Maria José Goulão
Maria José Goulão é professora em regime de colaboração na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) na Licenciatura de História da Arte, e no Instituto de Investigação Interdisciplinar - Centro de Estudos Sociais (CES). Foi também na FLUC que se Licenciou e se Doutorou em História da Arte. Maria José Goulão é ainda professora auxiliar da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (FBAUP).
Atualmente é investigadora integrada do Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade (CEPESE) e centra a sua investigação na Arte Colonial Ibero-Americana.
Veja aqui a escolha desta Antiga Estudante da FLUC e membro nº 23365 da Rede UC.
![]() | | A Língua Posta A Salvode Elias Canetti A Língua Posta a Salvo é a primeira parte de uma trilogia autobiográfica, publicada entre 1977 e 1985, que conta a vida de um jovem, o filho mais velho de uma família abastada de judeus sefarditas. Desde a infância na Bulgária até às estadias com a família em Inglaterra e na Suíça, o livro oferece uma análise detalhada das primeiras décadas do século XX. | ![]() | | At Homede Bill Bryson Em que consiste de facto a história? Séculos de pessoas no seu quotidiano: a dormir, a comer, a fazer sexo, a tentar ganhar conforto. E onde acontece tudo isso? Em casa. Foi este pensamento que inspirou Bill Bryson a fazer uma viagem pela própria casa, uma velha reitoria em Norfolk, a andar de divisão em divisão a pensar em como tinham início os acontecimentos banais da vida. |
![]() | | Just Kidsde Patti Smith A obra de Patti Smith é um retrato de época dos dias do Chelsea Hotel e de Nova Iorque no fim dos anos 1960. É uma comovente história de juventude e amizade. Just Kids é uma fábula em que encontramos poesia, rock’n’roll, sexo e arte que começa numa história de amor e acaba numa elegia. | | De Re Rusticade H. G. Cancela Ele é médico mas não exerce, tem 44 anos. Saiu há pouco da prisão, ainda demasiado presente. Dedica-se a enumerar uma a uma as coisas do mundo, estradas, estações de serviço, restaurantes e quartos vazios. Trata-se de impor um nome ao mundo. Sabe que nunca se vê nada, ver ou não ver dir-se-iam uma função de uma restrição voluntária da perceção. Vê-se obrigado a refazer o mundo com um vocabulário restrito, reparte-se a terra numa quadrícula de uso e de posse. |
Fonte: www.wook.pt
http://bloguecam.wordpress.com - blogue de Carlos Alberto Machado
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