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Imprensa da Universidade

Orações de sapiência da Faculdade de Medicina 1845-2000

Orações de Sapiência da Faculdade de Medicina

Coordenadores: António Abel Meliço-Silvestre; Maria João Padez Meireles Ferreira de Castro; Duarte Nuno Vieira
Língua:
Português
ISBN: 972-98225-8-1
ISBN Digital: 978-989-26-0451-0
DOI: http://dx.doi.org/10.14195/978-989-26-0451-0
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Edição: 1.ª
Data: 2001
Preço: 37,41 €
Dimensões: 215 mm x 305 mm
N.º Páginas: 490


Sinopse:

Entre 1845 e 2000, vinte e cinco orações foram proferidas por professores da Faculdade de Medicina. Com exceção da que pronunciou em 1860 o Professor Doutor António Oliveira de Silva Gaio, Lente de Medicina Legal, foi possível reunir os textos de todas as outras, na sequência de múltiplos e variados esforços envolvendo pesquisas na Biblioteca Geral e no Arquivo da Universidade de Coimbra, na Biblioteca da Faculdade de Medicina de Coimbra e na Biblioteca Municipal de Coimbra, bem como contactos com familiares e herdeiros de alguns dos oradores. A leitura das orações coligidas neste volume é particularmente interessante. Reflete claramente a evolução sócio-política verificada em cada momento histórico dos últimos 150 anos, bem como a evolução científica entretanto ocorrida. Os textos das orações mais antigas encontravam-se em latim, língua em que na época eram proferidas, tendo sido considerado oportuno incluir nesta edição o texto original e, simultaneamente, a respetiva tradução, garantindo-se assim que o leitor possa saborear o legado de todos estes Mestres. Manteve-se também a grafia original de cada um dos textos. As páginas seguintes são, indiscutivelmente, páginas de ouro da História da Faculdade de Medicina de Coimbra. Testemunham a sabedoria dos seus Mestres, de alguns cuja memória já se encontrava esbatida pela poeira dos anos, e de outros ainda particularmente próximos dos nossos corações. São páginas no zénite da sabedoria, todas elas marcantes e atuais, vincando a ideia de uma ligação forte à instituição que os fez homens, e à qual dedicaram o melhor do seu valor, a sua superior cultura, a sua ímpar dignidade, impregnando-a do prestígio que deles irradia. São Mestres que constituíram exemplos de cultura de Escola, de uma cultura que deve continuar a ser hoje e cada vez mais, alicerce do conhecimento, pese embora as múltiplas contingências da época em que vivemos, sempre em contínua mutação. Vimos de um século que marcou o homem, em que a ciência o aproximou mais da verdade (nunca contudo revelada); estamos no início de um novo milénio, no auspicioso raiar de um mundo que se pretende renovado, pleno de solidariedade e de saber. Que os exemplos que aqui ficam, testemunho de um passado que constitui motivo de orgulho, sirvam de inspiração a todos quantos estão empenhados na concretização do presente e aos que vierem a ter responsabilidades na construção do futuro. Excerto da nota prévia de Maria João Ferreira de Castro, Duarte Nuno Vieira e António Meliço-Silvestre.

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