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Imprensa da Universidade

Teatro neolatino em Portugal no contexto da Europa: 450 anos de Diogo de Teive

Coordenador: Sebastião Tavares de Pinho
Língua: Português
ISBN: 972-8704-75-5
ISBN Digital: 978-989-26-0482-4
DOI: http://dx.doi.org/10.14195/978-989-26-0482-4
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Edição: 1.ª
Data: Junho 2006
Preço: 15,00 €
Dimensões: 240 mm x 170 mm
N.º Páginas: 309


Sinopse:

Se o teatro teve sempre um papel de particular relevo na formação mental, cívica, política, cultural e artística dos povos, bem como na análise psicológica e no mais profundo conhecimento da alma humana, a sua função foi igualmente importante ao serviço da pedagogia escolar e académica, em particular no aprendizado das línguas estrangeiras e da cultura que elas veiculam. É o caso do teatro neolatino, cuja prática se fomentou nos colégios e nas universidades da Europa em geral, no tempo em que o latim atingiu o amplo estatuto de única língua internacional de comunicação e cultura. Em Portugal, especificamente, esse fenómeno dramatúrgico verificou-se sobretudo a partir de meados do século XVI, primeiramente no âmbito do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com o trabalho de mestres como Jorge Buchanan e Diogo de Teive, e depois com a sistemática produção dos jesuítas, a partir do momento em que estes assumiram a direção do mesmo colégio, estendendo a prática do teatro em latim a muitos dos colégios da Companhia, quer em Portugal continental, quer em terras de missão no Brasil, na África e na Ásia. Esse tipo de teatro tinha raízes nos meios escolares e universitários da Europa culta de então, e o seu intercâmbio cruzou-se durante séculos e teve decisiva influência em muito do teatro moderno. O presente livro reúne os trabalhos apresentados por um grupo de especialistas que, num colóquio realizado para o efeito pelo Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra, abordou alguns destes e de outros aspetos do teatro neolatino português e do contexto europeu em que ele se gerou, aproveitando a circunstância para celebrar os 450 anos da Tragédia do Príncipe, do dramaturgo Diogo de Teive. 

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