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Destaque

Professor Duarte Nuno Vieira distinguido com o grau de Doutor Honoris Causa na Roménia

O Senado da Universidade de Medicina e Farmácia Grigore T. Popa, na Roménia, aprovou, por unanimidade, a atribuição do grau de Doutor Honoris Causa em Medicina a Duarte Nuno Vieira, professor catedrático e diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC).

Duarte Nuno Vieira - Honoris Causa

A atribuição do título, de acordo com a universidade romena, reconhece o «trabalho notável e as contribuições relevantes de Duarte Nuno Vieira para a afirmação e o progresso da medicina legal e forense a nível internacional

A cerimónia irá decorrer no próximo mês de novembro, durante o Congresso Internacional de Ética Médica no qual Duarte Nuno Vieira será um dos oradores internacionais convidados.

A Universidade de Medicina e Farmácia Grigore T. Popa é uma universidade pública, localizada na cidade de Iași, a maior cidade do leste da Roménia. É uma das universidades mais relevantes da Europa central, sendo considerada como particularmente avançada no âmbito da investigação e da educação médicas, ministrando o curso de medicina em inglês e francês.

Foi nesta universidade que Nicolae Paulescu descobriu a insulina e de onde saiu o vencedor do Prémio Nobel da Medicina, em 1974, George Emil Palade.

Ao longo da sua carreira, Duarte Nuno Vieira foi galardoado com 18 títulos honoríficos, entre os quais Académico Honorário da Real Academia de Granada, Académico Honorário da Academia de Medicina do Uruguai e Académico Honorário da Academia das Ciências e das Artes de Itália. Membro honorário de diversas sociedades científicas, o docente e diretor da FMUC é também Cidadão Honorário de Guaiaquil (Equador) e recebeu a medalha de ouro da Faculdade Medicina da Universidade de Comenius de Bratislava, na Eslováquia, entre muitas outras distinções. Em 2014 foi galardoado pela Academia Americana de Ciências Forenses com a Douglas Medal Award, o mais prestigiado prémio internacional no âmbito das Ciências Forenses, atribuído apenas de três em três anos.

Cristina Pinto