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Exposição Fotográfica | carpe mundum: ambiente e sustentabilidade | Filipe Coelho

20 setembro
Foto da exposição
Foto da exposição
© Filipe Coelho

Exposição Fotográfica | carpe mundum: ambiente e sustentabilidade | Filipe Coelho

20 de setembro de 2021

Está patente no Bloco de Ensino da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, a Exposição Fotográfica “carpe mundum: ambiente e sustentabilidade” de Filipe Coelho, Professor da FEUC.

carpe mundum: ambiente e sustentabilidade


Exposição Fotográfica | carpe mundum: ambiente e sustentabilidade | Filipe Coelho

O ser humano assegura a sua sobrevivência em competição com os restantes elementos da Natureza. Ao longo da sua História, o Homem desenvolveu capacidades que lhe permitiram exercer uma crescente influência sobre as outras espécies, moldando progressivamente o ambiente que o rodeia. Hoje, a procura crescente pelo bem-estar atingiu proporções tais que as consequências sobre o meio natural pairam como uma espada de Dâmocles sobre o futuro da Humanidade. Com a Natureza a fazer perigar o nosso estilo de vida, multiplicam-se as tímidas iniciativas de mitigação de danos. Em paralelo, assistimos a uma crescente necessidade de fruição dos espaços naturais, numa dialética que questiona os benefícios do Paradigma da Modernidade.

carpe mundum: ambiente e sustentabilidade é um convite para um regresso à Origem, tentando perscrutar os contornos que o futuro pode assumir e os sacrifícios que o mundo natural nos irá impor. Porque o futuro de cada um de nós começa Hoje.

Eduardo Barata e Paulo Saraiva
setembro 2021



NOTA BIOGRÁFICA

Filipe Coelho nasceu em 1969 no concelho de Oliveira do Bairro, tendo-se licenciado em Economia na FEUC em 1992. Em 1995 concluiu o mestrado em Gestão no ISCTE e, em 2000, o doutoramento em Gestão na Universidade de Manchester. Desde 1992 é docente da FEUC, onde leciona disciplinas na área do Marketing. Ocupa os tempos livres com a leitura e algum cinema, não dispensando as caminhadas pela natureza – aprecia de modo especial os trilhos fisicamente exigentes e singularmente cénicos. Olha a natureza como ‘poesia’ para os olhos e conforto para a alma. Equipado com a sua máquina fotográfica, vai registando, de forma amadora, momentos únicos que gosta de revisitar amiúde: aprecia as paisagens amplas e imponentes, mas também a descoberta e a partilha dos aparentemente pequenos detalhes que a natureza nos reserva e que, frequentemente, passam despercebidos a um olhar menos apaixonado.