José Pedro Paiva

José Pedro de Matos Paiva nasceu em Coimbra, a 22 de Novembro de 1960. Matriculou-se na licenciatura de História, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no ano letivo de 1979-80. No ano letivo seguinte transitou para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), na qual, em Julho de 1983, veio a concluir a licenciatura em História. Em Agosto de 1986, foi admitido como assistente estagiário do 5º Grupo (História) da FLUC, tendo-se integrado no Instituto de História e Teoria das Ideias, unidade de docência e investigação na qual, desde essa data, tem desenvolvido a sua carreira de docente universitário. Entre Setembro de 1992 e Setembro de 1995, José Pedro Paiva candidatou-se e viu-lhe atribuída uma bolsa do Ministério dos Negócios Estrangeiros para preparação da dissertação de doutoramento no Instituto Universitário Europeu de Florença (Itália), onde permaneceu três anos. Doutorou-se na especialidade de História Moderna e Contemporânea, em 25 de Julho de 1996, na Universidade de Coimbra, com uma dissertação intitulada "Bruxaria e superstição num país sem caça às bruxas: Portugal 1600-1774".

Atualmente exerce funções de professor associado do 5º Grupo (História) e é desde Maio de 2011 diretor do Arquivo da Universidade de Coimbra.

Veja aqui a escolha deste Antigo Estudante da FLUC.



Para Sempre

Para Sempre

de Vergílio Ferreira 

Paulo é um homem só que aguarda a morte numa imensa introspeção onde os tempos múltiplos da vida são revistos com mágoa. Na fase final da sua vida recorda Sandra, a mulher que amou e que morrera de cancro. Recorda Xana, a filha que foi morrendo no abismo da droga e recorda ainda a mãe que morrera na sua infância. Recorda as tias e o padre que o atormentaram com uma religião beata que nunca respondeu aos seus pedidos de misericórdia. Todas estas recordações flutuam no rio estéril da memória… A melancolia de um tempo que chega ao fim, um tempo que pareceu eterno nas promessas de que é feita a vida, mas que desemboca inexoravelmente na solidão, no pessimismo e na visão negra da vida.



Que cavalos são esses que fazem sombra no mar

Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar?

de António Lobo Antunes

A ação decorre no Ribatejo, numa quinta onde se criam toiros. A mãe está a morrer e cada um dos filhos fala e conta a sua história, que se cruza com a história dos outros. Francisco, que odeia os irmãos, espera apropriar-se de tudo quando a mãe morrer. João, o preferido da mãe, é um pedófilo que engata rapazinhos no Parque Eduardo VII. Beatriz engravidou e teve de casar cedo. Ana, a mais inteligente, drogada e frequentadora dos mais sinistros lugares onde se trafica droga. Há ainda a figura do pai, que vai perdendo no jogo, a fortuna da família, na obsessão de que o número 17 lhe há-de trazer a sorte. E finalmente Mercília, a criada que os criou a todos e que sabe todos os segredos.

Fonte: www.fnac.pt

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