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Cronologia

1851 – Aprovado o primeiro Projeto dos Estatutos do Instituto de Coimbra (16 de março)

– Aprovação do Regulamento do Instituto de Coimbra (21 de novembro)

1852 – Aprovados os primeiros Estatutos do Instituto de Coimbra (3 de janeiro)

– Adrião Pereira Forjaz de Sampaio é o primeiro presidente do Instituto

– Francisco José Duarte Nazaré é eleito, em sessão geral de 28 de outubro de 1852, presidente do Instituto de Coimbra

– Aprovação do regulamento para os cursos de leitura do Instituto de Coimbra (28 de novembro)

– Sessão solene de abertura do Instituto de Coimbra (19 de dezembro)

1853 – O Governo autoriza e financia a impressão da revista do Instituto de Coimbra na Imprensa da Universidade e concede a sua instalação no Colégio de S. Paulo Apóstolo (portaria de 5 de setembro de 1853)

– Publicação do primeiro volume da revista O Instituto (o primeiro número saiu em 1 de abril de 1852)

– Publicação da primeira lista de sócios

– Cursos de leitura: o primeiro foi ensinado por João Batista Ferrão, na sala do Instituto, em 20 de fevereiro de 1853, pelas 19h

– A Direção toma providências para se começar a formar a biblioteca, com obras oferecidas pelos autores, livros dos conventos extintos, acumulados no Colégio das Artes, e outros encomendados

1854 – O Conselho Superior de Instrução Pública (CSIP) pede licença ao Governo para publicar na revista do Instituto os seus relatórios anuais (24 de janeiro)

– Em 17 de junho do mesmo ano o Ministério do Reino defere o pedido para que os relatórios do CSIP sejam publicados, “a começar do primeiro por ele elaborado, e assim sucessivamente os outros, segundo a sua ordem cronológica, até ao último, que não será, todavia, em regra, publicado sem que haja decorrido um ano depois da sua remessa a este Ministério”

– Em conformidade com a referida autorização, o Instituto de Coimbra começa a publicar na sua revista, no nº 7 do vol. 3, de 1 de julho de 1854, os relatórios anuais do CSIP, sendo o primeiro de 1844-1845

– Morre Almeida Garrett – notícia de abertura do nº 18, vol. 3, de 15 de dezembro de 1854, d’O Instituto

– Publica-se na revista o relatório anual da gerência literária e administrativa da Direção (O Instituto, nº 19, vol. 3, 1 janeiro 1855)

– Francisco José Duarte Nazaré é reeleito, em sessão solene de 17 de dezembro de 1854, presidente do Instituto de Coimbra 

1856 – Francisco José Duarte Nazaré é reeleito, em sessão solene de 7 de dezembro de 1856, presidente do Instituto de Coimbra

1859 – Aprovação dos Estatutos do Instituto de Coimbra, em sessão de 30 de março de 1859, sancionados por Decreto de 26 de dezembro de 1859, confirmados por carta régia de 30 de abril de 1860

– Extinção do Conselho Superior de Instrução Pública (lei de 7 de junho de 1859), que funcionava em Coimbra, criando-se em Lisboa um Conselho Geral de Instrução Pública, com atribuições consultivas e de inspeção

– Francisco de Castro Freire torna-se presidente do Instituto de Coimbra

1860 – O Instituto de Coimbra contribui para a comissão central promotora da subscrição para um monumento a Camões

– É aprovado o Regulamento Interno do Instituto de Coimbra, em sessão da Direção de 21 de novembro

– Na visita do rei D. Pedro V a Coimbra (27 a 29 de novembro), o presidente do Instituto, Francisco de Castro Freire, agradece ao rei a aprovação dos estatutos, oferecendo-lhe um exemplar dos mesmos e outro do regulamento interno, tendo o rei acedido a tornar-se Protetor do Instituto

– Portaria do Ministério do Reino (17.2.1860) relativa à instrução pública, com implicações para a revista do Instituto

– Adrião Pereira Forjaz de Sampaio é eleito presidente do Instituto de Coimbra, a 12 de dezembro

1863 – Jerónimo José de Melo é eleito presidente do Instituto de Coimbra, em sessão de 2 de janeiro

1864 – Jerónimo José de Melo é reeleito presidente do Instituto de Coimbra, em sessão de 31 de dezembro

1867 – António Augusto da Costa Simões torna-se presidente do Instituto de Coimbra

1868 – Mudança de instalações para o Colégio de S. Paulo Eremita (Rua Larga, 44), por portaria do Ministério do Reino de 5 de junho de 1868

– Extinção do Conselho Geral de Instrução Pública (decreto de 14.10.1868)

1869 – José Teixeira de Queirós torna-se presidente do Instituto de Coimbra

1872 – O Instituto associa-se às comemorações do centenário da reforma pombalina da Universidade (1772)

1873 – A Secção de Arqueologia (com origem na comissão criada a 5 de março de 1873 pela 3ª Classe, Literatura, Belas Letras e Artes, sob proposta do sócio Augusto Filipe Simões) funda o Museu de Arqueologia

– Joaquim José Pais da Silva Júnior é eleito presidente do Instituto de Coimbra em sessão de 16 de fevereiro

1874 – Aprovação do regulamento da Secção de Arqueologia do Instituto (em sessão da Direção de 4 de julho)

1875 – João José de Mendonça Cortês é eleito presidente do Instituto de Coimbra

1876 – Francisco de Castro Freire é eleito presidente do Instituto de Coimbra

1877 – Fundada a Sociedade de Estudos Médicos de Coimbra, formada por todos os estudantes e os professores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

– Novo regulamento aprovado em sessão da Direção de 18 de julho

1880 – Sarau literário em comemoração do tricentenário de Luís de Camões, em 10 de junho de 1880, realizado na Sala dos Capelos da Universidade de Coimbra

1881 – Acordo com a Sociedade Recreativa das Famílias, para esta poder usar uma parte do espaço (onde já tinha sido autorizada a estabelecer o seu teatro) do Instituto no edifício de S. Paulo para espetáculos e ensaios de teatro (de 8 de fevereiro a 30 de setembro de 1881)

1882 – Aprovadas alterações aos estatutos do Instituto (alvará do governador civil de Coimbra de 20 de dezembro)

– O Instituto associa-se às comemorações do Centenário Pombalino, junto com a Universidade de Coimbra, o Clube Académico e a Imprensa da Universidade

1883 – Aprovado novo regulamento do Instituto (11 de abril)

– Rodrigo Ribeiro de Sousa Pinto elabora o parecer do Instituto em resposta ao convite da Sociedade de Geografia de Lisboa para intervir na discussão do problema da adoção de um meridiano universal

1885 – António dos Santos Viegas é eleito presidente do Instituto

1887 – Júlio Augusto Henriques é eleito presidente do Instituto

– Por reforma dos estatutos em julho de 1887, a Academia Dramática passa a chamar-se Associação Académica de Coimbra

1888 – Demolição do Colégio de São Paulo Apóstolo

1891 – José Pereira de Paiva Pita é eleito presidente do Instituto

– A pedido da comissão redatora d’O Instituto, representada por Abílio Augusto da Fonseca Pinto, começa esta revista a publicar as Memórias de Castilho, desde o Livro III

1892 – José Epifânio Marques é eleito presidente do Instituto

1893 – A comissão do Centenário do Infante D. Henrique convida o Instituto a participar nas comemorações

1894 – 5º Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique – o Instituto publica um número comemorativo na revista

1895 – António Augusto Gonçalves torna-se conservador do Museu do Instituto de Coimbra

– O Governo da República da Costa Rica pretende criar um Museu Pedagógico, onde se inclui uma parte destinada a Portugal – o cônsul pede auxílio do Instituto à secção portuguesa com qualquer escrito ou objeto que tenha relação com o assunto

1896 – Reabertura solene ao público do Museu de Antiguidades do Instituto de Coimbra (26 de abril)

– Bernardino Luís Machado Guimarães é eleito presidente do Instituto (26 de maio)

1897 – Inauguração dos cursos para operários do Instituto, em sessão de 1 de fevereiro de 1897, presidida por Bernardino Machado

1898 – O reitor da Universidade de Coimbra, Costa Simões, cede ao Instituto as únicas salas que faltavam para todo o edifício dos Paulistas ficar na posse da sociedade

– Fundação da Sociedade de Antropologia de Coimbra, à qual o Instituto oferece uma sala para as suas reuniões

1899 – Comemoração do Primeiro Centenário do Nascimento de Almeida Garrett

1900 – O Instituto associa-se ao voto de todos os organismos e individualidades que, perante o Parlamento, pedem a remoção da ossada de Garrett para o Panteão de Belém

1901 – Visita de um grupo de estudantes de Santiago de Compostela à Universidade e ao Instituto de Coimbra; Bernardino Machado pronuncia discursos de boas-vindas na Sala dos Capelos (22 de fevereiro) e no sarau oferecido aos visitantes pela Academia (23 de fevereiro)

– Decreto de criação do Arquivo da Universidade de Coimbra como organismo autónomo (12.6.1901)

– Os participantes do Congresso dos Núcleos da Liga Nacional contra a Tuberculose visitam as instalações do Instituto

– A Sociedade de Geografia de Lisboa convida o Instituto a concorrer à inscrição de delegados ao Congresso Colonial Nacional, a decorrer nos dias 2 a 5 de dezembro de 1901

1907 – Na sequência da reprovação no ato de doutoramento em Direito de José Eugénio Ferreira, em 28.2.1907, a Academia entra em greve de protesto, denunciando os “processos arcaicos” da Universidade, num movimento a que se associam António Granjo, Ramada Curto, Bissaia Barreto, Alfredo Pimenta, etc.; Bernardino Machado é acusado de cumplicidade política com os grevistas e apresenta a sua demissão

– Primeira sessão da Academia de Ciências de Portugal, em 16.4.1907, criada por António Cabreira, junto com os sócios fundadores Teófilo Braga, Bernardino Machado, Trindade Coelho, Sousa Viterbo e Hermenegildo Capelo; foi oficializada por decreto de 26.10.1910 e transformada em corpo consultivo do Estado, com o nome de Instituto de Portugal, vindo a desaparecer por falta de dotação orçamental

1908 – António de Assis Teixeira de Magalhães (Conde de Felgueiras) é eleito presidente do Instituto em assembleia geral de 19 de dezembro

1910 – Filomeno da Câmara Melo Cabral é eleito presidente do Instituto (14 de dezembro)

1911 – Criação do Museu Machado de Castro, para o qual vão ser transferidas as coleções do Museu do Instituto

1913 – Francisco Miranda da Costa Lobo é eleito presidente do Instituto em assembleia geral de 18 de janeiro

1917 – Instalação da Associação Portuguesa para o Progresso das Ciências, realizada na Reitoria da Universidade de Coimbra

1919 – António de Oliveira Salazar é eleito membro da secção de ciências económicas e administrativas da 1ª Classe do Instituto

– O Instituto entra na posse dos manuscritos das Memórias de Castilho, por disposição testamentária de Júlio de Castilho

1920 – O Instituto é oficialmente encarregue (depois de tomar a iniciativa) de dirigir a comemoração do 4º Centenário de Fernão de Magalhães, por portaria do Governo de 15 de junho de 1920

– “Tomada da Bastilha”: os estudantes ocupam as instalações dos andares superiores do Colégio de S. Paulo Eremita, onde se encontrava o Instituto (25 de novembro)

– O Instituto transfere-se para o Arco do Bispo (ainda em novembro)

1921 – Por proposta do Instituto, a Avenida Fernão de Magalhães recebe este topónimo (14 de abril)

– Sessão solene, na Sala dos Capelos, do Centenário de Fernão de Magalhães (27 de abril de 1921)

– Primeiro congresso da Associação Portuguesa para o Progresso das Ciências, realizado no Porto de 26 de junho a 1 de julho, juntamente com o oitavo congresso da Associação Espanhola para o Progresso das Ciências

1922 – O alvará do governador civil de Coimbra de 4 de março de 1922 aprova as alterações aos estatutos do Instituto propostas em assembleia geral de 25 de julho de 1921

1924 – Por proposta do secretário-geral da comissão de redação, Joaquim de Carvalho, o Instituto toma a seu cargo a 2ª edição das Memórias de Castilho

1925 – Realiza-se em Coimbra o Congresso das Associações Espanhola e Portuguesa para o Progresso das Ciências, com a colaboração de vários membros do Instituto (entre eles, Francisco Miranda da Costa Lobo, Luciano Pereira da Silva, Anselmo Ferraz de Carvalho, Eugénio de Castro, Joaquim de Carvalho, Alberto Pessoa e Amadeu Ferraz de Carvalho, que fizeram parte da comissão executiva do congresso)

– A Sociedade de Geografia de Lisboa convida o Instituto a assistir à sessão solene comemorativa do 50º aniversário da sua fundação, na sala Portugal da mesma Sociedade, dia 10.11.1925

1926 – A Academia das Ciências de Lisboa oferece publicações suas ao Instituto

1927 – Fundação da Secção de Coimbra da Sociedade Portuguesa de Biologia, que realiza as suas sessões no edifício do Instituto

1929 – Por decreto de 9 de fevereiro de 1929, o Instituto é considerado uma instituição de utilidade pública para os fins no mesmo expressos

– O presidente do Instituto é incluído na Comissão de Honra do XIII Congresso Internacional de Hidrologia, de Climatologia e de Geologia Médicas, a realizar em Lisboa, em outubro de 1930

– A Lith. Lusitana Apolino da Costa Reis & C.ª, de Vila Nova de Gaia, solicita do Instituto de Coimbra o apoio moral e o consentimento para que possa fazer seguir a rubrica de ESTUDOS NACIONAIS, que encabeçará todos os volumes da série de pequenos trabalhos de investigação e estudo que pretende lançar, da legenda “Sob a égide do Instituto de Coimbra”

1931 – O comité de organização do Congresso Internacional de Matemáticos, 1932, Zurique, pede ao Instituto uma lista de matemáticos portugueses e de institutos e sociedades a convidar para a participação no congresso

1932 – O presidente do Instituto é incluído na Comissão de Honra da comemoração solene do centenário do nascimento do arqueólogo vimaranense Francisco Martins Sarmento, pela Sociedade Martins Sarmento, que solicita a colaboração ativa do Instituto neste centenário

1934 – Decreto de extinção da Imprensa da Universidade de Coimbra (30.6.1934), cujos serviços encerram definitivamente a 31.8.1935

1935 – Em assembleia geral de 6 de março de 1935, é aprovada a proposta do sócio Rocha Madahil no sentido de se publicar O Instituto na Tipografia Popular da Figueira da Foz

1936 – Decreto de criação do Instituto para a Alta Cultura (11.4.1936)

1937 – Edição do índice dos primeiros 90 volumes da revista O Instituto

– O Instituto associa-se às comemorações do 4º centenário da instalação definitiva da Universidade em Coimbra

1938 – Novos estatutos do Instituto de Coimbra

1939 – Mudança de instalações para o edifício de S. Bento (Bairro Sousa Pinto)

– Algum material afeto ao Liceu D. João III, de Coimbra, é cedido ao Instituto por auto de 4 de abril de 1939 (estantes para livros)

1940 – O Instituto recebe uma oferta de quadros a óleo, por parte do sócio Émile Schaub-Koch

– Inicia-se a construção da Cidade Universitária de Coimbra

1941 – O Instituto procede a uma nova montagem dos seus serviços de tesouraria e secretaria

1942 – Comemoração da publicação do volume 100 da revista O Instituto

– É descerrada a lápide oferecida pelo Secretariado da Propaganda Nacional (14 de outubro), no edifício do Colégio de S. Bento

1945 – Anselmo Ferraz de Carvalho (que era vice-presidente) assume a presidência do Instituto (substituindo Francisco Miranda da Costa Lobo, que morre neste ano e que era presidente desde 1913, sem interrupções)

– A Koninklijke Nederlandse Akademie van Wetenschappen (Royal Netherlands Academy of Sciences) envia ao Instituto uma moção sobre a energia atómica, solicitando adesão e o seu envio ao Governo português

1946 – O Instituto é convidado a colaborar na homenagem a Portugal que o Instituto Nacional Feminino de Lugo realiza em maio, e a contribuir para o desenvolvimento das relações culturais entre a Real Academia Galega e o Instituto de Coimbra

1947 – Edição do apêndice ao índice de 1937 (volumes 91 a 100)

– A Casa de Santa Maria de Vila Nova de Famalicão oferece ao Instituto um relógio “Renascença”

1948 – Mudança de instalações para o antigo edifício da Imprensa da Universidade, na Rua da Ilha (sessão solene a 16 de outubro)

1949 – Demolição do Colégio de S. Paulo Eremita

1950 – Egas Moniz visita o Instituto

– O Instituto adquire no estrangeiro uma máquina de projeções

1952 – Centenário da fundação do Instituto de Coimbra (comemorado apenas em 1953)

– Maurice Sandoz oferece ao Instituto uma máquina de escrever suíça

– Viggo Jarl oferece ao Instituto uma escultura de sua autoria

1953 – Sessão comemorativa do centenário da fundação do Instituto de Coimbra (20 de dezembro)

1955 – Diogo Pacheco de Amorim ascende a presidente do Instituto

– Edouard Marcel Sandoz, sócio correspondente, doa ao Instituto a importância de 7800$00

– O Instituto procede à organização do seu ficheiro de sócios

1966 – O Instituto cede as suas instalações para a realização do 4º Seminário NATO para estudantes universitários

1967 – Publicação de novos estatutos aprovados em 1966

1975 – Luís Guilherme Mendonça de Albuquerque é eleito presidente do Instituto em assembleia geral de 30 de julho

– O Instituto de Coimbra dá início a um programa de sessões culturais, incluindo a projeção de filmes e slides sobre desporto, arte, música, literatura, etc., junto das populações rurais e das áreas urbanas circunscritas a este distrito

1977 – Ciclo de conferências sobre o século XIX promovido pelo Instituto

1979 – O Instituto organiza as comemorações do centenário do nascimento de Albert Einstein, em colaboração com a secção de Coimbra da Sociedade Portuguesa de Física e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra

– Luís Guilherme Mendonça de Albuquerque é reeleito presidente do Instituto (12 de janeiro)

1982 – Orlando Alves Pereira de Carvalho é eleito presidente do Instituto (17 de fevereiro)

1983 – Publicação do último volume da revista O Instituto (140/141), referente a 1981

1985 – Orlando Alves Pereira de Carvalho é reeleito presidente do Instituto (18 de abril)

2006 – Transferência do fundo documental do Instituto de Coimbra para a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra