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UC.PT

Semana Cultural

Semana 8 | 23 a 28 de abril

Eventuais alterações da programação serão da inteira responsabilidade dos promotores das iniciativas.

24 TER | 25 QUA | 26 QUI | 27 SEX | 28 SÁB

24 abr | TER

21h30 | Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV)

TORGA

A nova criação do Teatro da Garagem parte da obra de Miguel Torga para construir um espetáculo que reflita a força telúrica das palavras, a pungência das personagens e urdidura fina das histórias do poeta, tendo como cenário esse “reino maravilhoso” que é Trás-os-Montes.

ORGANIZAÇÃO: TAGV

25 abr | QUA

14h30 | Departamento de Ciências da Vida

OH! A CASA DAS PLANTAS [THE HOUSE FOR PLANTS]

Visita guiada à maior colecção biológica portuguesa, o Herbário da Universidade de Coimbra e à exposição referente ao mobiliário que o tem alojado. Móveis de construção engenhosa, documentos variados e a selecção reduzida, mas cuidada, de itens botânicos – todos contam a história de 138 anos desta colecção que reúne hoje c. 800.000 exemplares.

ORGANIZAÇÃO: Fátima Sales, Teresa Gonçalves, Vitor Murtinho

26 abr | QUI

14h00 | Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra

COMO RESTAURAR UM HERBÁRIO HISTÓRICO DE PLANTAS MEDICINAIS

Neste workshop pretendem ensinar-se as técnicas de restauro de exemplares de herbário. Os participantes irão também aprender os princípios básicos para realização da atualização dos nomes científicos. No final cada participante deverá ser capaz de restaurar convenientemente um exemplar de herbário. Cada participante receberá uma pasta com o certificado de participação.

ORGANIZAÇÃO: Célia Cabral; Rosa Gouveia; Teresa Martins (Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra)

17h00 | Jardim Botânico da Universidade de Coimbra

CASA DOS NARCISOS | CULTURAS EXPERIMENTAIS (Escultura)

A Casa dos Narcisos acolhe a artista plástica Claire de Santa Coloma, cujo trabalho em escultura tem por base a madeira. Apresentará a ligação entre casa e jardim, esse espaço de mediação entre seres humanos e natureza, fazendo uso de matérias-primas existentes no Botânico, relendo as histórias de troncos de árvores caídas e bambus gigantes.

ORGANIZAÇÃO: Jardim Botânico da Universidade de Coimbra

19h30 | Edifício da Associação Académica de Coimbra

CASA DE PARTIDA

As paredes, as das ruas, as exteriores ou interiores, das casas ou de cada um de nós e dos acontecimentos que nos alimentam. Elas armazenam, emanam e recriam memórias, espelham identidades intemporais, ajudam-nos a conhecer… elas, as paredes, onde enraizamos para poder crescer. A cada passo ouve-se o ranger do chão que assinala a passagem. Ergue-se um ímpeto de lembrança que reconhece as formas, agora cobertas de outras cores. É o odor intrínseco da matéria mais firme que nos desvenda o mistério, e nos diz que chegámos, ou que partimos. Só nós saberemos. Neste espectáculo pretendemos explorar o modo como a casa influencia o actor e o público, conduzindo-nos a uma narrativa que possa expressar a dinâmica das vivências, as formas de ser e sentir através do teatro – esse abrigo de todas as histórias, e memória de todas as casas. [repete a 27 e 28 de abril]

ORGANIZAÇÃO: Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra

27 abr | SEX

18h00 | Casa da Esquina

VAMOS FALAR DE ESPAÇOS VERDES | COIMBRA: O HERBÁRIO DA UNIVERSIDADE E AS ÁRVORES DA CIDADE

Uma conversa informal integrada na exposição de fotografias sobre espaços verdes urbanos, conduzida pela directora do Herbário da Universidade de Coimbra, Fátima Sales. Um espaço descontraído para conhecermos melhor o herbário, o seu extraordinário acervo de cerca de 800 mil exemplares, representando espécies de vários locais do mundo, e o seu papel na disseminação do conhecimento científico sobre botânica e na preservação da biodiversidade. Haverá ainda tempo para falarmos sobre alguns exemplos de árvores e outra vegetação da cidade de Coimbra.

ORGANIZAÇÃO: Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em parceria com o CIBIO/InBIO-UP, Casa da Esquina, COI-Herbário da Universidade de Coimbra, Coimbra em Transição, ECOSOC-CES

18h00 | Claustro do Colégio das Artes

(RE)TOCANDO O JAZZ A CAMINHO DAS ÚLTIMAS NOTAS DA SEMANA CULTURAL

Sempre acompanhada pelo seu espírito irreverente e contagiante, a Big Band Rags da TAUC encerra a 20ª SCUC com um concerto em que a Música Ligeira e o Jazz são os principais protagonistas. Visitando um espaço diferente sem sair da nossa casa, a Universidade de Coimbra, o imponente claustro do Colégio das Artes foi o local escolhido para esta celebração músical que evoca também o 130ª aniversário da TAUC.

ORGANIZAÇÃO: Tuna Académica da Universidade de Coimbra

21h30 | Teatro de Bolso (TEUC)

EXERCÍCIO FINAL DO CURSO DE FORMAÇÃO DO TEUC

O espetáculo do curso de formação de 2017/2018, dirigido pela Encenadora e Atriz Rita Morais, irá ser construído tendo por base no tema da 20ª Semana Cultural de Coimbra "Oh as casas", de forma a que todos/as os novos integrantes do TEUC sejam postos à prova e possam aplicar todos os conhecimentos adquiridos nas cerca de 300 horas de workshops do curso de formação. É neste momento que se desenha o futuro destes/as formandos/as não só enquanto atores e atrizes mas como membros ativos do TEUC. É, também, a partir do Exercício Final que o próprio futuro do TEUC se começa a ganhar uma nova forma, uma vez que com a entrada de novas pessoas que trazem consigo ideias e visões artísticas díspares, com diferentes maneiras de estar e pensar a arte como um todo que se entrecruzarão com as anteriores gerações e transformarão o este teatro académico no seu espaço deixando-se também transformar pela experiência.

ORGANIZAÇÃO: TEUC e Rita Morais

19h30 | Edifício da Associação Académica de Coimbra

CASA DE PARTIDA

As paredes, as das ruas, as exteriores ou interiores, das casas ou de cada um de nós e dos acontecimentos que nos alimentam. Elas armazenam, emanam e recriam memórias, espelham identidades intemporais, ajudam-nos a conhecer… elas, as paredes, onde enraizamos para poder crescer. A cada passo ouve-se o ranger do chão que assinala a passagem. Ergue-se um ímpeto de lembrança que reconhece as formas, agora cobertas de outras cores. É o odor intrínseco da matéria mais firme que nos desvenda o mistério, e nos diz que chegámos, ou que partimos. Só nós saberemos. Neste espectáculo pretendemos explorar o modo como a casa influencia o actor e o público, conduzindo-nos a uma narrativa que possa expressar a dinâmica das vivências, as formas de ser e sentir através do teatro – esse abrigo de todas as histórias, e memória de todas as casas. [repete a 28 de abril]

ORGANIZAÇÃO: Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra

28 abr | SÁB

14h00 | Teatro da Cerca de S. Bernardo

MULHERES, DO CORPO À CIDADE: EXISTÊNCIA(S) E RESISTÊNCIA(S)

Com este projeto pretendemos chegar a diferentes mulheres, moradoras da cidade de Coimbra, e perceber que significado atribuem a esta casa-comum que é Património da Humanidade, logo património de todas e todos. Queremos entender como é que a casa-património se relaciona com a casa-corpo e a casa-comum de cada uma das mulheres. Será através do olhar e das vozes de várias mulheres que iremos promover a reflexão sobre estes três conceitos de casa: casa-comum, casa-corpo e casa-património. Para tal iremos realizar encontros de partilha com diferentes grupos de mulheres (habitantes de diferentes pontos da cidade, diferentes faixas etárias e etnias, trabalhadoras, reformadas, desempregadas, sem-abrigo, migrantes) onde iremos promover a partilha de memó- rias, vivências e significações sobre as diferentes casas que fazem parte das suas vidas, quer na esfera privada quer na esfera pública.

ORGANIZAÇÃO: UMAR Coimbra

19h30 | Edifício da Associação Académica de Coimbra

CASA DE PARTIDA

As paredes, as das ruas, as exteriores ou interiores, das casas ou de cada um de nós e dos acontecimentos que nos alimentam. Elas armazenam, emanam e recriam memórias, espelham identidades intemporais, ajudam-nos a conhecer… elas, as paredes, onde enraizamos para poder crescer. A cada passo ouve-se o ranger do chão que assinala a passagem. Ergue-se um ímpeto de lembrança que reconhece as formas, agora cobertas de outras cores. É o odor intrínseco da matéria mais firme que nos desvenda o mistério, e nos diz que chegámos, ou que partimos. Só nós saberemos. Neste espectáculo pretendemos explorar o modo como a casa influencia o actor e o público, conduzindo-nos a uma narrativa que possa expressar a dinâmica das vivências, as formas de ser e sentir através do teatro – esse abrigo de todas as histórias, e memória de todas as casas. 

ORGANIZAÇÃO: Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra

21h30 | Faculdade Psicologia e de Ciências da Educação da UC

A CASA DE HÓSPEDES

Muito se tem escrito sobre as semelhanças entre a nossa casa e a forma como a tratamos e a nossa vida mental. Como lidamos com a nossa vida e connosco expressar-se-ia na forma como arrumamos/desarrumamos e cuidamos/descuidamos da nossa casa/ambiente. Freud comparou a estrutura da nossa vida psíquica a uma casa. Na cave e no sótão teríamos recordações, pedaços esquecidos da nossa infância e da nossa história. O nosso espaço externo refletiria o nosso espaço interno, permitindo nas palavras de Clarice Lispector ‘Andar de um lado para outro, dentro de mim’. Os objectivos deste projeto é trabalhar a ideia ‘as within so without’ através do poema ‘A Casa de Hóspedes’ de Rumi, poeta sufi do século XIII: ‘O ser humano é uma casa de hóspedes. Toda manhã uma nova chegada. A alegria, a depressão, a falta de sentido, como visitantes inesperados. Receba e entretenha a todos Mesmo que seja uma multidão de dores Que violentamente varrem sua casa e tira seus móveis. Ainda assim trate seus hóspedes honradamente. Eles podem estar te limpando para um novo prazer. O pensamento escuro, a vergonha, a malícia, encontre-os à porta rindo. Agradeça a quem vem, porque cada um foi enviado como um guardião do além.’

ORGANIZAÇÃO: Grupo de Expressão dramática InterDito

21h30 | Teatro Académico de Gil Vicente

CORDIS bailado

Os dois instrumentos do CORDIS, o piano e a guitarra portuguesa, fundem-se num constante diálogo de cordas, divagando e explorando a riqueza harmónica e rítmica tanto de peças de reconhecidos compositores como de peças originais da autoria dos seus elementos (Paulo Figueiredo e Bruno Costa). O resultado é uma fusão surpreendente de raízes e modernidade, tradição e inovação, traduzidos em pinturas musicais capazes de conduzir o ouvinte por novas e apaixonantes viagens. Neste projeto específico, "CORDIS bailado", a música do CORDIS tocada ao vivo será enriquecida pela interpretação de danças coreografadas pela professora e coreógrafa Paula Fidalgo, protagonizadas pelas bailarinas da Escola de Dança do Colégio da Rainha Santa Isabel - Coimbra. Tendo como objetivo elevar e promover a cultura e tradições da nossa cidade, contamos alcançar um público alargado e diversificado através de uma dinâmica original que unirá no mesmo palco a música, a dança e a imagem, enaltecendo de forma original e inovadora o fado e a guitarra de Coimbra.

ORGANIZAÇÃO: CORDIS / EDCRSI