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Descrição da Universidade de Coimbra

A história da Universidade de Coimbra, a mais antiga de Portugal e uma das mais antigas do mundo, remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação, dado que a Universidade portuguesa foi criado no século XIII, em 1290.

Foi neste ano que, a 1 de Março, foi assinado por D. Dinis o documento Scientiae thesaurus mirabilis, que institui a própria Universidade e pede ao Papa a confirmação. A bula De statu regni Portugaliae do Papa Nicolau IV, datada de 9 de Agosto, reconheceu o Estudo Geral.

Até 1537, ano em que se estabeleceu definitivamente em Coimbra, a Universidade esteve sedeada ora em Lisboa, ora em Coimbra. Os seus primeiros estatutos foram recebidos nesta última cidade, no ano de 1309, com o nome Charta magna privilegiorium.

Já no reinado de D. José I, que manifestava um grande interesse pelas ciências da natureza e pelas ciências do rigor, a Universidade sofreu uma profunda alteração, com os chamados Estatutos Pombalinos, de 1772, os quais marcam o início da Reforma.

Em 1836 dá-se a fusão da Faculdade de Cânones e de Leis na Faculdade de Direito e, em 1911, é criada a Faculdade de Letras, que herdou as instalações da extinta Faculdade de Teologia, ao passo que as Faculdades de Matemática e de Filosofia (criadas na Reforma Pombalina) eram convertidas na Faculdade de Ciências.

Com o 25 de Abril de 1974 inicia-se um novo período da vida universitária, que foi alvo de várias reformas para acompanhar a nova dinâmica política. Em 1989 são publicados os Estatutos que se encontram actualmente em vigor, com algumas pequenas adaptações, e que consagram a democraticidade da generalidade dos órgãos colegiais de gestão da Universidade e das suas Faculdades.

Na actualidade, a Universidade de Coimbra constitui uma estrutura complexa que engloba e participa em centenas de organismos com intervenção em domínios que vão da investigação ao empreendedorismo, passando pelo fomento da cultura e pela a acção social, entre vários outros.

No centro da sua actividade continuam a estar a docência e a investigação, com uma oferta alargada de ensino de reconhecida qualidade, distribuída por oito Faculdades: Letras, Direito, Medicina, Ciências e Tecnologia, Farmácia, Economia, Psicologia e Ciências da Educação, Ciências do Desporto e Educação Física; pelo Instituto de Investigação Interdisciplinar, Colégio das Artes, Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde e Tribunal Universitário Judicial e Europeu.

No entanto, as áreas de intervenção da Universidade são muito mais vastas, incluindo vários museus, um observatório astronómico, uma imprensa, um jardim botânico, várias dezenas de unidades de investigação (incluindo o Instituto de Investigação Interdisciplinar) e de ensino e dezenas de bibliotecas e centros de documentação, para além de estruturas tão diversas e relevantes como o Teatro Académico de Gil Vicente ou o Estádio Universitário.

No campo da inovação e da transferência de saberes, destacam-se os mais de mil contratos em curso, de investigação científica e de prestação de serviços especializados, bem como a classificação de “excelente” atribuída pela Fundação para a Ciência e Tecnologia a mais de uma dezena de unidades de investigação da Universidade.

No tocante à área pedagógica, são de sublinhar a criação de um modelo de certificação da qualidade pedagógica de cursos e a implementação do projecto Campus Virtual, entre outras iniciativas.

Esta universidade constitui um verdadeiro ícone da cultura de Portugal no mundo e prossegue, em diversas frentes, esforços de melhoria constante que lhe permitem continuar a afirmar a qualidade do trabalho de investigação, ensino e intervenção activa no desenvolvimento do tecido empresarial e de actividades de conhecimento intensivo em Portugal, em ligação com organizações multinacionais e internacionais pioneiras no avanço da ciência e do conhecimento.

Campus Universitário

A Universidade está distribuída por três pólos. Na Alta coimbrã, situa-se o Pólo I, centro histórico da Universidade, que conta com o edifício da Reitoria, da Administração, as Faculdades de Direito, Letras, Farmácia, Medicina, Psicologia e Ciências da Educação, a Biblioteca Geral, o Arquivo, o Jardim Botânico. Ainda neste pólo, encontram-se também vários departamentos da Faculdade de Ciências e Tecnologia (Antropologia, Arquitectura, Bioquímica, Botânica, Ciências da Terra, Física, Matemática, Química e Zoologia), museus, colégios, cantinas, residências, etc.

No Pólo II, junto da margem direita do rio Mondego, no Pinhal de Marrocos, localizam-se os departamentos de Engenharia da Faculdade de Ciências e Tecnologia (Engenharia Civil, Engenharia Electrotécnica e de Computadores, Engenharia Informática, Engenharia Mecânica, Engenharia Química), o Instituto de Investigação Interdisciplinar, e outras unidades de investigação.

No Pólo III situam-se os Hospitais da Universidade e o Campus das Ciências da Saúde, os novos edifícios das Faculdades de Medicina e de Farmácia, o Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde, uma residência universitária, uma cantina, bem como uma série de outros centros e unidades de investigação e outros recursos úteis à vida quotidiana dos estudantes.

A esses três pólos juntam-se ainda a Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, na margem esquerda do rio Mondego, ocupando o Pavilhão III do Estádio Universitário, e a Faculdade de Economia, na parte alta da cidade, a funcionar na Casa dos Limas.

Pólos da UC
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