Editorial
Querido Pai Natal,
Apesar de viver, hoje, no mundo dos grandes, tão formal, mesureiro e cerimonioso, contigo permito-me manter uma relação mais simples e de maior proximidade e familiaridade, iniciada ainda nos meus tempos de criança pequena, ingénua e inocente, cheia de ilusões e sonhos. Aquela criança que encontrava no teu saco de prendas a concretização dos seus pedidos e desejos. Pois, em parte assim continuo. E é essa “criança” que hoje se dirige a ti, nesta carta ao Pai Natal.
Henrique Girão
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