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Vanda Madureira

O Desenho como Potência, 2019

Foto - Vanda Madureira - O Desenho como Potência

©Vanda Madureira


Performance/Desenho de Ação Desenho Ecuménico
Eu desenho de ti, tu desenho de mim
Nós, etéreo esboço
- Desenho, talvez te quisesse tomar para mim, mas se tu já me tomas...
E tomar? não será sorver, em vez de possuir?
Possuir sem ter posse
Estar possuído por ti e livre de nós.
Enlear e ser saber enleado
Unirmo-nos de nós numa multiplicidade de linhas.
O verso do uno, o multireverso.


Sinopse

Encarar o desenho como potência vai para além da dimensão performática do próprio desenho enquanto acção que se consubstancia como vestígio, rasto e comprovativo de uma mão-corpo. Desvela-o como potência. É um gesto-abertura que antecipa e reinvindica a acção, tal qual uma performance que se prolonga para além de si nos caminhos que abre depois de ocorrida ou acontecida. Por outro lado, sendo potência enquanto desenho, este assume a condição de um desenho que está para vir e que está para acontecer. Deste modo, é um desenho‑porvir.


Biografia e outras informações sobre o projeto podem ser consultadas na Folha de Sala.


Projeto de Doutoramento
(em curso)
Madureira, Vanda, "O Desenho como Potência", tese de doutoramento em Arte Contemporânea, orientada por António Olaio (Universidade de Coimbra) e apresentada ao Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.



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