Cálculo. Peça em dois actos. De Carl Djerassi

Tradução: Mário Montenegro
Língua: Português
ISBN: 978-989-26-0123-6
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Edição: 1.ª
Data: Outubro 2011
Preço: 13 euros
Dimensões: 107 mm x 175 mm
N.º Páginas: 222
Sinopse
O
público parece ter a ideia de que apenas a ciência contemporânea é movida pela
competição pelo primeiro lugar – uma espécie de Olimpíadas apenas com uma
medalha de ouro. De facto, este ímpeto para ser o primeiro é simultaneamente
alimento e veneno para os cientistas e foi sempre fundamental para o
funcionamento da sua cultura tribal. Através da figura de um dos maiores
cientistas de todos os tempos, Isaac Newton, CÁLCULO mostra que os desvios
resultantes de semelhante ambição eram tão pronunciados há 300 anos como o são
agora. A contenda de 30 anos entre os maiores filósofos naturais de Inglaterra
e da Alemanha, Isaac Newton e Gottfried Leibniz, sobre quem primeiro inventara
o cálculo (equações diferenciais e integrais) é particularmente relevante por
ter sido conduzida pelos seus seguidores. A manipulação de um comité anónimo de
onze membros da Royal Society pelo seu presidente, Newton, é praticamente
desconhecida e é ilustrada em CÁLCULO através de três desses seguidores de
Newton: John Arbuthnot (médico da rainha Anne), o conhecido matemático e
imigrante francês Abraham de Moivre, e Louis Frederic Bonet, embaixador em
Londres do rei da Prússia. Em última análise a peça responde à questão: “O que
é que a integridade moral tem a ver com cálculo integral?” Numa palavra:
“Muito.”