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Imprensa da Universidade

Cadernos de Psiquiatria Social e Cultural #0

PsiquiatriaSocialCultural

Autor: Manuel João Quartilho
Coautores: Helder Almeida; Isabel Fazenda; Isabel Gil; Linda Fernandes; Maria de Fátima Sousa; Nuno Carrilho; Rita Alcaire 
Língua: Português
ISBN: 978-989-26-0967-6
ISBN Digital: 978-989-26-0968-3
DOI: http://dx.doi.org/10.14195/978-989-26-0968-3
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Edição: 1.ª 
Data: 2015
Preço: 13,78 €
Dimensões: 245 mm x 200 mm 
N.º Páginas: 176


Sinopse:

O conjunto de textos que compõe esta publicação privilegia uma reflexão crítica e uma perspetiva integradora no estudo da saúde e das doenças.

Faz-se uma ponte crítica entre os determinantes biológicos e sociais da saúde e das doenças em ‘tempos crise’; pensa-se criticamente sobre a construção social e cultural do conhecimento científico, com recurso ao método etnográfico; aborda-se o importante tema do estigma e a necessidade de o combater, no âmbito do trabalho pedagógico, em nome da dignidade e liberdade dos doentes; reflete-se sobre padrões de comunicação e interação interpessoais, estratégias adaptativas e vulnerabilidade ao stress nas Equipas de Enfermagem; analisam-se as representações sociais e a prevenção do abuso sexual de menores junto dos profissionais de saúde, no âmbito dos Cuidados Primários; investiga-se a experiência da dor e as dimensões psicológicas, sociais e culturais do sintoma, assim como se desenvolvem argumentos relacionados o controlo não farmacológico da dor, no âmbito do trabalho clínico das Equipas de Enfermagem e, por fim, faz-se uma reflexão crítica sobre as representações sociais da masturbação e respetivos antecedentes médicos, históricos e religiosos.

O conjunto de textos que compõe esta publicação privilegia uma reflexão crítica e uma perspetiva integradora no estudo da saúde e das doenças.Faz-se uma ponte crítica entre os determinantes biológicos e sociais da saúde e das doenças em ‘tempos crise’; pensa-se criticamente sobre a construção social e cultural do conhecimento científico, com recurso ao método etnográfico; aborda-se o importante tema do estigma e a necessidade de o combater, no âmbito do trabalho pedagógico, em nome da dignidade e liberdade dos doentes; reflete-se sobre padrões de comunicação e interação interpessoais, estratégias adaptativas e vulnerabilidade ao stress nas Equipas de Enfermagem; analisam-se as representações sociais e a prevenção do abuso sexual de menores junto dos profissionais de saúde, no âmbito dos Cuidados Primários; investiga-se a experiência da dor e as dimensões psicológicas, sociais e culturais do sintoma, assim como se desenvolvem argumentos relacionados o controlo não farmacológico da dor, no âmbito do trabalho clínico das Equipas de Enfermagem e, por fim, faz-se uma reflexão crítica sobre as representações sociais da masturbação e respetivos antecedentes médicos, históricos e religiosos.

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