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CLP

Centro de Literatura Portuguesa

Atividades 2014

22 de janeiro

Cartaz - Revista de Estudos Literários_3

Lançamento do Volume 3 da Revista de Estudos Literários


Mesa redonda
Telmo Verdelho (Universidade de Aveiro)
Rosa Maria Sequeira (Universidade Aberta)
Rui Mateus (CLP/FLUC)

Sala do CLP (7º piso), 15h00


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31 de janeiro 
Cartaz - Ricardo Namora: ‘Textos com efeitos: estética e «e-filologia»'

Seminário: O que são os estudos literários digitais? [2]


Ricardo Namora, investigador do CLP e docente do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura, leciona um seminário intitulado «Textos com efeitos: estética e ‘e-filologia’», no dia 31 de janeiro de 2014, pelas 11h00, na Sala de Ferreira Lima (6º piso, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra). Trata-se do segundo seminário do ciclo anual «O que são os ‘Estudos Literários Digitais’?», organizado pelo Doutoramento em Materialidades da Literatura. Este ciclo seleciona um corpo de referências teóricas que nos ajudem a debater temas importantes na reflexão atual sobre as Humanidades e, em particular, sobre o modo como a cultura digital altera as nossas práticas de comunicação, ensino e investigação.

Programa do seminário

1. Rommel, Thomas (2004). ‘Literary Studies’ A Companion to Digital Humanities, eds. Susan Schreibman, Ray Siemens, John Unsworth. Oxford: Blackwell, 2004, pp. 88-96. 
2. Crane, Gregory, David Bamman, and Alison Jones (2008). ‘ePhilology: When the Books Talk to Their Readers’, A Companion to Digital Literary Studies, eds. Susan Schreibman and Ray Siemens. Oxford: Blackwell, 2008, pp. 29-64. 


Organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa de Doutoramento FCT)


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14 de fevereiro 
Seminário Transversal | Joseph Tabbi

Seminário Transversal, por Joseph Tabbi


Joseph Tabbi leciona um seminário transversal, intitulado «Relocating the Literary: In Networks, Knowledge Bases, Global Systems, Material and Mental Environments», no dia 14 de fevereiro de 2014, pelas 14h30, na Sala de Informática (3º piso, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra).

Joseph Tabbi foi um dos fundadores da Electronic Literature Organization em 1999 e é Professor da Universidade de Illinois em Chicago, onde é atualmente diretor adjunto do Departamento de Inglês. No corrente ano letivo, leciona na Universidade de Colónia como Professor Visitante. Especialista em ficção pós-modernista norte-americana, Joseph Tabbi é autor dos livros Postmodern Sublime (Cornell University Press, 1995) e Cognitive Fictions (University of Minnesota Press, 2002).

Organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa de Doutoramento FCT)


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21 de fevereiro 
Cartaz - Conferência Tom Earle

Conferência por Tom Earle: «As edições críticas, a cotação que têm nos estudos literários britânicos, e o caso português»


Realizou-se no dia 21 de fevereiro uma conferência pelo Prof. Tom Earle (Univ. de Oxford), intitulada «As edições críticas, a cotação que têm nos estudos literários britânicos, e o caso português».

Tom Earle’s researches are concerned with Portuguese literature in the early modern period, especially poetry and drama; the historiography of the Portuguese expansion in Africa and Asia; scholarly editing; the history of the book, concentrating on books in Oxford libraries written in Latin by Portuguese scholars before 1640.

A conferência teve lugar na Sala do CLP (7º piso).

Organização:
Centro de Literatura Portuguesa
Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos


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27 de fevereiro 
Cartaz - Seminário por Richard Zenith

Conferência por Richard Zenith: «Ver claramente visto, e lido, o texto»

Conferência pelo escritor e editor pessoano Richard Zenith. A visita de Richard Zenith à Universidade de Coimbra decorreu no âmbito do projeto «Nenhum Problema Tem Solução: Um Arquivo Digital do Livro do Desassossego» (CLP, Universidade de Coimbra, 2012-2015, referência COMPETE: FCOMP-01-0124-FEDER-019715; referência: PTDC/CLE-LLI/118713/2010). Este seminário foi uma organização conjunta do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura e dos Programas de Mestrado e Doutoramento em Literatura Portuguesa: Investigação e Ensino.

Quinta-feira, dia 27 de fevereiro de 2014, 14h30.
Sala Ferreira Lima (6º Piso, FLUC).


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7 de março 



Cartaz - Conferência Gérson Werlang

Conferência por Gérson Werlang: «A Música na Literatura de Erico Verissimo: Paisagem Ficcional, Educação Musical e História»

Gérson Werlang, professor Titular da Universidade de Passo Fundo, proferiu uma conferência intitulada «A Música na Literatura de Erico Verissimo: Paisagem Ficcional, Educação Musical e História», no dia 7 de março de 2014, pelas 16h00, na Sala do Centro de Literatura Portuguesa (7º piso) da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Esta conferência foi uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT) e da Pós-graduação em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino.

Resumo
Esta conferência propõe um passeio por três romances do escritor brasileiro Erico Verissimo, em que o aspeto primordial a ser analisado é a presença da música. Esta análise é um extrato de meu trabalho de doutoramento, publicado no Brasil com o título A Música na obra de Erico Verissimo: polifonia, humanismo e crítica social (2011), onde analiso os aspetos musicais em toda a obra ficcional do escritor. Os aspetos aqui selecionados são relativos à ambientação musical, que chamo de paisagem musical, a partir de conceito desenvolvido por Murray Schafer; e também as relações históricas entre música e sociedade, como elas surgem nos romances de Erico Verissimo.

Gérson Werlang é pós-doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal de Santa Maria-RS, Brasil. Possui graduação em Música pela Universidade Federal de Santa Maria (1995) e Mestrado em Música pela University of Miami-USA (1999). Atualmente é professor Titular da Universidade de Passo Fundo e Coordenador de Pesquisa da Faculdade de Artes e Comunicação da mesma universidade.  Tem experiência na área de Artes e Letras, com ênfase em Música. É doutor em Letras – Estudos Literários – Universidade Federal de Santa Maria, na área de Literatura Comparada, com tese que compreende as áreas de Música e Letras. Mantém pesquisas nas áreas de criação da canção, composição e em interfaces entre a música erudita e popular, história da música, música e literatura e produção musical. Estuda as possibilidades educacionais da música popular nas escolas. Na área de letras, também pesquisa as interações entre literatura e música, onde possui obras publicadas sobre a matéria.


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17 de março

Cartaz - Colóquios Vieirianos

Colóquios Vieirianos: Padre António Vieira e a Epistolografia no Século XVII

Realizou-se no dia 17 de março a sessão «Colóquios Vieirianos: Padre António Vieira e a Epistolografia no Século XVII».

Colóquio organizado pelo Centro de Literatura Portuguesa e pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino.

Moderador: Paulo Silva Pereira

(CLP, Universidade de Coimbra)


Vieira, Entre a realidade denunciada e a utopia construída

José Eduardo Franco (CLEPUL, Fac. de Letras da Universidade de Lisboa)


A Escritura do Intervalo: A Poética Epistolar de António Vieira

Maria Regina Barcelos Bettiol (Bolseira de Pós-Doutoramento - CAPES/Brasil)


As Artes de não-Poder: As Cartas de Vieira como expressões da vida do autor e do seu século

Carlos Alberto de Seixas Maduro (CLEPUL, Fac. de Letras da Universidade de Lisboa)


Anfiteatro IV da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.


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30 de março

Cartaz - Seminário Transversal, por Sara Augusto

Seminário Transversal, por Sara Augusto

Sara Augusto, autora de vários estudos sobre ficção maneirista e barroca, lecionou um seminário transversal intitulado «Emblemática e Ficção», no dia 4 de abril de 2014 na Sala Ferreira Lima (6º piso, FLUC). Este seminário foi uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT).

Resumo
Num contexto cultural e artístico dominado pelo investimento em estruturas visuais de grande impacto, que incluíam as manifestações de “arte efémera” (mesmo que não fosse essa a intenção, como aconteceu com a Basílica Patriarcal ou a Ópera do Tejo, que sucumbiram ao Terramoto de Lisboa), e num contexto literário em que a utilização da alegoria se tornou comum e desejada, a ficção narrativa não podia ficar alheia ao poder da imagem. Inserindo este estudo em trabalhos já realizados (A alegoria na ficção romanesca do maneirismo e do barroco), em projetos em desenvolvimento (no contexto das Materialidades da Literatura), e num percurso pessoal de investigação, pretende-se mostrar como se estabeleceu esta relação entre imagem e narrativa ficcional. Nesta abordagem, vão ser tidas em conta as seguintes questões: periodização literária e codificação, alegoria, representação emblemática e arte efémera.

Sara Augusto é investigadora no Centro de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e docente do Programa de Doutoramento Estudos Avançados em Materialidades da Literatura. Doutorada e pós-doutorada em Literatura Portuguesa. Foi professora na Faculdade de Letras da Universidade Católica, onde lecionou desde 1991 a 2007, no âmbito da Literatura Portuguesa e das Literaturas de Língua Portuguesa e colaborou em cursos de pós-graduação com as Faculdades de Letras da Universidade de Lisboa e da Universidade do Porto. No âmbito das suas áreas de formação, de lecionação e investigação, apresentou trabalhos e publicou em Portugal e no estrangeiro.


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11 de abril

Cartaz - Meta_Body: Aula Aberta de Catarina Carneiro de Sousa

Meta_Body: Aula Aberta de Catarina Carneiro de Sousa

Catarina Carneiro de Sousa, artista digital e professora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu, lecionou uma aula aberta intitulada «Meta_Body: O avatar enquanto construção partilhada», no dia 11 de abril de 2014 na Sala Ferreira Lima (6º piso, FLUC). Esta aula aberta foi uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT).

Resumo
O corpo virtual é um corpo metafórico e como tal torna-se uma plataforma aberta à experimentação e à possibilidade. A apropriação metafórica do corpo digital no metaverso torna-se, neste momento, um território fundamental de novas linguagens e experiências estéticas, por um lado, e de inevitável reconstrução de conceitos, por outro. Iremos abordar a constituição de uma corporeidade virtual enquanto processo criativo partilhado de construção, transformação e incorporação de avatares. Vamos explorar os seus aspetos metafóricos e abordar a possibilidade de um processo criativo enquanto experiência estética de um projeto de arte participativa realizado em ambiente virtual.

Catarina Carneiro de Sousa
(aka CapCat Ragu) é uma artista portuguesa nascida no Porto, com formação inicial em Artes Plásticas e Estudos Artísticos. É doutoranda do Curso de Doutoramento em Arte Contemporânea do Colégio das Artes da Universidade de Coimbra e assistente convidada da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu. Desde 2008 tem dedicado a sua investigação e atividade artística a ambientes virtuais, concepção de avatares e construções digitais.


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11 de abril

Cartaz - (sem) Rede

Os contos de ukamba kimba

Realizou-se no dia 11 de abril no Anfiteatro I da FLUC, a apresentação do livro póstumo de João-Maria Vilanova, Os contos de ukamba kimba, com a presença dos escritores angolanos Luandino Vieira e Lopito Feijóo K. e dos membros do CLP Lola G. Xavier e Osvaldo Silvestre. Sessão com o apoio do Mestrado e Doutoramento em Literatura de Língua Portuguesa - Investigação e Ensino e do CLP/FCT.

Foram lidos trechos do longo poema inédito «Kwanza», de João-Maria Vilanova.


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30 de abril

Cartaz - Escrita e Cinema

Escrita e Cinema: Lançamento do número 2 da «MATLIT: Revista do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura»

No dia 30 de Abril teve lugar, na Sala Ferreira Lima, a apresentação pública do nº 2 de MATLIT. Revista do Programa de Doutoramento ‘Estudos Avançados em Materialidades da Literatura’, dedicado ao tema «Escrita e Cinema». Este segundo número foi organizado por Osvaldo Manuel Silvestre e Clara Rowland.

São publicados artigos de Jeffrey Childs, Amândio Pereira Reis, Sonia Miceli, José Bértolo, Rosângela Fachel de Medeiros, Francisco Frazão, Maria Joana Melo e Ricardo Namora. Clara Rowland e Susana Nascimento Duarte entrevistam Tom Conley, e a secção 'Mediarama' é dedicada a sítios web e blogues sobre cinema e literatura. São publicadas ainda 8 recensões de obras e exposições recentes.

Todos os textos se encontram disponíveis em formato html e pdf. A revista adota uma política de acesso integral livre, podendo todos os textos ser lidos em linha ou transferidos para uso pessoal. O acesso pode ser feito a partir do índice geral.


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15 de maio

Cartaz - Jean-Pierre Balpe: «Qu’est le texte génératif?»

Jean-Pierre Balpe: «Qu’est le texte génératif?»


Jean-Pierre Balpe lecionou um seminário transversal intitulado «Qu’est le texte génératif?», no dia 15 de maio de 2014, pelas 15h00, na Sala 6 (4º piso, FLUC). Este seminário foi uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT).

Jean-Pierre Balpe, oficial da Ordem das Artes e das Letras da República Francesa, é Professor Emérito da Universidade de Paris VIII, tendo sido um dos precursores na criação e teorização da literatura eletrónica desde a década de 1970. Dedicou grande parte da sua carreira académica à investigação da relação entre literatura e computador. Foi diretor do departamento de hipermédia da Universidade de Paris VIII, entre 1990 e 2005, co-diretor do Centro de Investigação Interdisciplinar em Estética Digital (Paris VIII), e co-fundador, com Maurice Benayoun, do CITU (Création Interactive Transdisciplinaire Universitaire), que co-dirigiu até 2005. Foi também coordenador do Laboratoire Paragraphe entre 1990 e 2004. Jean-Pierre Balpe é autor de poesia, ficção e ensaio. A sua extensa obra de literatura eletrónica carateriza-se pela exploração da geratividade, quer em formas textuais, quer em formas multimédia. Publicadas em suportes digitais autónomos, distribuídas em linha ou apresentadas em instalações multimédia, muitas das suas obras resultam da permutação e recombinação automática de outros textos. Jean-Pierre Balpe é igualmente autor de diversos geradores textuais automáticos. Recebeu o Grande Prémio Multimédia da Société des Gens de Lettres em 1999 pelo romance La Toile (éd. CYLIBRIS). Da sua investigação teórica, destaque-se o livro Contextes de l’art numérique (éd. Hermés, 2000).


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20 de maio

Cartaz - Gérson Werlang em concerto

Gérson Werlang em concerto

Teve lugar no dia 20 de Maio, pelas 21.30h, na Casa das Caldeiras (Sala do Carvão) um concerto com Gérson Werlang, promovido pelo Doutoramento e Mestrado em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino, pelo Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura e pelo Centro de Literatura Portuguesa.

Gérson Werlang é pós-doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal de Santa Maria-RS, Brasil. Possui graduação em Música pela Universidade Federal de Santa Maria (1995) e Mestrado em Música pela University of Miami-USA (1999). Atualmente é professor Titular da Universidade de Passo Fundo e Coordenador de Pesquisa da Faculdade de Artes e Comunicação da mesma universidade. Tem experiência na área de Artes e Letras, com ênfase em Música. É doutor em Letras – Estudos Literários – Universidade Federal de Santa Maria, na área de Literatura Comparada, com tese que compreende as áreas de Música e Letras. Mantém pesquisas nas áreas de criação da canção, composição e em interfaces entre a música erudita e popular, história da música, música e literatura e produção musical. Estuda as possibilidades educacionais da música popular nas escolas. Na área de letras, também pesquisa as interações entre literatura e música, onde possui obras publicadas sobre a matéria.

Participaram ainda no evento a Prof.ª Raquel Trentin, da Universidade Federal de Santa Maria – RS, que se encontra em Coimbra a realizar um Pós-doutoramento no Centro de Literatura Portuguesa, e Cristiane Werlang.


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21 de maio

Cartaz - A Correspondência de Fradique Mendes

Lançamento da edição crítica de 'A Correspondência de Fradique Mendes (Memórias e Notas)'

Lançamento de 'A Correspondência de Fradique Mendes (Memórias e Notas)', décimo quinto volume da coleção Edição Crítica de Eça de Queirós, coordenada por Carlos Reis. Este volume conta com a colaboração de Maria João Simões e Irene Fialho.

A apresentação esteve a cargo de Ivo Castro e teve lugar no auditório da Biblioteca Nacional, no dia 21 de maio de 2014, às 18.00h.     


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23 de maio

Cartaz - A literatura fantástica no Brasil: espaços do medo e práticas de subjetivação

A literatura fantástica no Brasil: espaços do medo e práticas de subjetivação

Realizou-se no dia 23 de maio, pelas 17 horas, na sala do CLP da FLUC, uma Aula Aberta pela Profª. Doutora Marisa Martins Gama-Khalil, da Universidade Federal de Uberlândia, intitulada 'A literatura fantástica no Brasil: espaços do medo e práticas de subjetivação'. Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa e pelo Mestrado e Doutoramento em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino.


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23 de maio

Cartaz - Judd Morrissey: Operations in Mixed Reality

Judd Morrissey: «Operations in Mixed Reality» | «Operatus»

Realizou-se no dia 23 de maio, pelas 11 horas, no Anfiteatro II da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, uma palestra pelo artista Judd Morrissey,  do Art Institute of Chicago, intitulada «Operations in Mixed Reality».

Nesse mesmo dia, pelas 21.30 horas, na Casa das Caldeiras, realizou-se também uma performance pelo artista Judd Morrissey intitulada «Operatus».

Operations in Mixed Reality (11h Anf. II, FLUC)
This artist's talk addresses generative practices and the use of ubiquitous computing within contemporary digital poetry and performance. Through discussing projects that merge computational writing with live performance and de-centralize the screen through the integration of augmented reality, the talk examines new aesthetics and possibilities emerging from the synthesis of body and machine, code and language, and physical and virtual space. At the core of the talk are Morrissey's Fulbright project "Electronic Writing in Mixed and Augmented Reality" and the work of Anatomical Theatres of Mixed Reality, an interdisciplinary collective he co-founded in 2012.

Operatus (21.30h Casa das Caldeiras)
Operatus is a live performance of a generative narrative-poetic system distributed between screens, interactive objects and augmented reality overlays. The work engages a range of historical and contemporary contexts of observation and forensic analysis including early modern surgical theaters, the deductive logic of Sir Arthur Conan Doyle, and The Stud File, a methodical archive of personal evidence documenting the sexual exploits of Samuel Steward, a 20th century tattoo artist, pornographer, and friend of Gertrude Stein.

Organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa de Doutoramento FCT), com o apoio da Fulbright Comission in Portugal.


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23 de maio

Cartaz - Américo Rodrigues: Porta-Voz

Américo Rodrigues: «Porta-Voz»

Realizou-se no dia 23 de maio, pelas 21.30 horas, na Casa das Caldeiras, a apresentação ao vivo do último disco de poesia sonora de Américo Rodrigues, intitulado "Porta-voz".

"Porta-Voz" é o meu mais recente disco de poesia sonora, depois de ”O despertar do funâmbulo”, “Escatologia”, “Aorta tocante” e “Cicatriz:ando”. Nesta performance, com base naquele registo fonográfico, pretendo levar ao extremo o desafio que há anos coloquei a mim mesmo: a voz como poesia, a poesia como voz. Nesta poética do som, o autor está todo implicado: corpo, palavras, respirações. Tudo é material sónico: o riso, o barulho da língua contra os dentes, a saliva a circular, o grito, o choro, a dor, os ruídos internos, o estertor, etc. Tudo pode ser material poético. Este trabalho é marcado pela música (jazz, tradicional e do Paleolítico), mas também pela ironia, pela política e pelo absurdo. Palavras com sentido(s) e libelos contra a “tirania da significação”. Oralidade.
(Américo Rodrigues)

23 de maio de 2014, 21h30
Casa das Caldeiras
Organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa de Doutoramento FCT)


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30 de maio

Cartaz - Uma História da Literatura em torno da brasilidade

Uma História da Literatura em torno da brasilidade

Realizou-se no dia 30 de maio, pelas 9 horas, na sala do CELGA da FLUC, uma Aula Aberta por William Craveiro, intitulada "Uma História da Literatura em torno da brasilidade". Atividade organizada pelo 2º Ciclo em Português como Língua Estrangeira e Língua Segunda (PLELS), com o apoio do Programa de Doutoramento em Literatura de Língua Portuguesa e do CELGA (Centro de Estudos de Linguística Geral e Aplicada da Universidade de Coimbra).


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6 de junho

Cartaz - Patrícia Vieira e Pedro Serra

Patrícia Vieira e Pedro Serra, «Imagens a Fio»

Patrícia Vieira e Pedro Serra fizeram uma palestra no dia 6 de junho de 2014, pelas 15h00, na Sala Ferreira Lima (6º piso, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), intitulada «Imagens a Fio: Documentário, Política e Sociedade». Nesta palestra foi apresentada a obra Imagens Achadas: Documentário, Política e Processos Sociais em Portugal (Lisboa: Colibri, 2014), organizada por ambos os autores. Esta iniciativa é uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT).

Resumo
Imagens Achadas propõe um percurso através do documentário em Portugal, dos seus momentos áureos e obras de referência, assim como das suas descontinuidades, falsas partidas e projetos inacabados, salientando o nexo entre documentarismo e processos sociopolíticos. A secção que abre o volume, «Crítica e Política do Documentário Cinematográfico», inclui ensaios que abordam a relação instável entre documentário, política e realidade. A segunda parte, «Documentário, Propaganda e Resistência», é dedicada ao documentarismo das primeiras três décadas do Estado Novo. Os ensaios reunidos na secção «Novo Documentário e Transformações Sociais» analisam as metamorfoses do documentarismo português resultantes da renovação estética do Novo Cinema e, posteriormente, da revolução do 25 de abril de 1974. O volume encerra com «Tendências do Documentarismo na Atualidade», onde se assinalam alguns dos traços mais proeminentes do documentário português atual.

Patrícia Vieira é Professora Associada de Literatura Comparada, de Espanhol e Português, e de Estudos de Cinema na Universidade de Georgetown e Investigadora do Centro de Governança Democrática – Globernance. É autora dos livros Portuguese Film 1930-1960: The Staging of the New State Regime (2013), tradução revista de Cinema no Estado Novo: A Encenação do Regime (2011), e de Seeing Politics Otherwise: Vision in Latin American and Iberian Fiction (2011). Co-editou ainda o volume Existential Utopia: New Perpectives on Utopian Thought (2011) e Imagens Achadas: Documentário, Política e Processos Sociais em Portugal (2014). Co-dirige a série Future Perfect: Images of the Time to Come in Philosophy, Politics and Cultural Studies da editora Rowman and Littlefield. Contribui regularmente para periódicos como Público, Aljazeera Online, The New York Times e LA Review of Books.

Pedro Serra é professor Titular da Universidade de Salamanca, Departamento de Filologia Moderna, onde é responsável sobretudo por disciplinas de literatura portuguesa. Os seus âmbitos de ensino incluem, ainda, o barroco em Portugal e a poesia portuguesa contemporânea. É investigador do Seminario Discurso Legitimación Memoria (Universidade de Salamanca) e do Centro de Literatura Portuguesa (Universidade de Coimbra). Coordenador desde 2007 do curso de doutoramento em Filologia Moderna e, a partir de 2008, subdiretor do Departamento de Filologia Moderna da Universidade de Salamanca, onde coordena a licenciatura em Estudos Portugueses e Brasileiros. Pedro Serra é ainda docente do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura, desde a sua primeira edição em 2010. Da sua extensa obra de edição e ensaio, refiram-se os últimos títulos:  Nuno Júdice, Devastación de sílabas (com edição, introdução e tradução de Pedro Serra; Ediciones Usal | Patrimonio Nacional,  Salamanca, 2013); Aula de los medios. Poesía, cine y fotografía en el Seminario Permanente Arcadia Babélica (com edição de Pedro Serra; Ediciones Usal,  Salamanca, 2012) e Estampas del imperio. Del barroco a la modernidad tardía portuguesa (Ediciones Sequitur,  Madrid, 2012).


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25 de junho

Cartaz - Álvaro Seiça: «Um Feixe Luminoso: Uma Leitura da Coleção de Literatura Eletrónica Portuguesa»

Álvaro Seiça, «Um Feixe Luminoso»

Álvaro Seiça realizou uma palestra no dia 25 de junho de 2014, pelas 15h00, na Sala Ferreira Lima (6º piso, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), intitulada «Um Feixe Luminoso: Uma Leitura da Coleção de Literatura Eletrónica Portuguesa». Nesta palestra foi apresentada a Coleção de Literatura Eletrónica Portuguesa que integra a base de dados ELMCIP (Electronic Literature as a Model of Creativity and Innovation in Practice, projeto da Universidade de Bergen coordenado por Scott Rettberg) Esta iniciativa é uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT), em colaboração com o Programa de Cultura Digital da Universidade de Bergen.

Resumo
A Coleção de Literatura Electrónica Portuguesa, na base de dados ELMCIP, pretende abordar e recolher as obras criativas e teóricas mais relevantes produzidas por autores portugueses no campo da literatura electrónica, durante os últimos quarenta e cinco anos. A coleção agrega também autores, eventos, organizações, editoras, periódicos, publicações, conferências, performances, instalações e exposições que estejam relacionadas com o contexto português.

Álvaro Seiça (1983, Aveiro, Portugal) publicou quatro livros de poesia, sendo Ö (2014) e permafrost: 20+1 zeptopoemas sms (2012) os mais recentes. Concluiu o mestrado em literatura norte-americana contemporânea, com a tese “Transdução: Processos de Transferência na Literatura e Arte Digitais” (Universidade de Évora, 2011), vencedora do Prémio Moser 2013. Seiça tem publicado poemas e ensaios em diversas revistas. Em 2007, co-fundou a Bypass, um projecto editorial e curatorial nómada. Actualmente, vive em Bergen, na Noruega, onde trabalha como PhD Fellow em Cultura Digital na Universidade de Bergen. http://alvaroseica.net


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8 de julho

Cartaz - Veronica Stigger, «Maria Martins e a Amazônia: entre a palavra e a imagem»

Veronica Stigger, «Maria Martins e a Amazônia: entre a palavra e a imagem»

Veronica Stigger fez uma conferência no dia 8 de julho de 2014, pelas 15h00, na Sala Ferreira Lima (6º piso, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), intitulada «Maria Martins e a Amazônia: entre a palavra e a imagem». Esta iniciativa foi uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT), em colaboração com o Programa de Pós-graduação em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino.

Resumo
Em sua terceira exposição individual, realizada em Nova York em 1943, a escultora brasileira Maria Martins apresentou oito peças em bronze que representavam personagens da mitologia amazônica. Essas peças apareciam acompanhadas de um catálogo, em inglês, no qual Maria Martins narra brevemente os mitos que envolviam as oito personagens: Amazônia, Cobra Grande, Boiúna, Yara, Yemenjá, Aiokâ, Iacy e Boto. Se antes suas esculturas tendiam a uma representação mais tradicional da figura humana, com contornos definidos, agora as personagens, embora ainda reconhecíveis, se fundem a um emaranhado de folhas e galhos que fazem as vezes da floresta tropical. A figura humana começa, a partir de então, a se integrar à natureza, confundindo-se com esta e, em última instância, metamorfoseando-se nela. Pretende-se mostrar aqui como o encontro com o imaginário amazônico determina uma mudança decisiva na concepção formal dos trabalhos de Maria Martins. Para tal, relacionaremos sua obra com todo um pensamento brasileiro moderno (e não só modernista) da forma como formação incessante, presente, por exemplo, em Euclides da Cunha, Raul Bopp e Mário de Andrade, para os quais a Amazônia também foi uma paisagem determinante.

Escritora, crítica de arte e professora universitária, Veronica Stigger é doutorada em Teoria e Crítica de Arte pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorada pela Università degli Studi di Roma “La Sapienza” e pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP). É coordenadora do curso de Criação Literária da Academia Internacional de Cinema e professora das Pós-Graduações em História da Arte e em Fotografia da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Entre seus livros, estão O trágico e outras comédias (Coimbra: Angelus Novus, 2003; Rio de Janeiro: 7Letras, 2004 e 2007 [2ª ed.]), Gran Cabaret Demenzial (São Paulo: Cosac Naify, 2007), Os anões (São Paulo: Cosac Naify, 2010) e Opisanie świata (São Paulo: Cosac Naify: 2013; Prêmio Machado de Assis de 2013, da Fundação Biblioteca Nacional).


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8 de julho

Cartaz - Eduardo Sterzi, «Saudades do mundo: atualidade do Guesa»

Eduardo Sterzi, «Saudades do mundo: atualidade do Guesa»

Eduardo Sterzi fez uma conferência no dia 8 de julho de 2014, pelas 15h00, na Sala Ferreira Lima (6º piso, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), intitulada «Saudades do mundo: atualidade do Guesa». Esta iniciativa foi uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa Doutoral FCT), em colaboração com o Programa de Pós-graduação em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino.

Resumo
O poema épico O Guesa, de Joaquim de Sousa Andrade – ou Sousândrade, como preferia grafar –, é uma das obras fundamentais da literatura brasileira, embora só reconhecida como tal a partir de sua reivindicação pelos poetas concretistas Augusto de Campos e Haroldo de Campos em 1964. Essa reivindicação baseava-se, então, sobretudo no experimentalismo formal do autor recuperado. No entanto, como, de resto, reconheciam os próprios responsáveis pela sua reavaliação, aquele experimentalismo alicerçava-se numa visão política que era também revolucionária, de quem, pela primeira vez na literatura brasileira, ousava olhar de frente e figurar poeticamente a devastação produzida pelo capitalismo financeiro global (não por acaso, a mais inovadora seção do poema é conhecida como “O Inferno de Wall-Street”). Propõe-se aqui uma releitura do Guesa a partir não apenas do realce dessas conexões entre experiência poética e visão política, mas também a partir da constatação de significativos paralelismos entre a obra de Sousândrade e aquelas do escritor chileno Roberto Bolaño e do artista plástico brasileiro Paulo Nazareth – paralelismos que, espera-se demonstrar, nos ajudam a perceber com maior clareza a atualidade do Guesa.

Escritor, crítico e professor de teoria literária na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), no Brasil, Eduardo Sterzi doutorou-se com tese sobre a Vida Nova de Dante Alighieri na mesma universidade. Publicou, entre outros, Prosa (poesia, 2001 – Prêmio Açorianos de Autor-Revelação em Poesia), A prova dos nove: alguma poesia moderna e a tarefa da alegria (ensaio, 2008), Por que ler Dante (ensaio, 2008), Aleijão (poesia, 2009 – segundo lugar no Prêmio Alphonsus de Guimaraens da Fundação Biblioteca Nacional) e Cavalo sopa martelo (teatro, 2011). Atualmente, pesquisa o tópos da terra devastada nas obras de um conjunto amplo de autores brasileiros e estrangeiros.


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15 a 18 de julho

Matlit - Summer SchoolCartaz - Materialidades da Literatura: Summer School 2


Materialidades da Literatura: Summer School

A Segunda Summer School em Materialidades da Literatura tem por título «XML TEI: Oficina de Introdução». Este curso visou dar a conhecer os princípios teóricos e as aplicações práticas da codificação de textos em XML (Extensible Markup Language) de acordo com a norma de codificação TEI (Text Encoding Initiative). Trata-se de uma formação dirigida especialmente (a) a quem planeia desenvolver projetos de codificação textual para edições digitais de diversos tipos de texto, (b) a quem está interessado em problemas de edição e representação textual em meio digital, e (c) a quem quiser compreender uma tecnologia usada em diferentes áreas disciplinares das humanidades digitais. Este curso não pressupõe qualquer conhecimento prévio desta linguagem de marcação. O curso teve a duração de 20 horas, sendo composto por um módulo de introdução ao XML TEI (2h30), seguido por sete módulos (17h30) de exercícios com diferentes tipologias textuais. A oficina foi lecionada por Manuel Portela, Diego Giménez e Tiago Santos. Os formadores integram o projeto ‘Arquivo Digital LdoD’, no âmbito do qual têm aplicado a norma TEI. No final do curso foi emitido um certificado de frequência.


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1 de agosto

Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro

Protocolo do CLP com o Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro


No passado dia 1 de agosto, no Rio de Janeiro, procedeu-se à assinatura de um protocolo de colaboração entre o Centro de Literatura Portuguesa e o Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro. No referido protocolo, assinala-se que  se trata de estabelecer  “relações de cooperação, comungando objetivos e concretizando iniciativas conjuntas, com vista à promoção de atividades de investigação e de transferência de conhecimentos, em sintonia com as (…) vocações institucionais” de cada uma das entidades signatárias. Algumas das atividades e domínios de trabalho previstos:   partilha de informações relevantes para o desenvolvimento de projetos de pesquisa,  preparação, edição e divulgação de publicações conjuntas, ações de intercâmbio de investigadores, acolhimento e orientação de estudantes de pós-graduação”.

O Real Gabinete Português de Leitura é uma instituição com quase dois séculos de existência. Desde a sua fundação, em 1837, o RGPL consagrou-se a atividades de promoção e difusão da cultura, designadamente junto da comunidade emigrante de origem portuguesa, tendo acumulado, ao longo da sua história, um acervo bibliográfico e documental muito rico.


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3 de setembro

 

Protocolo do CLP com a IUC: Edições em formato digital

Em reunião realizada no passado dia 3 de setembro, em que participaram o Coordenador Científico do Centro de Literatura Portuguesa e o Diretor da Imprensa da Universidade, Prof. Delfim Leão, foi acordado o desenvolvimento de colaboração regular entre ambas as entidades, no âmbito da edição em formato digital. Assim, estão desde já previstas  três iniciativas: a digitalização e disponibilização de obras editadas pelo CLP e pelo extinto Centro de Estudos Românicos;  a  disponibilização, em regime aberto, de  números já publicados da Revista de Estudos Literários; a  transferência, para formato digital, da Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós, em calendário  ponderado e com a anuência  da Imprensa Nacional-Casa da Moeda.


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6 de setembro

 

Protocolo do CLP com o CELGA


O Centro de Literatura Portuguesa (CLP) e  o Centro de Estudos de Linguística Geral e Aplicada (CELGA) da Faculdade de Letras de Coimbra  firmaram, no passado dia 6 de setembro, um protocolo de cooperação. Assenta o referido protocolo na comunhão de objetivos  comuns e na possibilidade de promoção de  iniciativas conjuntas, com vista à promoção de atividades de investigação e de transferência de conhecimentos.  Para além  do intercâmbio e partilha de informações, da  realização de reuniões científicas conjuntas e de outras atividades similares, o CLP e o CELGA partilharão  instalações atribuídas ou a atribuir pelo diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, bem como recursos humanos.

Está em curso, neste momento, o processo de  afetação da antiga sala de leitura do Instituto de Língua e Literatura Portuguesas a atividades relacionadas com os projetos de cada um dos centros de investigação.


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29 de setembro

Cartaz - Alcir Pécora: «João Lúcio de Azevedo - Biógrafo de Vieira»

Alcir Pécora: «João Lúcio de Azevedo - Biógrafo de Vieira»


Realizou-se no dia 29 de setembro, pelas 15 horas, na sala do CLP da FLUC, uma conferência pelo Prof. Alcir Pécora, da UNICAMP, intitulada «João Lúcio de Azevedo - Biógrafo de Vieira».

Alcir Pécora é Professor Titular da Área de Teoria Literária, no Departamento de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É doutorado pela Universidade de São Paulo, na área de Teoria Literária e Literatura Comparada, com a tese Teatro do Sacramento. A unidade teológico-político-retórica nos sermões de Vieira (1990; 1ª edição, 1995; 2ª edição, 2008). Os seus principais estudos abrangem os domínios da Oratória Sacra, Teoria e Crítica Literárias. Especialista na obra do Padre António Vieira, tem organizado também edições de diversos autores brasileiros contemporâneos como Hilda Hilst (1930-2004) e Roberto Piva (1937-2010). Escreve regularmente para o jornal Folha de São Paulo. Autor de uma extensa obra de edição e ensaio, entre os seus últimos livros refiram-se: como organizador, Índice das Coisas mais Notáveis (2010), Por Que Ler Hilda Hilst (2010); Estranhos Sinais de Saturno (2008); como autor, Medida por Medida (2013).


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1 de outubro

Cartaz - Alcir Pécora: «Contracultura, experimentalismo e desbunde na prosa brasileira dos anos 60 e 70»

Alcir Pécora: «Contracultura, experimentalismo e desbunde na prosa brasileira dos anos 60 e 70»


Alcir Pécora lecionou um seminário transversal intitulado «Contracultura, experimentalismo e desbunde na prosa brasileira dos anos 60 e 70», no dia 1 de outubro de 2014, pelas 15h00, na Sala de Estudos Brasileiros (5º piso, FLUC). Este seminário é uma organização do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura (Programa de Doutoramento FCT). Além deste seminário, Alcir Pécora fará ainda uma conferência no Centro de Literatura Portuguesa, a 29 de setembro de 2014, pelas 15h00 (7º piso, Sala do CLP), e a conferência de abertura do ano letivo 2014-2015 na Faculdade de Letras, a 30 de setembro, pelas 15h00 (Teatro Paulo Quintela, FLUC).

Alcir Pécora é Professor Titular da Área de Teoria Literária, no Departamento de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É doutorado pela Universidade de São Paulo, na área de Teoria Literária e Literatura Comparada, com a tese Teatro do Sacramento. A unidade teológico-político-retórica nos sermões de Vieira (1990; 1ª edição, 1995; 2ª edição, 2008). Os seus principais estudos abrangem os domínios da Oratória Sacra, Teoria e Crítica Literárias. Especialista na obra do Padre António Vieira, tem organizado também edições de diversos autores brasileiros contemporâneos como Hilda Hilst (1930-2004) e Roberto Piva (1937-2010). Escreve regularmente para o jornal Folha de São Paulo. Autor de uma extensa obra de edição e ensaio, entre os seus últimos livros refiram-se: como organizador, Índice das Coisas mais Notáveis (2010), Por Que Ler Hilda Hilst (2010); Estranhos Sinais de Saturno (2008); como autor, Medida por Medida (2013).


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7 e 9 de outubro

Cartaz - O Teatro de Ariano Suassuna

O Teatro de Ariano Suassuna


Realizou-se nos dias 7 e 9 de outubro, às 14h e 9h respetivamente, no Anfiteatro II e III da FLUC, uma aula aberta intitulada «O Teatro de Ariano Suassuna» por William Craveiro. Atividade organizada pelo Curso de Estudos Artísticos em colaboração com o Doutoramento em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino.


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9 de outubro

Cartaz - Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: Literatura e Cultura (Teoria e Testemunho)


Realizou-se no dia 9 de outubro, às 14h, no Departamento de Matemática, sala 3.6 (3º piso), uma palestra intitulada «Guiné-Bissau: Literatura e Cultura (Teoria e Testemunho)» pela Prof.ª Doutora Moema Parente Augel (Universidade de Bielefeld, Alemanha). Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa.

Moema P. Augel é uma docente aposentada, que se formou em Letras Neolatinas (em 1961) e obteve o título de Mestre em Ciências Humanas (em 1974), na Bahia, e o doutoramento em Letras (em 2005), no Rio de Janeiro, e trabalhou, entre outras instituições, nas Universidades de Bona, Colónia, Hamburgo e Bielefeld (como professora de Português e Cultura Brasileira) e, na década de 90, no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (INEP), de Bissau. Entre outras publicações, saliente-se o volume A nova literatura da Guiné-Bissau, Bissau, INEP, 1998 (466 págs.), e a tese de doutoramento, intitulada O desafio do escombro. A literatura guineense e a narração da nação, Rio, Garamond, 2007 (422 págs.). Publicou ainda uma antologia de poesia negro-brasileira na Alemanha e um livro sobre visitantes estrangeiros na Bahia oitocentista.


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10 de outubro

Cartaz - A mulher inventada

A Mulher Inventada no Espelho: Literatura, Género e Identidade


Realizou-se no dia 10 de outubro, às 14h, na Sala do ILLP (7º piso, Faculdade de Letras), uma palestra intitulada «A Mulher Inventada no Espelho: Literatura, Género e Identidade» pela Prof.ª Doutora Helena Parente Cunha (UFRJ). Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa.

Helena Parente Cunha é Professora Emérita da UFRJ. Tem Pós-doutoramento e é Livre Docente e também pesquisadora sénior do CNPq. Bacharelou-se em Letras Neolatinas (em 1951). Fez várias especializações em Línguas e Literaturas francesa, italiana e espanhola. As suas investigações literárias focaram-se, entre outros assuntos, na teoria literária, literatura de autoria feminina, género, pós-modernidade e violência simbólica. Além disso, é uma escritora que publicou conto, romance e poesia. A sua obra literária e ensaística totaliza uma trintena de livros. Colaborou em mais de uma centena de livros colectivos. Ganhou vários prémios e distinções, com o reconhecimento dos seus pares escritores e também das universidades. O romance mais conhecido, Mulher no espelho, chegou, no ano passado, à 10ª edição, dizendo António Houaiss, no prefácio (de 1982), que a autora, com ele, assegurou “um lugar eminente” na literatura brasileira. Saliente-se ainda a sua abordagem da literatura brasileira com uma “visão psicanalítica, descompromissada e interdisciplinar de textos literários na voz masculina”, nos dois volumes de Mulheres inventadas, 2ª ed., rev. e ampl., Rio, Tempo Brasileiro, 1997.


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15 de outubro

Cartaz - Poemas épicos

Poemas épicos. Estratégias de leitura


Realizou-se no dia 15 de outubro, às 14h30m, na Sala do Visconde da Trindade (3º Piso da Biblioteca Geral) da Universidade de Coimbra, um seminário intitulado «Poemas épicos. Estratégias de leitura» pela Professora Christina Bielinski Ramalho, da Universidade Federal de Sergipe e Coordenadora do Centro Internacional e Multidisciplinar de Estudos Épicos. Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa.


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20 de outubro

Cartaz - Música, mornas e trânsitos: relendo (e relembrando) a ficção de Manuel Ferreira

Música, mornas e trânsitos: relendo (e relembrando) a ficção de Manuel Ferreira


Realizou-se no dia 20 de outubro, às 14h, na Sala do ILLP (7º piso, Faculdade de Letras), uma palestra intitulada «Música, mornas e trânsitos: relendo (e relembrando) a ficção de Manuel Ferreira» pelo  Prof. Doutor Jorge VAlentim (UFSCar). Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa.

Jorge Valentim é Professor de Literatura Portuguesa e de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na Universidade Federal de São Carlos (São Paulo). Graduou-se tanto em Literatura como em Música, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, e doutorou-se em Literatura Portuguesa. Colabora com outras universidades. Recentemente, fez pós-doutoramento no Porto. Publicou, entre dezenas de trabalhos dispersos, dois livros: A quintessência musical da poesia: Rodomel. Rododendro, um poema sinfónico de Albano Martins, Porto, Campo das Letras, 2007, e Pelas margens do Atlântico e do Índico. Ensaios sobre as literaturas africanas de língua portuguesa, Manaus, UEA, 2012.


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22 de outubro

Cartaz - La sobresignificación del personaje

La sobresignificación del personaje


Realizou-se no dia 22 de outubro, às 17h15m, na Sala do CLP (7º Piso da FLUC) da Universidade de Coimbra, uma conferência intitulada «La Sobresignificación del Personaje» pelo Jorge Urrutia, da Univ. de Carlos III (Madrid). Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa.


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3 e 4 de novembro

Cartaz - Congresso Internacional: Portugal e a literatura espanhola do Século de Ouro

Congresso Internacional: Portugal e a literatura espanhola do Século de Ouro


Realizou-se nos dias 3 e 4 de novembro, na Sala do Centro de Literatura Portuguesa e na Biblioteca de Estudos Espanhóis (7º Piso da FLUC) da Universidade de Coimbra, um Congresso Internacional intitulado «Portugal e a literatura espanhola do Século de Ouro». Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa, Universidade de Coimbra e GRISO-Universidad de Navarra, com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Programa completo.


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4 de novembro

Cartaz - A poesia e a política são demais para um homem só

Viviana Bosi: «A poesia e a política são demais para um homem só»


Realizou-se no dia 4 de novembro, às 16h, na Biblioteca de Estudos Brasileiros da Universidade de Coimbra, uma conferência intitulada «A poesia e a política são demais para um homem só» (frase enunciada em Terra em Transe, de Glauber Rocha) por Viviana Bosi.

Viviana Bosi é professora no Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada na Universidade de São Paulo. O seu trabalho de pesquisa atual versa sobre poesia brasileira a partir dos anos 60, tema sobre o qual vem publicando estudos, a respeito de diversos poetas (Armando Freitas Filho, Ana Cristina Cesar, Francisco Alvim, Sebastião Uchoa Leite, Ferreira Gullar e outros). Escreveu o livro John Ashbery, um módulo para o vento, organizou e participou de volumes coletivos sobre poesia e ficção, editou textos em sua maioria inéditos de Ana Cristina Cesar para a antologia Antigos e soltos: poemas e textos da pasta rosa.


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13 de novembro

Cartaz - Luuanda

«Os 50 anos da Publicação de Luuanda»


Realizou-se no dia 13 de novembro, às 14h, no Anfiteatro 17 de Abril, no Edifício de Matemáticas da Universidade de Coimbra, a apresentação do livro de António Cardoso A Cigarra Descontente (Edição Nóssomos).

Organização
Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas/PORTUGUÊS
Centro de Literatura Portuguesa/FCT
Faculdade de Letras/Universidade de Coimbr


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18 e 19 de novembro

Cartaz - Acta Media XI

Acta Media em Coimbra


Em associação com o COLABOR – Centro de Pesquisas em Linguagens Digitais (ECA-USP) e com o Programa Interunidades de Pós-Graduação em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo (PGEHA/USP), o Programa de Doutoramento FCT em Materialidades da Literatura e o Centro de Literatura Portuguesa (CLP) promoveram, nos dias 18 e 19 de novembro, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, um ciclo de sessões do ACTAMEDIA – Simpósio Internacional de Artemídia e Cultura Digital.

O ACTAMEDIA, que vai na sua 11.ª edição, é uma iniciativa concebida pelo Professor Artur Matuck (USP) e que se propõe debater, num quadro interdisciplinar, questões de cultura digital, analisar processos colaborativos no âmbito da criação artística e da produção de conhecimento na nossa contemporaneidade, bem como acolher a realização de eventos telemáticos, instalações e performances artísticas.

Na edição de 2014, que tem como tema "LusoTopia na MediaPolis: Linguagens e Tecnologias", pesquisadores, académicos e artistas de diversas instituições universitárias procurarão abordar, através de registos diversos, o impacto da revolução tecnológica digital nas sociedades que partilham a matriz da língua portuguesa e pensar os novos modos de afirmação, através de redes e plataformas de comunicação, dessa larga e cosmopolita comunidade de comunidades.

As sessões têm lugar em Lisboa (Palácio Foz), Coimbra (Faculdade de Letras, Anfiteatro IV) e São Paulo (Centro Cultural de São Paulo). Espera-se que o resultado final desta reflexão abrangente possa contribuir para a consolidação de um espaço académico e de atividade artística com dimensão internacional, em língua portuguesa, e centrado sobre a mediação digital, o virtual, os estudos interartes e as práticas intermediais.

Informação adicional pode ser consultada no website do congresso no endereço: http://colabor.art.br/


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20 de novembro

 

Pedro Fernandes: «Primeiras variantes sobre o feminino na literatura de José Saramago ou dizeres para um retrato com palavras»


Realizou-se no dia 20 de novembro, às 11h, no Anfiteatro V da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, uma palestra intitulada «Primeiras variantes sobre o feminino na literatura de José Saramago ou dizeres para um retrato com palavras» pelo Professor Pedro Fernandes, da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA).


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25 de novembro

Cartaz - Gil Vicente, o que faz os aytos a el-Rey

Gil Vicente, o que faz os aytos a el-Rey


Realizou-se no dia 25 de novembro, às 14h, no Anfiteatro II da FLUC, uma aula aberta intitulada «Gil Vicente, o que faz os aytos a el-Rey» por José Augusto Cardoso Bernardes.

Organização do Curso de Estudos Artísticos em colaboração com o Doutoramento em Literatura de Língua Portuguesa: Investigação e Ensino. Com o apoio do CLP.


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26 de novembro

Cartaz - Dene Grigar

Dene Grigar: «Curating and Preserving Electronic Literature»


Realizou-se no dia 26 de novembro, às 14.30h, na Sala Ferreira Lima da Universidade de Coimbra, uma conferência intitulada «Curating and Preserving Electronic Literature» pela Profª Dene Grigar (Universidade do Estado de Washington, Vancouver; Presidente da Electronic Literature Organization).


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4 de dezembro

 

Lopito Feijóo K. em Coimbra


Realizou-se no dia 4 de dezembro, às 14h, na sala 3-6 do Edifício de Matemáticas, da Universidade de Coimbra, um encontro com o escritor angolano J. A. S. Lopito Feijóo K. O autor de Andarilho & doutrinário, Marcas da guerra, percepção íntima & outros fonemas doutrinários e Desejos de Aminata (apresentando este livro) falou do percurso literário da sua geração, da cultura/literatura e da história recente do seu país.

J. A. S. Lopito Feijóo K. publicou 14 títulos, com destaque para Doutrina (1987), Cartas de amor (1990), Na idade de Cristo – poesia declamada/CD (1997), O brilho do bronze/kaikais (2005), Marcas da guerra, percepção íntima & outros fonemas doutrinários (2011) e Andarilho e doutrinário. 50 anos, 50 poemas (2013). Na década de 90, organizou quatro antologias, duas de ensaios seus e duas de poesia de diversos autores angolanos. Foi membro fundador da Brigada Jovem de Literatura de Luanda. Pertenceu aos corpos diretivos da União dos Escritores Angolanos e é o presidente da Sociedade Angolana do Direito de Autor. Estudou Direito. Deputado (reformado) da Assembleia Nacional de Angola. Natural de Malanje (1963).

Atividade organizada pelo Centro de Literatura Portuguesa (CLP/FCT) da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.


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12 de dezembro

peregrinação

Zulmira Santos: «Os Mistérios da Peregrinação»


Realizou-se no dia 12 de dezembro, às 14h, na Sala de São Pedro, da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, a conferência intitulada "Os Mistérios da Peregrinação",  proferida pela Doutora Zulmira Santos, da Universidade do Porto.

Para a conferência esteve patente um exemplar da primeira edição do livro de Fernão Mendes Pinto (editado em 1614), que foi recentemente restaurado.


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12 de dezembro

jornada

Jornada «Diálogos em Tradução»


Realizou-se no dia 12 de dezembro, às 09.30h, no Anfiteatro IV da Universidade de Coimbra, a Jornada «Diálogos em Tradução», organizada por Cornelia Plag (CET), David Oliveira (IPL),  João Domingues (CLP) e Maria de Jesus Cabral (CLP).

Programa

Comissão científica e organizadora: Cornelia Plag; David Oliveira; João da Costa Domingues; Maria António Hörster; Maria de Jesus Quintas Reis Cabral; Marta Teixeira Dias Anacleto.

Organização: Cornelia Plag (CET), David Oliveira (IPL),  João Domingues (CLP), Maria de Jesus Cabral (CLP).

Apoios: Centro de Literatura Portuguesa (CLP), Fundação Para a Ciência e a Tecnologia (FCT), Faculdade de Letras, Associação Portuguesa de Estudos Franceses (APEF), Edições Pedago.


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