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Departamento de Arquitectura

Apresentação


Departamento de Arquitetura

O Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (DARQ) é uma escola criada  em 1988, com créditos já firmados no panorama nacional e internacional do ensino, da prática e da investigação em Arquitetura.

Tendo licenciado os seus primeiros estudantes em 1994, formou até hoje cerca de sete centenas de arquitetos que se encontram a trabalhar nos contextos mais diversos em todo o país e no estrangeiro. Em 1999 doutorou pela primeira vez docentes seus, criando e pondo em funcionamento, quatro anos depois, um programa integrado de estudos avançados (ea|ATM), o qual neste momento se encontra suspenso para reformulação. Teve associado um centro de investigação (CEARQ) que entretanto encerrou dando lugar ao Núcleo de Estudos de Arquitetura e Urbanismo do Centro de Estudos Sociais. Tem um serviço editorial próprio (e|DARQ) com uma série de linhas e projetos editoriais. Conta com um núcleo de estudantes autónomo (NUDA), o qual, entre múltiplas iniciativas de interesse, edita com regularidade a revista NU.

Essas valências resultam do desenvolvimento de um quase quotidiano de actividades extra-curriculares diversificadas que têm revelado um DARQ interessado e interveniente na cidade e na Universidade onde se insere e às quais orgulhosamente pertence, mas também em âmbitos territoriais e académicos mais vastos.

Entre as demais escolas públicas de Arquitetura, o DARQ distingue-se pela sua dimensão moderada da ordem dos 500 alunos e 40 docentes a qual pretende manter. Como não poderia deixar de ser, o plano de estudos da sua licenciatura assenta na aprendizagem da Arquitetura centrada nos ateliers de Projeto, mas entendendo-a como campo de produção cultural no qual confluem disciplinas de carácter científico, tecnológico e humanístico da mais variada ordem.

O DARQ aposta cada vez mais no aprofundamento da qualidade e da actualidade teórica, tecnológica e cultural da formação dos seus futuros arquitetos, docentes e investigadores, sem cedências a um nivelamento por baixo a pretexto da uniformização de critérios europeus.

Colégio das Artes

O Colégio das Artes foi construído a partir de 1568 como parte integrante do conjunto jesuítico da Alta de Coimbra, a par do vizinho Colégio de Jesus. O novo complexo, de grandes dimensões, pretendeu estabelecer a influência da Companhia sobre a Universidade situando-se no ponto mais alto da colina universitária.

O Colégio das Artes, dotado de igreja própria e sala de actos, hoje desaparecidas, albergava aulas para o ensino das Artes, preparatório dos estudos maiores das Faculdades.

Após a Reforma Pombalina da Universidade passou a Real Colégio dos Nobres das Províncias. Albergou ainda o Liceu de Coimbra antes de ser incluído na estrutura dos hospitais da Universidade em 1853.

Em 1885 foi alvo de um projeto de remodelação e adaptação à nova função hospitalar, realizado pelo Prof. Costa Simões, que pensou subdividi-lo em seis unidades pavilhonares. Seria parcialmente concretizado alguns anos mais tarde, em versão compacta, conferindo ao edifício a sua configuração actual.