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Programa social



Cerimónia de Abertura

A Comissão Organizadora da XXVIII Reunião Anual de Medicina Dentária e Estomatologia de Coimbra convida todos os congressistas a estarem presentes na cerimónia de abertura solene, que irá decorrer no dia 12 de Abril de 2019, entre 12h30 e as 13h00.

Jantar de Congresso da XXVIII Reunião Anual de Medicina Dentária e Estomatologia de Coimbra

A Comissão Organizadora da XXVIII Reunião Anual de Medicina Dentária e Estomatologia de Coimbra convida os congressistas a participarem no jantar do congresso que irá decorrer nas instalações do Convento de São Francisco dia 12 Abril pelas 20h00, sendo este o local ideal para a confraternização entre palestrantes e congressistas.

O jantar terá um custo de 30 euros e os interessados deverão enviar e-mail para o endereço: inscricoesramdec2019@gmail.com, até dia 5 de Abril de 2019.

Outras atividades:

Para conhecer um pouco mais da nossa Cidade de Coimbra, a Comissão Organizadora da XXVIII REUNIÃO Anual De Medicina Dentária e Estomatologia de Coimbra propõe um programa social destinado aos acompanhantes dos conferencistas e congressistas.

Este programa inclui um roteiro turístico, com visita guiada, aos locais emblemáticos situados na zona histórica da cidade de Coimbra, considerada Património da Humanidade pela UNESCO.

Poderá visitar os seguintes locais:

· Paço Real

Universidade de coimbra


O Paço Real era o local destinado aos aposentos do Rei de Portugal, quando em Coimbra. É neste espaço que encontra os locais mais emblemáticos do quotidiano da Universidade, mas também tiveram lugar aqui momentos chave da História de Portugal.

A Sala dos Grandes Atos, é a principal sala da Universidade e local onde se realizam as principais cerimónias académicas; é também o local por excelência da realização das provas doutorais dos doutorandos da Universidade de Coimbra, e é mais conhecida como “Sala dos Capelos”, nome dado à pequena capa usada pelos Doutores da Universidade em ocasiões solenes.

Foi a primeira Sala do Trono de Portugal. Teve lugar aqui, entre Março e Abril de 1385, a reunião das Cortes que determinaram a aclamação de D. João, o Mestre de Avis, Rei de Portugal. A sua atual configuração, do séc. XVII, é marcada pela ausência de qualquer referência aos monarcas espanhóis que governaram o reino entre 1580 e 1640, reflexo do enorme apoio político e ideológico da Instituição a D. João IV.

A Sala do Exame Privado, antigos aposentos do Rei, era o local onde os licenciados realizavam as suas provas a Doutores. Esta consistia num exame oral privado, feita à porta fechada e à noite. A sua exigência era tal que a sua memória se manteve após o seu fim, com a Reforma Pombalina, na década de 70 do séc. XVIII. A sua atual disposição data das grandes obras da Universidade, no início do séc. XVIII.

A Sala das Armas alberga as armas (alabardas) da extinta Guarda Real Académica, que tinha como função a guarda dos espaços da Universidade. Estas armas são utilizadas pelos Archeiros – herdeiros do corpo de guarda original - apenas nas cerimónias académicas solenes: Doutoramentos solenes e Honoris causa, Investidura do Reitor, Abertura Solene das Aulas.

Informação retirada de: https://www.uc.pt/turismo.

· Capela de São Miguel

capela de são miguel


A capela original remonta provavelmente ao séc. XI, construída após a conquista da cidade aos Mouros em 1064, logo, anterior à fundação de Portugal. É dedicada a São Miguel, como todas as Capelas Reais Portuguesas, devido ao seu papel (religioso) na derrota das forças do Mal.

A atual configuração resulta da renovação do séc. XVI sob o patrocínio de D. Manuel I, cujo estilo decorativo tem a sua marca patente no portal lateral, um dos mais simples e belos do seu género.

A decoração interior foi realizada ao longo dos sécs. XVII e XVIII e encerra em si obras de artistas como Simão Rodrigues, Simão Ferreira, Joaquim Bernardes e Francisco Ferreira Araújo. Sobressai no conjunto da Capela o majestoso órgão de 1733, autoria de Frei Manuel de S. Bento, que continua a ser utilizado nos nossos dias.

Informação retirada de: https://www.uc.pt/turismo.

· Biblioteca Joanina (Sala Principal)

biblioteca joanina


Construída entre os anos de 1717 e 1728, é um dos expoentes do Barroco Português e uma das mais ricas bibliotecas europeias. Ficará conhecida como Biblioteca Joanina em honra e memória do Rei D. João V (1707-1750), que patrocinou a sua construção e cujo retrato da autoria de Domenico Duprà (1725), domina categoricamente o espaço.

O Piso Nobre, terminado em 1728, começou a receber os primeiros livros depois de 1750, e atualmente o seu acervo é composto por cerca de 40.000 volumes. Toda a sua construção visa a conservação do acervo bibliográfico, desde a largura das paredes exteriores ás madeiras no interior. Ainda no auxílio à preservação dos livros, existem duas pequenas colónias de morcegos que protegem as coleções de insetos bibliófagos. Foi utilizado como local de estudo desde 1777 até meados do séc. XX, com a entrada em funcionamento da atual Biblioteca Geral.

O Piso Intermédio foi sempre o depósito da Casa da Livraria, o qual era vedado o acesso aos estudantes e outros funcionários – o acesso seria sempre e somente dos Bibliotecários. Era também o local onde se reuniria a Guarda Real Académica, que a partir daqui acedia à Prisão Académica, abaixo

A Prisão Académica funcionou inicialmente em dois aposentos sob a Sala dos Capelos, logo em 1559 - desde a sua fundação que a Universidade teve como privilégio um código judicial próprio, aparte da Lei Geral do Reino. Estavam subordinados a este código, o “Foro Privado”, todos os que de alguma maneira se encontravam ligados à instituição. Esta autonomia permitia à Universidade possuir Juiz – o Magnífico Reitor -, Guarda e Prisão.

Em 1773 a Prisão foi transferida para o edifício da Biblioteca Joanina que viu incorporados e recuperados os restos do que fora o antigo cárcere do Paço Real, e que documentam a única cadeia medieval que ainda existe em Portugal. Em 1834, e após a extinção das Ordens Religiosas, a Prisão serviu como local de depósito de livros, manuscritos e iluminuras que se encontravam em diversos mosteiros e conventos.

Informação retirada de: https://www.uc.pt/turismo.

· Colégio de Jesus (coleção de História Natural séc. XVIII e Laboratório de Física séc. XVII e XIX)

colégio de jesus


O Colégio de Jesus é um dos espaços da Universidade de Coimbra menos conhecidos, não obstante a sua importância para a história da instituição e para o desenvolvimento científico em Portugal. Construído inicialmente pela Companhia de Jesus (jesuítas) a partir de 1542 – o que o torna no colégio jesuíta mais antigo do mundo – é transferido para a Universidade em 1759, aquando da expulsão da Companhia de Jesus de Portugal, pelo Marquês de Pombal.

Vai tornar-se o centro de toda a Reforma Pombalina da Universidade, a partir de 1772. São criadas duas novas Faculdades, Filosofia Natural e Matemática, e o Colégio é profundamente remodelado para as acolher. Ainda e no local do antigo refeitório do Colégio, manda construir o Laboratório Chimico, hoje o Museu da Ciência.

O Galeria de Física surge no contexto da Reforma Pombalina da Universidade, da transferência para Coimbra das aulas de Física Experimental do Real Colégio dos Nobres (1761) em Lisboa e seus equipamentos. É convidado para a sua direção Giovanni Dalla Bella, reputado físico italiano que tinha estado já no Colégio dos Nobres e cuja coleção de instrumentos foi adquirida sobre a sua direção. Desta coleção riquíssima tanto ao nível histórico como científico, destacamos a sua riqueza artística e originalidade. Esta laboratório foi distinguido pela Sociedade Europeia de Física pelo seu interesse histórico, dado que o local encontra-se hoje tal qual foi concebido em finais do séc. XVIII.

O Galeria de Zoologia, é da responsabilidade de Domenico Vandelli, que tal como Giovanni Dalla Bella, veio para Portugal para lecionar no Colégio dos Nobres. Em Coimbra, é diretor do Laboratório Chimico, mas no seu trabalho destaca-se sobretudo a organização do Museu de História Natural e na elaboração dos planos para o Jardim Botânico. As coleções presentes no Museu refletem as doações à Universidade e o resultado de diversas "viagens philosophicas" empreendidas por todo o Império Português, sob o patrocínio direto da Coroa, em finais do séc. XVIII.

Informação retirada de: https://www.uc.pt/turismo.

A visita em questão compreendendo uma duração estimada de 2,5 horas e tem o preço especial de 5€ para congressistas e acompanhantes. A visita realizar-se-á dia 12 de Abril pelas 11 horas.

Para a participação no programa social é necessário uma inscrição prévia, que deverá ser realizada através do envio de e-mail para inscricoesramdec2019@gmail.com até ao dia 29 de março por forma a que a comissão organize a sua visita.