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Imprensa da Universidade

Zonas húmidas costeiras e ordenamento territorial: o caso do estuário do Mondego

Zonas Húmidas Costeiras

Autor: José Luís Ribeiro
Língua: Português
ISBN: 972-98225-9-X
ISBN Digital: 978-989-26-0508-1
DOI: http://dx.doi.org/10.14195/978-989-26-0508-1
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Edição: 1.ª
Data: Junho 2001
Preço: 19,95 €
Dimensões: 240 mm x 170 mm
N.º Páginas: 326


Sinopse:

Num tempo em que tanto se fala do litoral, não só pelas suas virtudes como espaço de lazer, tão propagandeadas nas últimas décadas, mas especialmente por aí ocorrerem, cada vez com mais frequência, situações de risco para as pessoas ou para os seus bens, torna-se premente desenvolver, rápida e eficazmente, estudos conducentes à compreensão, tão completa quanto possível, dos processos aí envolvidos. Para tanto, é importante que se mobilize o máximo de sensibilidades técnicas e científicas capazes de darem o seu contributo para a compreensão de um problema que, como parecem apontar as previsões, mais otimistas ou mais pessimistas, terá tendência em piorar, a curto ou a longo prazo. Assim sendo, é um dos espaços do nosso território onde é urgente aplicar um modelo de ordenamento capaz de manter o máximo da sua sustentabilidade. José Luís Ribeiro, na obra que agora apresenta, baseada em grande parte na sua tese de Mestrado, pega num pequeno troço da costa ocidental portuguesa, o estuário do Mondego e, de modo descomplexado, porque sustentado em sério trabalho de pesquisa quer de campo quer bibliográfico, para além do seu conhecimento pessoal da área, analisa-o de um modo tanto quanto possível integrado, pretendendo assim dar o seu contributo para esse ordenamento. Depois de um enquadramento teórico do tema, centrado sobre o estuário e sobre as suas envolvências, costa adjacente e vale fluvial, e de uma passagem pela história recente do próprio estuário, parte o autor para a análise das relações existentes entre os elementos biofísicos, naturais ou induzidos, e a exploração económica, tradicional e moderna, dos diversificados recursos deste sistema altamente complexo, mas por isso mesmo atrativo. Talvez fruto do seu espírito insubmisso e da sua prática interventiva e análise dos problemas do espaço em causa, mas arrisca trilhar caminhos não habituais em trabalhos deste âmbito que é a apresentação de propostas de ordenamento. Excerto do prefácio de António Campar de Almeida.

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