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CEIS20

Modernidade e Cultura de Massas em Portugal

Programa de Estudos


1. Povo e massas

1.1. A era das massas

1.1.1. De «La Liberté guidant le peuple» (Delacroix) a «Il quarto stato» (Pellizza)

1.1.2. Os miseráveis de Victor Hugo

1.1.3. O «século democrático» de Garrett

1.1.4. As massas em rebelião de Gasset

1.1.5. A «multidão voluptuosa» de Fialho

1.2. Construção da modernidade

1.2.1. Modernidade ética

1.2.1.1. Ousadia de saber individual (Kant)

1.2.1.2. A pluralidade da sociedade civil (Hegel)

1.2.1.3. Tenção da modernidade, unidade e conflito

1.3. Dos nacionalismos à globalização, o papel das massas

1.3.1. Nação de homens livres, cultos e proprietários

1.3.2. Nação do folclore

1.3.3. Nação cívica

1.3.4. Nação corporativa



2. A sociedade e as massas entre «uma granja e um banco»

2.1. Entre «A Cidade e as Serras»

2.2. Mobilidades e contrastes

2.2.1. Migração e emigração

2.2.2. Campo-cidade, litoral-interior, ricos-pobres

2.2.3. Terciarização e industrialização

2.3. Traços de união: as comunicações como eixo de modernidades

2.3.1. Caminhos-de-ferro: primeira linha do espaço moderno

2.3.2. Telégrafo: primeiro fio do tempo moderno

2.3.3. Ligações do mercado e da indústria

2.3.4. Do avião ao foguete aeronáutico

2.3.5. O espaço virtual

2.4. Uma cultura de matriz urbana

2.4.1. Analfabetismo: importância epistemológica da questão

2.4.2. «Contador de histórias» ou novo ângulo de visão

2.4.3. A cidade como domínio público culto

2.4.4. Cultura e literacia

2.5. Ganhos da escolarização

2.5.1. Da escola oficial à «mestra de rua»

2.5.2. Letras, autodidatismo, iliteracia

2.5.3. A mulher e os ganhos do feminino

2.5.4. Da mulher leitora à «mulher de letras»

2.5.5. Avanços e recuos da escolaridade

2.5.6. A «aldeia global»



3. Cidade e espaço público

3.1. «Acordar a berros» o público urbano

3.2. A cidade como novidade

3.2.1. Alargamento dos limites: grande espaço mundano

3.2.2. O velho passeio público e as avenidas novas

3.2.3. Cidade «monumental» e «bairros» pobres

3.2.4. Os novos cafés e os quiosques

3.2.5. Das esplanadas ao cinematógrafo

3.2.6. Do gramofone do rés-do-chão à rádio e cinema

3.3. Índices de leitura urbanos

3.3.1. A rua e os transeuntes

3.3.2. Novas classes emergentes

3.3.3. Uma cultura do ler, do ver e do ouvir

3.4. Espetáculos e lazeres urbanos

3.4.1. O cenário mundano

3.4.2. O pão e o circo

3.4.3. Arte e redenção popular

3.5. Desporto e desportos

3.5.1. Do «sportsman» à vedeta

3.5.2. O campo da bola e o estádio

3.5.3. Da coletividade ao clube



4. Civilização do impresso

4.1. O jornal moderno e a história cultural

4.2. A era mediática e a modernização

4.3. Dispositivos de massas

4.3.1. Do jornal de 10 reis aos novos gostos

4.3.2. Noticiário e anúncios

4.3.3. Da manchete jornalística ao pregão do ardina

4.3.4. As sucursais e os «placares do costume»

4.3.5. Máquinas e tiragens

4.4. O jornalismo moderno

4.4.1. Redações e redatores

4.4.2. Reportagem e imagem

4.4.3. Género e linguagem

4.4.4. A invenção do acontecimento

4.5. Do romance cor-de-rosa às coleções populares

4.5.1. Uma «cultura industrial»

4.5.2. A invenção de bolso

4.5.3. Almanaques, cordel

4.5.4. Os «romances à Corrazzi»

4.5.5. Popularização de saberes



5. A elite dos saberes

5.1. Progressos e impasses das ciências

5.2. Promoção e projecção do cientista

5.3. Ciência e sociedade

5.4. Materiais, energias, tecnologias

5.5. Do progresso da civilização à crise do progresso



6. «Homens de letras» e «intelectuais»

6.1. Profissões intelectuais

6.1.1. Terciarização: os serviços, a administração

6.1.2. Novas profissões urbanas e funções intelectuais

6.2. Crise do «publicista» de oitocentos

6.2.1. «Escritor público» do romantismo clássico

6.2.2. «Publicista» da Regeneração

6.2.3. «Setentismo» ou geração vencida

6.2.4. Elite finissecular: Fialho e Bruno

6.2.5. A figura do poeta: Antero e Junqueiro

6.3. Sinais de transgressão

6.3.1. A figura do artista: Bordalo e… Bordalo

6.3.2. Os «intelectuais» face à crise da República

6.3.3. «Intelectualistas» e «anti-intelectualistas»

6.3.4. «L’affaire» República ou o pensamento em crise

6.4. Os intelectuais e a cidade

6.4.1. Fórum do Realismo: Cesário e Eça

6.4.2. Experiência na cidade

6.4.3. Cidade experienciada: os modernistas


Bibliografia:

Rui Ramos: A Segunda Fundação, in José Mattoso (dir.): História de Portugal, Rio de Mouro: Lexicultural, 2002, vol. XI.