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O dever de sigilo

Do mesmo modo, as partes terceiras (serviços e/ou pessoas) envolvidas no processo de averiguações estão submetidas a um compromisso de CONFIDENCIALIDADE e reserva relativo a toda a informação a que tenham tido acesso durante o mesmo. 

Os estudantes podem optar por uma utilização aberta dos seus dados ou pela confidencialidade. No primeiro caso, os dados pessoais serão usados se tal se tornar necessário e no segundo apenas serão conhecidos no interior da Provedoria.

No apuramento dos factos pode ser vantajoso utilizar a identidade do declarante. Se for este o caso e se o declarante tiver optado pela confidencialidade é possível que, para proteger essa confidencialidade, o processo tenha que ser arquivado. 

Se a identificação do estudante se considerar imprescindível nas averiguações o mesmo será disso informado, tendo a possibilidade de decidir se quer ou não continuar com a queixa apresentada.

As PARTICIPAÇÕES ANÓNIMAS não permitem dar continuidade ao processo de averiguações. Os Estudantes têm que se identificar e fornecer elementos que permitam que o Provedor os contacte, quer no apuramento dos factos, quer no envio das conclusões finais.