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Imprensa da Universidade

Três modernistas: arquitetura do modernismo em Portugal: uma síntese e alguns autores

tresmodernistas

Autor: José Manuel Fernandes
Língua: Português
ISBN: 978-989-26-1120-4 (IUC) • 978-972-27-2385-5 (INCM)
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra • Imprensa Nacional Casa da Moeda
Edição: 1.ª
Data: Dezembro 2015
Preço: 30,00 €
Dimensões: 290 mm x 250 mm
N.º Páginas: 294

Sinopse:

A apresentação das obras de Luís Cristino da Silva, Carlos Chambers Ramos e Jorge de Almeida Segurado, três importantes arquitetos portugueses do século XX, permite algumas conclusões:
— nos distintos contributos desses autores, a obra de Cristino, nos aspetos visual, de desenho e de sentido gráfico, surge como a mais «potente» e impressiva; os trabalhos de Ramos exprimem em contrapartida uma clara procura de rigor e de racionalidade, mesmo de pureza e leveza, sobretudo na sua fase modernista, mas completamente sublimada pelo seu contributo fundamental como gerador da pedagogia e da formação da chamada «Escola do Porto»; finalmente, os trabalhos de Segurado exibem uma capacidade de diversificação, por vezes de experimentalismo espacial e formal, que, a par da obra escrita e de pesquisa, o definem num patamar de teorização e de reflexão;
— os três percursos destes autores têm um tronco comum, o da formação na Escola de Belas-Artes de Lisboa, na mesma fase histórica, a do primeiro quartel do século XX, que lhes definiu uma matriz formativa de tipo beaux arts, classicizante e eclética, dando de seguida todos eles o «passo» maior para o Modernismo internacionalista, e ainda, seguidamente, para a fase neoconservadora nacionalista, para finalmente retomarem a dimensão moderna nos anos de 1950-1960;
— as ações, trabalhos e realizações destes autores são exemplo, a um tempo, das capacidades e das limitações da arquitetura e dos arquitetos em Portugal, nas dinâmicas da expressão nacional e da internacionalização da disciplina; nas possibilidades da sua participação política, profissional e cívica, e nas dificuldades, e oportunidades, de introduzir a modernidade no ensino; e ainda nas vivências dos «mundos» culturais e civilizacionais, no País da época.
JMF

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