
O projeto nasceu com o objetivo de determinar o contributo dos incêndios florestais para a evolução geomorfológica das vertentes, em particular das situadas nas serras de xisto da Cordilheira Central.
No entanto, para alcançar tal desiderato, desde logo foi necessário conhecer não só o comportamento do fogo e dos seus efeitos sobre a vegetação e o solo, mas também os elementos que facilitam a propagação dos incêndios, pelo que a investigação passou a englobar também a análise dos elementos que contribuem para o risco de incêndio, tendo-se mesmo procedido à aquisição e instalação de equipamento pirometeorológico para complemento da rede oficial de estações.
Com base nas informações nelas recolhidas, começou por se proceder ao cálculo diário do risco de incêndio nas sub-regiões do Centro e à sua divulgação para as diferentes entidades operacionais, procedimento que, depois, nos anos seguintes, se foi alargando progressivamente, tendo-se estendido a todo o país.
Entretanto, para melhor se perceberem as diferentes componentes do fenómeno incêndio florestal, o projeto foi alargando a sua esfera de influência a novas áreas temáticas.
Deste modo, o projeto de investigação científica de incêndios florestais, passou a incluir as áreas da prevenção, combate, efeitos e reabilitação das áreas ardidas, para o que foi subdividido nas seguintes três linhas de acção que, por sua vez, se distribuem por diversos sub projectos.
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