguesa, 1995; em colaboração, O C.A.D.C. de Coimbra, a Democracia Cristã e os Inícios do Estado Novo (1905-1934: uma abordagem introdutória a partir dos Estudos Sociaes (1905-1911) Imparcial (1912-1919) e Estudos (1922-1934), 2º ed., revista e aumentada; Lisboa, Colibri, 2000.

Veja aqui a escolha deste Antigo Estudante da FEUC.

O Fio da Navalha



O Fio da Navalha

de William Somerset Maugham

Quando um amigo e colega de combate morre ao tentar salvá-lo, a vida de Larry Darrell muda para sempre. Para o jovem aviador americano, a morte passa então a ter um rosto. O inexorável mistério da morte leva-o a questionar o significado último da frágil condição humana e a embarcar numa obstinada e redentora odisseia espiritual. Ao recusar viver segundo as convenções impostas pela sociedade, para buscar o sentido da vida (que encontrará, certa manhã, algures na Índia), Larry torna-se simultaneamente uma frustração para os que o rodeiam – principalmente para Isabel, a namorada, e Elliott, tio desta, que cultivam acima de tudo a aceitação e o prestígio sociais – e a personificação de um ideal de espiritualidade e não-compromisso.



Um Tratado Sobre os Nossos Actuais Descontentamentos

Um Tratado Sobre os Nossos Actuais Descontentamentos

de Tony Judt

Há algo profundamente errado no modo como pensamos que devemos viver hoje em dia. Durante 30 anos orgulhámo-nos do contrato social que definiu a vida da sociedade do pós-guerra na Europa e na América - a garantia de segurança, estabilidade e justiça. Tudo isto foi perdendo o seu real significado, revestindo agora em muitos aspectos apenas meras formalidades. Questões anteriormente pertinentes, em tempos até do foro do político, sobre a bondade ou a justiça das coisas, deixaram de ser colocadas. Nesta obra, Tony Judt, um dos principais historiadores e pensadores contemporâneos, mostra como chegámos a este momento confuso. Num texto contundente, descreve o que todos temos sentido e remete-nos em simultâneo para a forma de sairmos desta sensação de mal-estar colectivo.

Fonte: www.asa.pt
www.almedina.net

Envie-nos o seu próprio comentário sobre estes ou outros livros, para contacto-redeuc@uc.pt

Veja também quem já está na Rede UC, e divulgue aos seus colegas.