Relações Internacionais

A licenciatura em Relações Internacionais (1º ciclo) visa proporcionar uma formação multi-disciplinar e inter-disciplinar nas áreas de economia, sociologia, direito, história e ciência política com incidência no universo das relações internacionais, conferindo competências essenciais para o exercício de vasto leque de funções.

A licenciatura em Relações Internacionais abre uma possibilidade de frequentar o Curso Integrado de Coimbra-Bordéus.

Tipo de Curso | 1º Ciclo / Licenciatura
Coordenador/a do Curso | André Saramago
Numerus Clausus (vagas) | 41
Duração | 3 anos
Prova de Ingresso | Prova nacional: Economia ou Português ou História

¬ DGES - Guia Geral de Exames 2021

Plano Curricular indicativo
ano letivo 22-23 | Unidades curriculares - Conteúdos programáticos
ano letivo 21-22 | Unidades curriculares - Conteúdos programático

Apresentação


A Licenciatura em Relações Internacionais (1º Ciclo) visa proporcionar uma formação multi-disciplinar e inter-disciplinar nas áreas da Economia, Sociologia, Direito, História e Ciência Política com incidência no universo das Relações Internacionais, conferindo aos/às licenciados/as competências essenciais para o exercício de vasto leque de funções.

Para todos os/as estudantes que se inscrevam pela primeira vez e que o solicitem, é designado um/a Tutor/a que o/a acompanha ao longo do 1º Ciclo e o/a aconselha na escolha do perfil de curso que melhor se adapte às suas preferências e aptidões.

¬ Regime Tutorial

Estrutura curricular


A Licenciatura em Relações Internacionais (1º Ciclo), com a duração de três anos (seis semestres), é atribuída a quem obtiver 180 ECTS, repartidos de acordo com a estrutura curricular por unidades curriculares obrigatórias (150 ECTS) e optativas (30 ECTS).

A inscrição nas unidade curriculares optativas está sujeita à aprovação pela coordenação de forma a assegurar o cumprimento dos regulamentos e dos limites de inscrições em cada unidade curricular.

» A seleção das unidades curriculares de opção deverá ter em consideração o número de ECTS opcionais mínimo e máximo previsto por área científica na tabela de estrutura curricular. Assim, na área científica “Ciência Política-Relações Internacionais” poderão ser escolhidos entre 0 e 18 ECTS; nas de “Direito”, “História”, “Língua Estrangeira” e “opção de Lista Aberta” entre 0 e 12 ECTS; nas de “Antropologia”, “Economia”, “Gestão” e “Sociologia” entre 0 e 24 ECTS.

» Na seleção das unidades curriculares de opção deverá ter em consideração a informação relativa às Calendário, Vagas e Condições de Seriação.

Os/as estudantes que reúnam pelo menos 30 ECTS em unidades curriculares de opção numa das áreas científicas das restantes licenciaturas (Economia, Gestão, Sociologia) obtêm um menor nessa área científica. Os menores consistem em componentes secundárias específicas, que permitem alargar as competências adquiridas, reforçando, assim, a sua preparação em áreas específicas do seu interesse.

A inscrição nos menores carece de candidatura, sujeitas ao cumprimento dos critérios e das vagas definidas anualmente.

¬ Candidaturas

Prémio FEUC Exemplar 1º CICLO


O prémio de mérito “FEUC Exemplar 1º CICLO” visa galardoar os melhores estudantes das Licenciaturas em Economia, Sociologia, Gestão e em Relações Internacionais, incentivando a continuidade dos seus estudos e a realização de investigação científica na Faculdade. Esta distinção consiste na oferta, em cada ano letivo, ao/à melhor estudante de uma das quatro licenciaturas, de um apoio à investigação com o valor mensal de 350€, durante 18 meses consecutivos, com início em outubro do ano letivo subsequente ao ano de conclusão da licenciatura.

Acesso a um nível de estudos superior


No ano letivo de 2015-2016, o acesso ao mestrado em Relações Internacionais da FEUC (2º Ciclo) é ainda assegurado a todos/as os/as estudantes que concluam a licenciatura em Relações Internacionais no ano letivo de 2014-2015. Por recomendação da A3ES este acesso direto será, em breve, extinto, pelo que 2015-2016 constituirá já um ano de transição.

Saídas Profissionais


A formação multi e inter-disciplinar em Relações Internacionais, combinando as componentes teórica e prática, capacita os/as licenciados/as ao desempenho de funções variadas, quer em termos de investigação, quer de atividade profissional. Salientam-se atividades em gabinetes de relações internacionais de Câmaras Municipais, empresas, organizações internacionais, instituições de ensino e/ou investigação.

O Núcleo de Relações Internacionais tem vindo a desenvolver uma maior articulação com o mercado de trabalho, nomeadamente através da angariação de estágios para os/as seus alunos/as, designadamente do 1º e 2º ciclo mas também para os recém-licenciados/as. As alterações introduzidas pelo processo de Bolonha foram um bom catalisador deste esforço desenvolvido pelo Núcleo de Relações Internacionais que, com a colaboração do aparelho institucional da FEUC possibilitou a assinatura de protocolos de cooperação com diversas instituições com vista à realização desses estágios. Os resultados mostram que esta iniciativa tem vindo a ter um assinalável sucesso, expresso nos diversos protocolos assinados no ano de adaptação dos ciclos de Estudos às exigências da reforma de Bolonha.

Protocolos Celebrados:
Acão para a Justiça e Paz (3 de novembro de 2009)
Amnistia Internacional (8 de março de 2007)
Assistência Médica Internacional (16 de agosto de 2007)
ATLAS – Associação de Cooperação para o Desenvolvimento (19 de junho de 2009)
Centro de Estudos Sociais (18 de outubro de 2007)
Centro de Informação Europeia Jacques Delors (23 de maio de 2008)
Centro Norte-Sul do Conselho da Europa (25 de outubro de 2007)
Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental (1 de fevereiro de 2005)
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (9 de abril de 2008)
Conselho Português para os Refugiados (1 de setembro de 2007)
Departamento de Cooperação e Relações Internacionais do Conselho Empresarial do Centro/ Câmara de Comércio e Indústria do Centro (3 de dezembro de 2007)
Euronatura: Centro para o Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentado (1 de março de 2007)
Instituto de Defesa Nacional (20 de dezembro de 2004)
Ministério dos Negócios Estrangeiros (22 de outubro de 2007)
Saúde em Português – Associação de Profissionais de Cuidados de Saúde Primários dos países de Língua Portuguesa (25 de junho de 2009)

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