Sinopse
A Escola do Porto, enquanto referência de um modo de fazer, a que está associado um modo de pensar poucas vezes exposto, é o epicentro da cultura arquitetónica das últimas quatro décadas do século XX português. Sendo um objeto de afetos que circula num espaço ideológico movediço, mas nem por isso menos caracterizado, a Escola do Porto é continuamente tomada por contradições e contrariedades que decorrem da própria circunstância do país político e cultural, antes e depois do 25 de Abril. Dessas alterações dar-se-á pouco conta até ser impossível suster o inevitável desabamento e a inevitável notoriedade.