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Armando Rosa

ROSA, Armando Nascimento

Nascido em Évora, a 31 de Julho de 1966, dramaturgo, ensaísta e autor musical, teve a sua estreia cénica em 2000, no Centro Cultural de Belém. Fez crítica de teatro no final dos anos 80 do século passado e é autor de cerca de trinta obras dramáticas originais, incluindo dois libretos de ópera.

Biografia

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Biografia

Armando Nascimento Rosa (Évora, 31/7/1966), dramaturgo, ensaísta e autor musical, teve a sua estreia cénica em 2000, no Centro Cultural de Belém (em coprodução com a Comuna-Teatro de Pesquisa, numa encenação de João Mota), com Lianor no país sem pilhas, peça distinguida com o Prémio Revelação Ribeiro da Fonte (do então IPAE –Instituto Português das Artes do Espectáculo).

Fez crítica de teatro no final dos anos 80 do século passado (Universus; Diário de Notícias; e semanário O Jornal), sendo distinguido em 1989 com o Prémio de Melhor Jovem Crítico Teatral, pela Revista Actor. A sua primeira peça teatral, Goiânia – Uma nova caixa de Pandora, foi Menção Honrosa do Prémio Alves Redol de Teatro, em 1988, instituído pela Comuna-Teatro de Pesquisa. Iniciou atividade profissional de dramaturgista no Teatro da Politécnica, em 1990, a convite do seu fundador, o encenador Mário Feliciano.

É autor de cerca de trinta obras dramáticas originais, incluindo dois libretos de ópera, com música de Hugo Ribeiro, vencedoras do concurso Ópera em Criação. Tem peças traduzidas em inglês, espanhol, catalão, italiano, francês, grego e sérvio, várias delas já publicadas em livro nessas línguas e com encenações e/ou leituras encenadas em Londres, Madrid, Barcelona, Nova Iorque, Zurique, Milão, Araraquara, Nova Orleães, Chicago e Ítaca (EUA). 

É doutorado em Estudos Portugueses (2001), mestre em Estudos Literários Comparados (1994), e licenciado em Filosofia (1988) pela Universidade Nova de Lisboa, sendo professor adjunto na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa, desde 1998, onde coordena os mestrados em Artes Performativas e em Teatro e Comunidade. Desenvolve uma atividade regular de conferencista, em Portugal e no estrangeiro.

O estudo e a criação associados à obra de Fernando Pessoa têm marcado presença na dramaturgia e na composição musical de Nascimento Rosa, através de várias das suas peças  Pessoano é também o projecto musical O Piano em Pessoa, dinamizado em parceria com o pianista António Neves da Silva, em que Nascimento Rosa atua como cantor e compositor, estreado em concerto na Aula Magna da Universidade de Barcelona em Outubro de 2012, com apresentações em vários palcos de Portugal e do Brasil, desde essa data, estando prevista para 2016 a edição de um CD com o repertório original do projecto.

Bibliografia

Textos para Teatro

Partida ou A mulher sem medo (2015) | A Mãe Biológica de Marilyn Monroe (2014) | Morte em Cartago ou Helena sem Tróia (2014) | Resgate (Como resgatar um banqueiro) (2014) | Hotel São Carlos (2014) | Menino de sua avó. Um dueto cénico em sete encontros (2013) | Dois Dramas com Daisy ao vivo no Odre Marítimo (2013) | Cigano de Lisboa - Peça rápida para um ator (2013) | Em viagem para Belle Reve /Doctor Feelgood - A journey back to Belle Reve. (2012) | Bater uma e ver as Montras (2010) | Lianor e a boneca chinesa (2010) | Duas mulheres e um teatro (2009) | Os Mortos Viajam de Metro (2009) | O livro de Simão de Sagres (2009) | Não és Beckett, não és nada ou Espera apócrifa reloaded (2009) | Visita na prisão ou O último sermão de António Vieira. Ficção histórico-cénica (2009) | Antígona gelada (2008) | Cabaré de Ofélia (2007) | As Duas Mulheres de Sigmund Freud (2007) | O eunuco de Inês de Castro - Teatro no país dos mortos (2006) | Maria de Magdala (2005) | A última lição de Hipátia (2004) | O túnel dos ratos (2004) | Um Édipo, mitodrama fantasmático em um acto (2003) | Lianor no país sem pilhas (2001) | Nória e Prometeu – Palavras do Fogo (2000) | Vozes Invasoras – Uma comédia de horrores sobre os direitos humanos (2000) | A Ilusão Cósmica – Viagem ao futuro no palco (1997) |Espera Apócrifa (1989) | Goiânia – Uma Nova Caixa de Pandora (1988).

Ensaios

As Máscaras Nigromantes. Uma leitura do Teatro Escrito de António (2003) | Falar no Deserto. Estética e Psicologia em Samuel Beckett (Teatro, 1958-61) (2000).

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