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Semana Cultural

A Semana Cultural da Universidade de Coimbra ramifica em várias direções a celebração do Dia da Universidade, que todos os anos se comemora a 1 de março. Pretende, essencialmente, dar a conhecer ao exterior as múltiplas atividades desenvolvidas na Universidade de Coimbra (UC), integrando-as numa convocação comum e conjugando-as com uma programação diversificada em várias áreas culturais.

Começou em 1999 por ser uma “mostra” da cultura na Universidade, mas gradualmente foi estabelecendo novas parcerias e abrindo a programação à participação de entidades externas de forma cada vez mais significativa, sendo agora uma iniciativa que extravasa claramente a UC, estendendo-se à cidade, ao país e além-fronteiras. A comunidade absorveu cabalmente o sentido desta convocação, aderindo com propostas abertas e enriquecedoras e concretizando uma sequência de iniciativas científicas, culturais e artísticas que se pretendem complementares e integradas.

O atual figurino da Semana Cultural da UC, que começou a ser temática a partir do ano de 2004, retoma uma duração mais próxima da ideia de “semana”. A Semana Cultural decorre, assim, entre 1 e 15 de março, congregando iniciativas de forte intensidade artística e de claro recorte identitário. Potencia, de forma deliberada e programática, as ligações entre a Academia, a Cidade e a Região, robustecendo a sua projeção externa.

Com a Semana Cultural articulam-se, a partir de 2020, dois novos Ciclos direcionados para vertentes culturais mais específicas, para potenciar a especialização, a qualidade e, como consequência, a capacidade para atrair parceiros mais fortes e aumentar o seu valor e impacto no meio artístico internacional: o Ciclo de Teatro e Artes Performativas – MIMESIS (maio - junho) e o Ciclo de Música – ORPHIKA (novembro - dezembro).

Assiste a estas iniciativas culturais estruturantes, promovidas diretamente pela Reitoria, uma tríplice motivação: a vertente “formativa”, porque se integram numa instituição que tem entre os seus pilares a missão de formar estudantes, de instruir públicos, de criar cidadãos com capacidade analítica; a “investigação”, porque as Artes constituem um bem comum e transversal, mas são igualmente objeto de pesquisa altamente especializada numa Universidade com as responsabilidades históricas e culturais da UC; a dimensão “performativa”, que constitui o natural corolário das duas anteriores, por lhe estimularem a qualidade, lhe acentuarem o sentido crítico e, por fim, lhe sustentarem a ambição de se medir com os seus pares, sem preconceitos, no amplo espaço global.