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UC.PT

Departamento de Arquitectura

Alice Geirinhas

Maria Alice Geirinhas

  gxalice@gmail.com


Alice Geirinhas (Évora). Vive e trabalha em Lisboa e Coimbra.

Mestrado (2007-2009) em Práticas Artísticas Contemporâneas na Faculdade de Belas Artes do Porto com a dissertação “O sentir sexual da diferença: o legado de Luce Irigaray na nova subjectividade”.

Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra com a tese“Como Eu Sou Assim, Mapeamento Visual na Primeira Pessoa: Documento e Índice”.

Licenciatura (1984-89) Artes Plásticas-Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

Curso de cinema de animação da Fundação Calouste Gulbenkian. Premiada em 1990 no Cinanima, Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho com o prémio Jovem Cineasta Português com o filme de animação, Uma História de Amor.

Foi professora de ilustração na Fundação Calouste Gulbenkian ( 1995-1997) e na escola de arte Ar.Co (2000-2005). Foi programadora e coordenadora da área de formação na Bedeteca de Lisboa (2001-2005). Atualmente é professora convidada de Desenho no curso de Design e Multimédia da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra e frequenta o Doutoramento em Arte Contemporânea do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

A sua primeira exposição individual , A Nossa Necessidade de Consolo É Impossível de Satisfazer, foi realizada na galeria Zé dos Bois, uma associação de jovens artistas e lugar emblemático da geração de 90. Criou nesse ano, juntamente com João Fonte Santa e Pedro Amaral, o colectivo artístico, Sparring Partners e inauguraram o colectivo e o novo espaço da galeria Zé dos Bois com a exposição Low. A título individual, também expôs Alice na Bedeteca de Lisboa (1998), Como Cozer um ovo Em 3 minutos no Circulo de Artes Plásticas de Coimbra, CAPC, ( com João Fonte Santa, 1999), Thieves like us (como Sparring Partners), numa casa particular desabitada, Lisboa, A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2, Galeria Marta Vidal, Porto (2002), A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível Satisfazer #3, Galeria António Henriques, Viseu ( 2003), pthtm yeesp, Galeria MCO, Porto (2007), Ce sex qu’est pas un, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira (2008). De entre as exposições colectivas que integrou destacam-se: Zapping Ecstazy, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996), Anatomias Contemporâneas, Hangar K7, Fundição de Oeiras (1997), X-Rated, Galeria ZDB (antiga loja Olaio), Lisboa (1997), Sparring Partners VX Tone Scientist, CAPC, Coimbra (2001),Falar das Coisas Como Elas São, Salão Olímpico, Porto Coimbra C, CAPC, Coimbra (2003) Re-produtores de Sentido, SESC Rio, Rio de Janeiro, Brasil, (2004) Portugal:30 Artistas Under 40, The Stenersen Museum, Oslo, Noruega (2004), Toxic, o Discurso do Excesso, Hangar K7, Fundição de Oeiras, (2005) Performances, Galeria MCO, Porto, Antimonumento, Galeria António Henriques, Viseu (2007) Tudo o que é sólido dissolve-se no ar, Museu Berardo, Lisboa (2010), A Filosofia do Dinheiro, Museu da Cidade, Lisboa (2010) ambas como Sparring Partners e If I Can’t Dance, I don’t Want to Be Part if Your Revolution, Plataforma Revólver, Lisboa (2010) e Motel Coimbra, Colégio das Artes, Coimbra (2012), e.n.s.q.v.p, Clube Português de Artes e Ideias, Lisboa (2013).

Simultaneamente à apresentação do seu trabalho nestas diversas mostras, Alice Geirinhas desenvolveu outros projetos na área da ilustração e banda desenhada, como comissária e como ilustradora. Dos livros publicados destacam-se: Alice (Bedeteca de Lisboa, 1999) que reúne parte da sua obra gráfica de ilustração editorial, Isto de Estar Vivo de Luiz Pacheco (Contraponto, 2000) e A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer #2 ( Mimesis, 2003).


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