O lugar da criação artística, do espaço público revisitado, da estética urbana. O espaço certo para saborear os grandes tesouros do património construído e intangível da instituição que estamos a construir desde 1290. Uma coleção em que mãos experientes e sensibilidades apuradas nos recordam que “não basta olhar, é preciso ver”!
Os volumes editados em parceria com o TAGV/LIPA encontram-se também para venda no Teatro Académico de Gil Vicente. Aceda aqui a outros títulos da Coleção Olhares.
Título: Práticas de Arquivo em Artes Performativas
Coordenação: Cláudia Madeira, Fernando Matos Oliveira e Hélia Marçal
Autores: Ana Bigotte Vieira, Ana Maria da Assunção Carvalho, Ana Sofia Patrão, André Marcos Heitor, Andreia Nogueira, António de Sousa Dias, Berta Muñoz Cáliz, Carla Fernandes, Carlos Manuel Oliveira, Catarina Saraiva, Cláudia Madeira, Daniela Salazar, David Santos, Fernando Matos Oliveira, Filipe Figueiredo, Frederico Dinis, Hélia Marçal, Janaína Behling,João dos Santos Martins, José Abreu, Louis van den Hengel, Luísa Roubaud, Maria João Brilhante, Maria João Guardão, Marta Blanco, Paula Caspão, Paulo Estudante, Ricardo Seiça Salgado, Sibylle Omlin, Soraia Simões de Andrade, Thiago Arrais
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Data: dezembro de 2019
Preço: 14 euros
N.º de páginas: 382
ISBN: 978-989-26-1953-8
Sinopse: A relação entre o arquivo e as artes performativas tem vindo a ocupar um lugar de destaque no pensamento contemporâneo, desdobrando-se em diversas vertentes: o arquivo como processo, a performatividade do arquivo, o arquivo das práticas e o arquivo como prática. Este volume agrega perspetivas sobre o que constitui o arquivo na contemporaneidade, mostrando como este se constrói, dissolve e simultaneamente se materializa em formas de memória e em experiências incorporadas. O arquivo apresenta-se assim como uma categoria que se multiplica no discurso de colecionadores, arquivistas, investigadores, programadores, artistas e espectadores. Como universo plural, presente no discurso filosófico e historiográfico, traduz-se em documentos e em enunciados, continuamente arquivado e revificado, num movimento em se perdem e se ganham histórias. A leitura do índice deste livro é reveladora da abrangência temática e do olhar panorâmico que se procura lançar sobre as práticas de arquivo, em diversas inscrições disciplinares (performance, dança, teatro, música), em contexto nacional e em diálogo internacional.
Título: Conceitos e Dispositivos de Criação em Artes Performativas
Editor: Fernando Matos Oliveira
Autores: Ana Mira, André Rosa, Cláudia Madeira, Eduarda Neves, Fernando Matos Oliveira, Filipa Malva, Francesca Rayner, Frederico Dinis, Isabel Maria Dos, Mário Montenegro, Regilente Sarzi-Ribeiro, Ricardo Seiça Salgado, Sara Jobard, Simone Mina, Susana Mendes Silva, Telma João Santos e Vítor Joaquim
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Data: setembro de 2018
Preço: 14 euros
N.º de páginas: 274
ISBN: 978-989-26-1271-3
Sinopse: Este volume traz a público um conjunto de materiais que resultaram do Colóquio Internacional com o mesmo título, realizado em Coimbra, entre 26 e 28 de novembro de 2015. Na sua formulação original, a proposta de um encontro entre investigadores e criadores pretendia abordar a (auto)reflexividade crescente na arte contemporânea, uma ecologia da criação marcada simultaneamente pelo devir estratégico dos dispositivos (Foucault) e pela sua proliferação (Agamben) incessante. Neste contexto, a arte tende a deslocar-se para além do seu quadro operativo tradicional, caracterizado pelo domínio de uma habilidade, um modo de fazer e por formas de expressão. A valorização crescente das ideias e dos conceitos, enquanto modos de criar mundo e de abrir horizontes sensoriais e cognitivos, ocorre num contexto favorável à experimentação, à transdisciplinaridade e a um conjunto vasto de mediações materiais e tecnológicas. Enquanto arquiteturas de expressão e de encenação, enquanto modelos que regulam a experiência do espectador, a acumulação de dispositivos sugere também formas diversas de pensar o sujeito e de (re)ativar contextos disciplinares tradicionais. Os autores que aceitaram o convite para esta reflexão partilhada, mostram de formas diversas como este quadro contamina de forma marcante a criação contemporânea no domínio das artes performativas.
Título: Ensaios Ruminantes - Sobre a Obra Performativa de Patrícia Portela
Organização: Fernando Matos Oliveira e Thiago Arrais
Autores: Patrícia Portela, Thiago Arrais, Maria João Faustino, Cláudia Galhós, Ana Pais, Mónica Guerreiro, Fernando Matos Oliveira, Carlos Emílio Corrêa Lima, Mickael de Oliveira, Isabel Garcez, Sónia Baptista, Natasa Pnin.
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Data: novembro de 2017
Preço: 14 euros
N.º Páginas: 177
ISBN: 978-989-26-12 -73-7
Sinopse: Ensaios Ruminantes sobre a Obra Performativa de Patrícia Portela constitui uma reflexão conjunta sobre a obra de uma criadora que tem percorrido inúmeros registos, formas e linguagens. O volume reúne uma dúzia de ensaios, documentação, fotografias e uma longa entrevista. Como figurinista, cenógrafa, encenadora, autora de um conjunto significativo de instalações performativas e escritora reconhecida, Patrícia Portela cruza há duas décadas fronteiras e territórios, num movimento contínuo de criação. A autoria coletiva deste volume constitui uma resposta a este trabalho heterodoxo, assumindo-se como leitura plural, em diálogo aberto com os desafios colocados pela obra da autora, que aqui se procura (re)inscrever na história das artes performativas em Portugal.
Título: Artes Performativas e Intimidade
Coordenação: José Eduardo Silva, Filomena Louro, Teresa Mora e Tiago Porteiro
Autores: Adriana Schneider Alcure, Alix de Morant, Ana Pais, Bárbara Santos, Beatriz Cantinho, Bya Braga, Cecília Magalhães Clemente,Daniel Tércio, Elmano Sancho, Hervé Guay, Louise Chardon,Luk Van Den Dries, Matteo Bonfitto, Rogério Nuno Costa, Rui Pina CoelhoSusana Mendes da Silva, Tiago Porteiro, Túlio Rosa
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra
Data: maio de 2023
N.º Páginas: 328
ISBN: 978-989-26-2266-8
Sinopse: A relação entre artes performativas e intimidade exprime-se em múltiplas e contraditórias valências, criando possibilidades heurísticas com profundas implicações sociopolíticas. A abertura da esfera íntima individual a outras esferas íntimas, configura um ato de partilha interpessoal que permite o privilégio da experiência de um outro ser humano naquilo que possui de mais profundo e singular. Mas, uma análise justa levará a reconhecer que, em determinadas circunstâncias, este espaço de intimidade também pode (e talvez deva) legitimamente manter-se vedado aos demais. É neste enquadramento que, por intermédio dos seus criadores, o teatro e as artes performativas têm vindo a desenvolver interessantes formas de lidar com problemáticas da esfera íntima no mundo contemporâneo. Sendo que o trabalho performativo conduz invariavelmente à investigação dos processos corporais, emocionais, mentais e relacionais da condição humana, esta edição pretende, através de uma abordagem interdisciplinar e intercultural, contribuir para o mapeamento do conceito de intimidade na sua relação com as artes performativas de forma plural, política e afetiva.