Sinopse
Na história recente da arquitetura portuguesa interessa-nos procurar entender os processos de atuação que, implícitos na formulação das soluções arquitetónicas, revelem um modo próprio de conhecimento que se possa tomar como especificamente português. Parece-nos que em momentos de transformação como os ocorridos na transição do século XIX para o XX, onde os sistemas de produção e de pensamento se alteraram profundamente, podemos encontrar um campo de trabalho ideal para o estudo da possível especificidade do “fazer” português, dado o desfasamento existente entre o desenvolvimento do país e o resto da Europa.