Sinopse
No atual, complexo e esquizofrénico processo de transformação do espaço urbano é importante que se restabeleça o encontro entre o projeto arquitetónico e o (infra)estrutural, algo que, em diversos momentos marcantes da História, serviu de matriz à conformação das nossas cidades. Quando, hoje, já não é possível, nem desejável, reclamar por um único paradigma, um arquétipo redentor que estruture o espaço que nos envolve, a cidade portuguesa, na sua condição paradoxal e fragmentária, volta a ser um excelente campo de interpretação e experimentação da análise e do projeto urbano. O verdadeiro mapa do universo, tal qual a cidade de Euxódia.