Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de utilização. Ao navegar aceita a política de cookies.
OK, ACEITO

Apresentação

O Instituto Jurídico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra reconstituiu-se em Janeiro de 2013 como unidade de investigação e desenvolvimento, ao abrigo dos novos Estatutos da Faculdade. Devolveu-se assim realidade institucional a uma tradição com mais de um século, e nunca verdadeiramente interrompida, de ligação do ensino à investigação. Sintonizado com as preocupações dos nossos dias, o Instituto propõe-se agora, mais especificamente, organizar a investigação na Faculdade em linhas e grupos temáticos, fomentando a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade, promovendo o investimento em pesquisa aplicada e desenvolvendo a colaboração com centros estrangeiros de referência.
Cientes do que tem representado a actividade da Faculdade na criação e disseminação do conhecimento na área do direito, procuraremos prossegui-la nas novas circunstâncias da contemporaneidade, orientando a investigação para os novos desafios que se colocam à Universidade. O passado de que nos orgulhamos constituirá assim um motivo de exigência acrescido, no horizonte de excelência sob cujo signo pretendemos trabalhar.
Neste sítio encontrará informação sobre o nosso corpo de investigadores, as nossas actividades e publicações – que são, afinal, o testemunho palpável do diálogo mantido com a comunidade científica em que nos inserimos.

Rui Manuel Gens de Moura Ramos


No ano de transição (2018) para um novo ciclo (2019-2022), o tema do anterior «projecto estratégico» (2013-2017) é plenamente preservado («Desafios sociais, incerteza e direito»), mas a «lógica» das linhas  e dos grupos é substituída por uma distribuição em núcleos ou áreas de investigação (com a correspondente flexibilização dos contributos e a circulação dos investigadores em função das iniciativas e dos projectos). Trata-se por um lado de assumir um precioso património reflexivo e de prosseguir uma dinâmica exemplarmente instalada. Trata-se por outro lado de fortalecer a unidade temática, submetendo a investigação  às perspectivas condutoras de um mote tripartido (vulnerabililidade / pluralidade / indecidibilidade) e às possibilidades (dialecticamente prosseguidas) de distintas compreensões do Direito, estas por sua vez concentradas na tensão (irredutível) entre aspirações de sentido (prático-culturalmente autonomizadas) e exigências de realização ou de performance (pragmaticamente situadas).

José Manuel Aroso Linhares