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Imprensa da Universidade

Fronteiras da ciência

Coordenadores: Rui Fausto; Carlos Fiolhais; João Filipe Queiró
Língua: Português
ISBN: 972-662-923-3
ISBN Digital: 978-989-26-0389-6
DOI: http://dx.doi.org/10.14195/978-989-26-0389-6
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra/Gradiva
Edição: 1.ª
Data: Agosto 2003
Preço: 14,64 €
Dimensões: 210 x 135 mm
N.º Páginas: 290


Sinopse:

Fronteiras da Ciência é um livro marcado pela preocupação de efetuar um balanço das ciências no limiar do século XXI. A palavra «fronteiras» é tomada em diferentes sentidos. Por um lado, refere-se aos limites entre o conhecido e o desconhecido. Por outro, aos limites entre o possível e o impossível, e, dentro do possível, entre o desejável e o indesejável. Finalmente, às delimitações entre ciência e não-ciência e, dentro da ciência, entre as suas várias disciplinas. O livro contém contribuições de um conjunto notável de personalidades de renome internacional, na sua maioria cientistas, entre os quais três prémios Nobel. Os textos principais são complementados por comentários que os enriquecem e aprofundam criticamente. Harold Kroto conta-nos a história da descoberta da molécula de fulereno e discute o papel do cientista no mundo de hoje: não apenas um estudioso da sua disciplina, mas também um cidadão interveniente, aberto ao público e aos media, crítico impiedoso das más políticas. Benoît Mandelbrot mostra-nos que a matemática explora hoje novas geometrias que podem ser cotejadas com as formas das árvores, nuvens, galáxias, etc. Hubert Reeves fala dos primeiros instantes do universo. Murray Gell-Mann sobre os fenómenos da complexidade e da auto-organização. Alexandre Quintanilha discorre sobre o "stress" físico, ou, como ele próprio descodifica, sobre o nosso «envenenamento diário com o oxigénio que respiramos». João Lobo Antunes traz-nos o discurso reflexivo do médico sobre a Medicina e sobre os seus valores fundamentais. Tomto Petroski aborda o problema do determinismo e do livre arbítrio. David Ho fala-nos da biolectonogia e das questões éticas que esta ciência levanta. William Buxton apresenta uma visão de um futuro servido por poderosos utensílios informáticos. Nicholas Hildyard e Silviano Santiago alertam-nos para os perigos ou ambivalências de que a ciência, por vezes, enferma: ela tanto pode salvar como destruir. Por fim, Mário Soares defende a ideia de que a ciência e a democracia assentam num mesmo pressuposto: a liberdade, e que esta constitui o motor impulsionador da sociedade.

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