Um Auto de Gil Vicente
Autor(es)
Data de publicação
novembro, 2017
Edição crítica da peça de teatro escrita por Almeida Garrett Um Auto de Gil Vicente, apoiada na escrupulosa verificação de fontes documentais, tomada com base no texto da primeira edição, datado de 1841.
Logo na introdução o autor declara «Eu não quis só fazer um drama, sim um drama de outro drama, e ressuscitar Gil Vicente a ver se ressuscitava o teatro».
Pegando na peça de Gil Vicente Cortes de Júpiter, Almeida Garrett desenvolve a sua trama, suscitando o processo metateatral (o teatro dentro do teatro). A ação decorre na Corte de D. Manuel, fixando-se na partida de D. Beatriz, filha do rei, para Sabóia, em resultado do acordo matrimonial estabelecido. Neste acontecimento, cujos preparativos decorrem desde o início do 1º ato, entrelaçam-se várias e enredadas teias amorosas, destacando-se os amores, socialmente inaceitáveis e moralmente reprováveis, entre a Princesa e o poeta Bernardim Ribeiro.
Nesta obra perpassam figuras da época como André de Resende, Bernardim Ribeiro, Paula Vicente, entre outros.
Índice
Prefácio, por Thomas F. Earle, 13
Introdução, por Thomas F. Earle, 23
Texto crítico: Um Auto de Gil Vicente (versão definitiva de 1841), 103
Apêndices
- Um Auto de Gil Vicente (primeiro borrão de 1838), 219
- Prefácio dos editores da 1.ª edição (de 1841), 287
- Artigo do Diário do Governo de 1838, 289
- Artigo da Crónica Literária da Nova Academia Dramática de 1840, 296
Número de Páginas: 304
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra e Imprensa Nacional Casa da Moeda
ISBN: 978-972-27-2585-9