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Série B



Vítor Murtinho


 Perspectivas: O Espelho Maior ou o Espaço do Espanto Vitor Murtinho, 160 pp, 2000

"Sobre o entrelaçamento da pintura e do real na busca dum método que traduza no plano a representação do espaço".

COD. EB1 €14.00



Paulo Providência



A Cabana do Higienista Paulo Providência, 190 pp, 2000

"A projeção do Hospital Moderno nasce do interesse e necessidade de reconversão das estruturas hospitalares de misericórdia em verdadeiras "máquinas de curar".



COD. EB2 €14.00



José Fernando Gonçalves



Ser ou Não Ser Moderno José Fernando Gonçalves, 167 pp, 2002

"Na transição do século XIX para o XX (...) podemos encontrar um campo de trabalho ideal para o estudo do «fazer» português, dado o desfasamento existente entre o desenvolvimento do país e o resto da Europa".

COD. EB4 €14.00



Nuno Grande



O Verdadeiro Mapa do Universo Nuno Grande, 190 pp, 2002

"Quando, hoje, já não é possível, nem desejável, reclamar por um único paradigma que estruture o espaço que nos envolve, a cidade portuguesa volta a ser um excelente campo de investigação e experimentação da análise e do projeto urbano".

COD. EB3 €14.00



Jorge Figueira



Escola do Porto: Um Mapa Crítico Jorge Figueira, 147 pp, 2002

A Escola do Porto enquanto referência de um modo de fazer, a que está associado um modo de pensar poucas vezes exposto, é o epicentro da cultura arquitetónica das últimas quatro décadas.

COD. EB5 €14.00



Rui Lobo
Santa Cruz e a Rua da Sofia Rui Lobo, 238 pp, 2005 “A Rua da Sofia, aberta segundo o modelo parisiense da Rue de Sorbonne, iria servir de suporte aos colégios que as diversas ordens religiosas deveriam erguer em Coimbra, na sequência do estabelecimento definitivo da Universidade na cidade, em 1537”.COD. EB6 €14.00



António Bettencourt



Apontamentos sobre a prática construtiva com o ferro nos séculos XVIII e XIX António Bettencourt,154 pp, 2007

A importância do conjunto de edificações de ferro e vidro não poderá ser reduzida à procura de soluções para problemas de estática à novidade dos processos de prefabricação e, tão pouco, aos avanços tecnológicos, pois também reside no desencadear de novos procedimentos projetuais tendo em vista a necessidade de estabelecer entre os meios técnicos e os fins representativos uma relação unívoca, como atestam os numerosos desenhos de execução, quer ao nível da aferição do espaço e da forma, quer da definição construtiva.

COD. EB7 €14.00



Gonçalo Canto Moniz



Arquitectura e Instrução: o Projecto do Liceu Moderno, 1836-1936 Gonçalo Canto Moniz, 253 pp, 2007

Os equipamentos liceais traçam um dos múltiplos percursos da arquitetura portuguesa, na transição do século XIX para o século XX, sendo a construção de um programa para o liceu moderno, um processo paralelo ao da construção da própria modernidade. Os liceus são, assim, portadores de uma cultura racionalista moderna, mas também de um carácter clássico, desenvolvendo uma arquitetura moderna sem vanguarda que faz a ponte entre as Belas-Artes e o Movimento Moderno.

COD. EB8 €14.00



Nelson Mota



A Arquitectura do Quotidiano. Público e Privado no Espaço Doméstico da Burguesia Portuense no Final do Século XIX Nelson Mota, 250 pp, 2010

“Prefácio a uma narrativa sobre a continuidade” Prefácio de Alexandre Alves Costa

Ao longo do século XIX a burguesia afirmou-se como grupo social dominante. Primeiro começou por emular os hábitos da aristocracia, mas ao longo do século foi ganhando uma consciência de classe que se revelou, por exemplo, no aparecimento da família como referência moral. Com a idealização da família surgiu também uma crescente atenção à definição das fronteiras entre o lugar onde ela está protegida e aquele onde se expõe. Por outras palavras, começou a definir-se a fronteira entre os domínios do privado e do público.

O espaço doméstico – por definição universo da intimidade familiar – constitui-se como um lugar onde a ansiedade por encontrar limites para esses dois domínios se manifesta de forma intensa. Daí, a possibilidade de o espaço doméstico assumir o papel de metonímia do mundo em que vivemos, consagra-o como um objeto de estudo privilegiado.

Com a arquitetura corrente da cidade do Porto como suporte, este estudo pretende contribuir para esclarecer se existe, como refere Walter Benjamin, um universo ilusório no qual a burguesia oitocentista construía o seu quotidiano separado da realidade, ou se já se percebia a permeabilidade do espaço doméstico à entrada do público, como reparou Beatriz Colomina nas casas dos primeiros Modernos.

COD. EB9 €15.00



Armando Rabaça



Entre o Corpo e a Paisagem: Arquitectura e lugar antes do genius loci

Armando Rabaça, 160p 2011

A necessidade de sistematização de princípios elementares da organização do espaço, especialmente premente na fase inicial da aprendizagem da disciplina, leva-nos a revisitar o inicio da sua história. Nesta se procuram exemplos de como o espaço se organiza a partir de um, dois, ou mais pontos, de como os elementos naturais fornecem referencias aos quais a ação humana responde e com os quais estabelece um sistema referencial a que se pode chamar lugar.

Se o homem pré-histórico inaugura a construção do lugar a partir de um ponto, com Stonehenge entende-se que a ideia de centro implica a definição do seu limite exterior, construído à imagem da terra. Esta mimese adota em Creta o modelo da sua envolvente próxima, estabelecendo-se como continuidade do mundo natural que venera. A realidade micénica reclama para a arquitetura a sua própria autonomia, abrindo caminho para a arquitetura grega. Esta, concebendo-se como parte integrante da paisagem, aceita uma ordem natural comum expressando-a de duas formas: a partir das regras abstratas da proporção, mas ainda através de sistemas compositivos e espaciais que reconhecem a especificidade de cada lugar. Assim se desenvolve como complemento e em continuidade com aquele.

COD EB10
€14.00