Coimbra no Itinerário de um Artista-Viajante: A Perspetiva de Hoefnagel
Gravura intitulada ILLUSTRIS Civitatis Conimbriae in Lusitania: ad flumen illundam effigies, [c. 1566-1567], atribuída a Georg Hoefnagel (1545-1600) e publicada na obra Civitates Orbis Terrarum, de Georg Braun e Frans Hogenberg, em finais do século XVI.
Recordando a reflexão atribuída a Saint-Exupéry sobre a marca que cada encontro deixa, também a representação de Coimbra associada a Georg Hoefnagel testemunha essa relação duradoura entre o registo do viajante e a identidade do lugar. Ao percorrer a Península Ibérica durante a década de sessenta do século XVI, o artista terá fixado cidades como Cádiz, Granada ou Toledo; em Coimbra, o testemunho traçado da urbe quinhentista permite-nos hoje aceder a uma impressão remota da sua beleza e do seu espírito.
PT/AUC/COL/SG – Salema Garção (F); ILLUSTRIS Civitatis Conimbriae in Lusitania: ad flumen illundam effigies [c. 1566-1567] (DC)
Cota: AUC-VI-3.ª- arm.-gav. 3