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Exposição Fotográfica | carpe mundum: paz e segurança | Daiane Andrade

20 novembro
Foto exposição
Foto exposição

Exposição Fotográfica | carpe mundum: paz e segurança | Daiane Andrade

21 de setembro de 2020

Está patente no Bloco de Ensino da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, a Exposição Fotográfica “carpe mundum: paz e segurança” da estudante do Mestrado em Relações Internacionais - Estudos da Paz, Segurança e Desenvolvimento, Daiane Andrade.

carpe mundum: paz e segurança

Falando sobre a guerra, a paz e a cultura, diz-nos Saramago: «É certo que há uma terrível desigualdade entre as forças materiais que proclamam a necessidade da guerra e as forças morais que defendem o direito à paz, mas é também certo que nada, em toda a História, pôde vencer a vontade dos homens, excepto a vontade doutros homens. Não é com forças de transcendência que temos de confrontar-nos, mas sim, e apenas, com outros homens.», para concluir que a paz e a segurança só resultarão de um esforço conjunto para «tornar mais forte a vontade de paz que a vontade de guerra.» Se assim for, mesmo em cenários de guerra ou de catástrofe será possível observar crianças sorrindo e brincando, como é natural de quem sonha com um mundo melhor, ou apenas rindo de quem tenta impor limites à sua imaginação.

Estes instantâneos são a prova de que «A Humanidade não é uma abstracção retórica, é carne sofredora e espírito ansioso, e é também uma esperança inesgotável.»

Eduardo Barata e Paulo Saraiva
setembro 2020

NOTA BIOGRÁFICA
Daiane Andrade é brasileira. Nasceu em 1982, em pleno inverno austral, mas crê no calor do afeto como elemento transformador de vidas. Jornalista, licenciou-se pelo UniBrasil Centro Universitário em 2013, quando também lançou o livro-reportagem A Trajetória dos Condenados - Rememórias. Escrever é, sem surpresa, uma das suas paixões. Fotografia e rádio também o são. Especializou-se em Jornalismo Literário pela Faculdade Vicentina (2014) e chegou a Coimbra (2019) para estudar no Mestrado em Relações Internacionais - Estudos da Paz, Segurança e Desenvolvimento da FEUC. Já atuou na rádio como produtora, repórter, editora, apresentadora e correspondente internacional. Também tem passagens por jornais e pelos bastidores da televisão; estar diante das câmaras sempre fez aflorar os pudores da sua timidez. Considera-se aprendiz do mundo e pessoa em construção. Recentemente, desenvolveu um gosto especial por livros de ficção - diz que mesmo a pior quimera é melhor que certas realidades, mas mantém a fé na capacidade humana de reinventar-se. E de retratar-se.