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Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra

Nota Biográfica

Constituído por antigos estudantes da Universidade de Coimbra, o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra foi criado com o intuito de promover e difundir o gosto pela arte musical/coral, fomentar iniciativas de carácter filantrópico, prestando a sua colaboração a instituições de reconhecido interesse humanista/social e, bem assim, fazer reviver os Ideais de Fraternidade, de Tolerância e de Solidariedade que, ao longo de gerações, marcaram, de forma algo peculiar, a Academia de Coimbra.

Apresentou-se pela primeira vez em Dezembro de 1980, por ocasião das comemorações do centenário do Orfeon Académico de Coimbra – onde o Coro foi buscar as suas raízes institucionais – e, desde então, realizou várias centenas de concertos em Portugal e no estrangeiro, tendo percorrido numerosos Países em praticamente todos os Continentes (Europa, Américas – do Norte e do Sul –, África e Oriente). Destacam-se, pela sua importância institucional, os concertos nas Sedes de Organizações Internacionais, nomeadamente, o Parlamento Europeu, o Tribunal das Comunidades Europeias, a Comissão Europeia, a UNESCO e a ONU. Agraciado com o grau de Membro Honorário da Ordem de Mérito por Sua Excelência o Presidente da República Doutor Mário Soares (1996), o Coro possui ainda a Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura (1995), a Medalha de Mérito Cultural da Câmara de Coimbra (2000), a Medalha de Mérito Honorifica da Universidade de Coimbra (2007), a Medalha de Prata (1987) e a Taça (2005) do Parlamento Europeu. É, ainda, Sócio Correspondente da Academia Pernambucana de Música/Recife (1993) e “Amigo Honorário” da Fundação Bissaya Barreto (1997). Mas um dos troféus de que mais se orgulha é da referência que fez ao Coro Sua Santidade o Papa João Paulo II, quando a ele se dirigiu após uma actuação no Vaticano (1996): “Dos anjos diz-se que cantam no Céu. Nós andamos a ensaiar na Terra para cantar um dia com eles no Céu. Mas um pouco do Céu já se ouve quando vós cantais”.

Com um reportório bastante eclético, que inclui perto de uma centena de temas em múltiplos domínios, mas com um destaque significativo para a música de língua portuguesa – tem dedicado particular atenção à interpretação coral da “canção de Coimbra”, especialmente adaptada para coro. Este facto, aliado à qualidade coral, tem valido a conquista de vários prémios em competições internacionais, de onde destacamos os mais recentes: Medalha de Prata no XVI Festival de Música de Natal e Advento em Praga (2006); Taça de Ouro "Pedro, O Grande" no II World Choir Festival de São Petersburgo (2008); e Medalha de Ouro no Festival Internacional de Karpenisi (2009). Ao longo dos anos, o CAO tem realizado ainda inúmeros concertos e colaborações com artistas Nacionais e Internacionais de renome, tais como José Carreras, Simone, Rui Veloso, Luís Represas, Sara Tavares, Nuno Guerreiro, Carlos Guilherme, André Sardet, Vitorino e Janita Salomé, Cristina Branco, Jorge Palma e Ivan Lins.

Nos concertos, à actuação coral segue-se, habitualmente, a do seu Grupo de Guitarras de Coimbra - que acompanha, por vezes, o próprio Coro, daí se retirando um efeito verdadeiramente único – dando, assim, a conhecer uma faceta deveras significativa da nossa Música.

Desde a sua fundação, o CAO tem gravado diversos álbuns, a solo ou em colaboração com outras entidades. Além de um LP, em 1985, o Coro gravou um DVD e 4 CD’s: em 1994, um CD de música diversa; em 1995, o segundo, de composições de Adriano Correia de Oliveira, José Afonso e José Niza, com acompanhamento da London Philharmonic Orchestra e arranjos orquestrais e corais dos maestros José Calvário e Augusto Mesquita; em 1998, um outro (“Alleluya”), de Música Sacra de diferentes épocas e origens; ao vivo, em 2001, o concerto com que o Coro encerrou as comemorações dos seus 20 Anos, no Centro Cultural de Belém, acompanhado pela Orquestra do Norte; em 2005, o DVD “O Barbeiro de Sevilha”, em nova colaboração com a Orquestra do Norte, com o Teatro São Carlos e encenação de Carlos Avillez; em 2008, o “Cantar Coimbra 2”, em parceria com a Orquestra Clássica de Coimbra. Ainda em 2008, o CD “100 Anos de Fado de Coimbra”, por parte do Grupo de Fados do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, com parte da receita a reverter para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.

É dirigido, desde 2003, pelo maestro Virgílio Caseiro, Comendador da Ordem de Santiago de Espada pelo seu mérito artístico e pedagógico.

 

Repertório e Locais de Actuação

(Recolhas efectuadas por Daniel Campos)
 
Repertório
Locais de Actuação em Portugal
Locais de Actuação no Estrangeiro
[Ficheiros disponíveis em formato PDF]