Clara Cruz Santos

Clara Maria Rodrigues da Cruz Silva Santos é actualmente é docente na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (FPCEUC).

Como áreas de interesse destaca Práticas, modelos e metodologias de Serviço Social,Desenvolvimento Comunitário, Metodologias Qualitativas de investigação assim como Concepção e avaliação de projectos de desenvolvimento.

Veja aqui a escolha para o Livro da Semana.



Memórias de Uma Menina Bem Comportada
  

Memórias de Uma Menina Bem Comportada

de Simone de Beauvoir

Um livro que oferece um retrato do crescimento da autora numa família burguesa francesa, rebelando-se como uma adolescente contra as expectativas convencionais da sua classe e lutando por conta própria, com uma ambição intelectual e existencial extremamente rara numa mulher jovem em 1920.



A Casa dos Espíritos
   

A Casa dos Espíritos

de Isabel Allende

Enquanto menina, Clara del Valle pode ler a sorte, mover objectos como se tivessem vida própria, e prever o futuro. Após a misteriosa morte de sua irmã, Rosa a Bela,Clara fica muda durante nove anos. Quebrando o silêncio para anunciar que irá casar-se em breve com o severo proprietário Esteban Trueba.



A Eva Luna


A Eva Luna

de Isabel Allende

Vinte e três contos memoráveis que Isabel Allende escreveu, como sempre, com requintada precisão e um profundo conhecimento da alma humana.

Um fino fio narrativo da unidade em variadas histórias de amor e violência. O tom é sempre contido, quase secreto, em contraste com as ricas imagens, a paisagem exuberante e as extravagantes paixões que determinam o destino das personagens.



Ensaio Sobre a Cegueira


Ensaio Sobre a Cegueira

de José Saramago

O Ensaio Sobre a Cegueira é a fantasia de um autor que faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milénio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: "uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos".

 Fonte: www.wook.pt
www.fnac.pt

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