Sinopse
Na nova consciência do tempo da modernidade, diz-nos Jürgen Habermas, a memória histórica deu lugar a um uso a-histórico do passado, refletido na linguagem abstrata da estética das vanguardas. O passado tornou-se, assim, uma fonte de matéria-prima, fornecendo referentes a serem explorados a-historicamente, abrindo novos caminhos conceptuais em processos subversivos de criação. Esgotado o impulso da modernidade e a colagem pós-moderna da iconografia histórica, como mudou o papel operativo da memória, da memorabilia, e do passado em geral, na criação arquitetónica?.