- UC.PT
- /
- Organizações
- /
- CDC
- /
- Atividades
- /
- 2015
- /
- 25 a 27 de Março
25 a 27 de Março
ENCONTROS DE NOVAS DRAMATURGIAS // 17ª SEMANA CULTURAL - 725 ANOS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA
Sinopse
À semelhança da 1ª Edição dos Encontros de Novas Dramaturgias Contemporâneas, organizada pelo Colectivo 84, que decorreu nos dias 16, 17 e 18 de Novembro de 2010, no São Luiz Teatro Municipal (Lisboa), a 2ª Edição, revestindo agora o nome de Festival END (Festival – Encontros de Novas Dramaturgias), tem lugar nos dias 25, 26 e 27 de Março de 2015, no TAGV. A 2ª Edição prossegue assim o caminho iniciado em 2010, juntando iniciativas em torno da nova dramaturgia portuguesa e europeia, com o desafio de interrogar o lugar da escrita para palco nas artes performativas.
O Festival END procura, durante os três dias, pensar as
funções da dramaturgia no teatro e fora do seu perímetro, dando a conhecer
modelos artísticos onde várias textualidades dialogam, com um objectivo único –
a constituição de um espetáculo. Para além da componente dedicada à reflexão, o
Colectivo 84 e o TAGV, com o apoio de outras instituições culturais da cidade
de Coimbra, juntarão autores, artistas e estudantes em artes de palco de todo o
país, para um programa constituído por seminários, um debate, conversas,
leituras encenadas, residência e oficina de escrita, performances e
espetáculos. O Festival END procura devolver aos leitores e espetadores
as múltiplas dimensões da atual dramaturgia portuguesa, abrindo uma janela para
Espanha com Pablo Fidalgo, Vanesa Sotelo e Alfonso Vallejo, que representam o
mosaico espanhol e as suas diversas gerações, línguas e culturas. Apresenta-se
ainda um dos autores e criadores mais profícuos de língua inglesa – Tim Etchells, com Quizoola!, o espetáculo
emblemático da sua companhia, Forced Entertainment, que assinala igualmente o
Dia Mundial do Teatro. O Festival END conta com Tiago Rodrigues, dramaturgo
residente do TAGV no período 2011-2013 e a atual dramaturga residente Patrícia
Portela, assim como Cláudia Lucas Chéu, Fernando Giestas, Joana Craveiro, Jorge
Louraço Figueira, Jorge Palinhos, Miguel Castro Caldas, Rui Catalão, Sónia
Baptista, Rogério Nuno Costa, Marta Freitas, Vera Mantero. A pluralidade das
escritas para palco conta ainda com a colaboração de pensadores e artistas como
Ana Moreira, Ana Pais, Cláudia Carvalho, Filipe de Góis, João Paulo Janicas,
Jorge Andrade, Nuno M Cardoso, Pedro Penim, Pedro Tudela, Ricardo Correia e
Tónan Quito, entre tantos outros.
Programa Paralelo
OFICINA DE ESCRITA
Com Patrícia Portela
Após a Oficina em 2014 centrada na ideia de literatura enquanto ato físico, com este novo módulo pretende oferecer-se um espaço de laboratório para a transgressão dos limites do processo de pesquisa literária, autoria e exploração performativa das possibilidades dramatúrgicas durante um processo de criação transdisciplinar. Como ponto de partida utilizaremos: – Theatre Piece, o “guião/partitura” de John Cage para um happening performativo de 1960; – O manifesto antropofágico de Oswald de Andrade de 1928. O objetivo principal da interação entre estes dois guiões é a de permitir a convivência e a deglutição simultâneas de linguagens individuais, de outros participantes e de artistas conceituados (vivos ou mortos e aos quais tenhamos acesso) num mesmo objeto de pesquisa através da experimentação, reflexão e apropriação de material durante o processo de criação. Com estes dois guiões tenciona-se permitir uma abordagem dramatúrgica da criação que possibilite, através do acaso proporcionado pela regulação métrica do tempo de ação, abrir novos percursos no processo de escrita e desenvolvimento de um objeto literário para plataformas várias de apresentação (um livro, um espetáculo, uma parede). Pretende-se com este módulo promover o contato e o contágio entre diferentes formas artísticas e diferentes artistas num ambiente de máxima liberdade criativa e intensa colaboração.
Duração total 17h00
24 a 26 de Março
RESIDÊNCIA DE ESCRITA
Experiências dramatúrgicas tem como principal objetivo a criação, experimentação e difusão de textos para cena através de um núcleo de dramaturgos, encenadores e atores nacionais e internacionais, em residência de escrita de 3 dias. A experiência conjunta, em tempo real, do ato de criação, contribui para muscular e potenciar o trabalho individual de cada um dos criadores envolvidos. Em Residência Nuno M Cardoso, Ana Moreira, Marta Freitas, Jorge Palinhos, Jorge Louraço Figueira, Fernando Giestas, Vanesa Sotelo.
Parceria Mundo Razoável / Projeto Experiências dramatúrgicas
25 a 27 de Março
ESCOLA DO ESPETADOR EMANCIPADO
O Festival END convidou alunos de todo o país a envolver-se e a assistir às atividades do programa. A Escola do Espetador emancipado apresenta-se como uma escola informal, de formatos plurais, que pretende proporcionar aos seus alunos um diálogo em contexto prático na área da dramaturgia contemporânea promovendo o encontro direto entre quem costuma escrever e quem costuma ver, aprender, fazer.
40 participantes (alunos e professores) // Academia Contemporânea do Espectáculo (Porto), Colégio de São Teotónio (Coimbra), Escola Profissional Balleteatro (Porto), ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (Porto), ESEC – Escola Superior de Educação de Coimbra, ESTC – Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa), ESTAL – Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa, Universidade de Aveiro, Universidade de Coimbra, Universidade de Évora, Universidade de Lisboa, Universidade do Minho.
25 de Março
ESCREVER PARA QUE PELE?
Com Joana Craveiro
O seminário Escrever para que pele? abre o espaço para uma reflexão em torno do trabalho de escrita de um dramaturgo, momento para conhecermos com mais detalhe o que move o seu gesto de escrita quando o elabora para a cena. Assim, Joana Craveiro, Rui Catalão e Patrícia Portela partilharão o que os preocupa, que pele vestem e para que peles escrevem, abordando a questão da intenção e do gesto estético e político, assim como os seus processos criativos.
Parceria Câmara Municipal de Coimbra
Casa da Escrita
Duração aprox. 3h00
25 de Março
SÓ HÁ UMA VIDA E NELA QUERO TER TEMPO PARA CONSTRUIR-ME E DESTRUIR-ME
De Pablo Fidalgo Direção de Cláudia Carvalho e Filipe de Góis
Num tempo em que tudo é rápido e em que não nos comprometemos, mesmo nas relações humanas, vivemos uma vida que julgamos ser a melhor. Agora a sério. Estaremos nós a viver a sério? Um grupo de adolescentes convoca-nos para um grande desafio – participar num encontro que é uma espécie de assembleia popular; que é uma espécie de espiar o mundo de cada um; que é uma espécie de voz sobre o nosso país. Para este grupo fazer teatro também pode ser veículo para uma revolução – a deles. “PANOS – palcos novos palavras novas” é um projeto da Culturgest em parceria com O Teatrão, que alia o teatro escolar/juvenil às novas dramaturgias, inspirando-se no programa Connections do National Theatre de Londres. Todos os anos há peças novas escritas propositadamente para serem representadas por grupos escolares ou de teatro juvenil. Produção d’O Teatrão no âmbito do Projeto PANOS – palcos novos palavras novas da Culturgest. O espetáculo Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me tem estreia marcada no dia 1 de Abril de 2015, na Oficina Municipal de Teatro – O Teatrão.
Oficina Municipal de Teatro
Duração aprox. 1h15
25 de Março
ARREDORES UM E DOIS E MEIO, UM TRÍPTICO INCOMPLETO
De Miguel Castro Caldas
Direção de Ricardo Correia
Miguel Castro Caldas apresenta um tríptico incompleto, dois textos escritos e um outro projeto de escrita que o autor irá partilhar com o público presente. Assim, Castro Caldas apresenta esta trilogia incompleta com os seguintes contornos: “cada peça começa a partir do final da precedente, mas segue um caminho diferente e autónomo, mesmo incompatível com o da peça anterior. No entanto, a situação é a mesma, as personagens são as mesmas. Interessou-me explorar a ideia da deslocação de centro. Por isso é que se chama arredores. Interessa-me pôr em causa as identidades”.
Auditório TAGV
Duração aprox. 1h30
25 de Março
DUETOS – 8 ASSALTOS
De Alfonso Vallejo
Encenação de João Paulo Janicas
O dramaturgo espanhol Alfonso Vallejo reúne em Duetos um conjunto de quadros para dois actores que, em tom muitas vezes desconcertante e bizarro, abordam problemas sociais da atualidade: o desemprego, a crise económica, a perda da dignidade e o suicídio, a violência. Duetos é uma peça em oito “assaltos” – oito quadros, oito (des)encontros –, cada um deles, um ataque, um contínuo de investidas: sobre o outro, sobre si próprio, sobre o mundo; cada um deles, no fundo, também, um reflexo de defesa, uma sucessão de réplicas, de contragolpes a outras tantas arremetidas e agressões. Como feridas abertas na face desfigurada de um mundo que se tornou selva e em que parecem não restar, para o outro e para si, senão os papéis de predador ou de presa. Os textos de Duetos apresentam-nos sucessivos combates – jogos de luta entre personagens de carne e osso num lugar que deixou de lhes ser familiar. Dentro daquelas personagens e ao fundo deste espaço há um mundo em crise, que se autodestrói, como uma tela que se esgaça ou uma parede que se esboroa. É um mundo que se tornou selva, em que parecem não restar, para o outro e para si, senão os papéis de predador ou de presa. Os oito assaltos de Duetos são oito encontros de desencontros. Em cada dueto, há personagens que se encontram. Mas esse encontro acontece não porque seja escolhido, ou desejado, ou querido, aqui e agora, mas porque é uma sobra de outras escolhas, uma deformação do desejo ou vontades dissolutas. São escombros de homens e mulheres e das suas relações, sequelas de desastres, feridas abertas na face desfigurada do mundo.
Teatro-Estúdio Bonifrates // Casa da Cultura
Duração aprox. 1h45
26 de Março
ESCREVER PARA QUE PELE?
Com Patrícia Portela
O seminário Escrever para que pele? abre o espaço para uma reflexão em torno do trabalho de escrita de um dramaturgo, momento para conhecermos com mais detalhe o que move o seu gesto de escrita quando o elabora para a cena. Assim, Joana Craveiro, Rui Catalão e Patrícia Portela partilharão o que os preocupa, que pele vestem e para que peles escrevem, abordando a questão da intenção e do gesto estético e político, assim como os seus processos criativos.
Casa da Escrita
Duração aprox. 3h
26 de Março
A DRAMATURGIA FORA DE SI
Moderação Ana Pais
Com os criadores Rogério Nuno Costa, Vera Mantero e Paula Caspão
A noção de dramaturgia como um modo operativo, para criar relações de sentido entre os materiais de um espetáculo, tem vindo a sedimentar-se nas práticas performativas contemporâneas. Ao evidenciar as suas valências de composição, negociação e conexão, esta noção problematiza o lugar e o estatuto do texto, quer no teatro quer na dança. Ana Pais e os seus convidados partilharão as suas experiências que desafiam antigas ortodoxias. Casa da Escrita
Duração aprox. 2h00
26 de Março
MULTIPLAYER
Sobre a memória
Direção de Marta Freitas
Com Ana Moreira, Cláudia Lucas Chéu, Fernando Giestas, Jorge Louraço Figueira, Jorge Palinhos e Vanesa Sotelo
Seguido de uma conversa com Serge Rangoni, Diretor Artístico do Thêatre de Liége (Bélgica) sobre o projeto europeu Corps de Textes/Liaisons
Depois de duas experiências piloto, de onde resultaram a escrita e edição de sete peças curtas, em 2014, o projecto Experiências Dramatúrgicas continua a concretizar a sua ideia em solidificar em Portugal uma rede informal de dramaturgos e de artistas interessados na escrita para palco, para se desafiarem mutuamente, em contexto de residência de escrita. Esta tem, como principal objetivo, a criação, experimentação e circulação de textos para cena através de um núcleo de dramaturgos, encenadores e actores nacionais e internacionais. A experiência conjunta, em tempo real, do ato de criação, contribui para muscular e potenciar o trabalho individual de cada um dos criadores envolvidos. Assim, Multiplayer torna-se o espaço visível para dar a conhecer textos originais escritos pelos dramaturgos em residência.
Criação e produção Mundo Razoável / Projeto Experiências Dramatúrgicas
Café Teatro TAGV
Duração aprox. 2h30
26 de Março
TERCEIRA VIA
De Rogério Nuno Costa
TERCEIRA VIA™ inicia o Ano Um (biénio 2014/15) do macro-projeto Universidade/Yliopisto, uma plataforma meta-educacional que acontece entre dois extremos da Europa: Portugal e Finlândia. A performance constrói-se a partir de uma síntese textual em jeito de programa de ação partidária, aglomerando todos os empreendimentos performativos que Rogério Nuno Costa tem vindo a escrever e a apresentar desde 2008, projetos onde a investigação meta-teatral, a contaminação por discursos oriundos da Ciência, da Tecnologia, da Cultura Pop e da Filosofia, e a autonomização/emancipação da dramaturgia em detrimento do objeto-espetáculo se verificam cada vez mais: Espectáculo de Teatro (2008), MASHUP (2009), Selecção Nacional (2010), Residência Artística (2012), Realpolitik (2012) e EURODANCE (2014). Para tal, ficcionaliza-se um partido político, um guru espiritual e uma ideia mais ou menos espetacular de comício, para se falar de uma terra prometida: geograficamente localizada no Norte “civilizado”, ela é o escape e a salvação pós-apocalíptica para o Fim das Grandes Narrativas Históricas. Ao mesmo tempo, ensaiam-se teorizações metafísicas disruptivas e fraturantes sobre o devir do Humano, através de uma alegoria pós-apocalítica sobre a Neutralidade enquanto operação est(ética), numa atitude politicamente demissionária e esteticamente distópica em relação à Europa em que vivemos.
Casa das Caldeiras
Duração aprox. 50 min
26 de Março
Canções i comentários
De Rui Catalão
Canções i comentários – Exmo. Sr. Blarmino é um ato de resgate cultural; um documentário cénico sobre a música de Blarmino, compositor e intérprete de Coimbra; uma narrativa sobre o seu talento e insucesso; um exercício de dramaturgia, de interpretação, escuta e encenação das suas canções, com suas histórias e anedotas; uma digressão pela memória recente de uma geração que nasceu depois do 25 de Abril e que parece cultivar o auto-apagamento; uma celebração musical coletiva. Através das canções e das histórias de Blarmino, músico e escritor de canções, Canções i comentários propõe fazer eco da voz, da palavra, da poesia, e do sentido histórico de uma geração inteira de jovens adultos sem ocupação aparente, sem emprego, que passou a sair à rua para expressar a urgência de encontrar uma presença ativa na sociedade, mas que parece perdida na reivindicação de um caminho, para além da fuga – ou para dentro de si mesma, ou para fora do país. Assim, as dramaturgias do texto e do espetáculo foram elaboradas tendo em conta os percursos musical e histórico que a figura de Blarmino condensa.
Auditório TAGV
Duração aprox. 1h30
27 de Março
ESCREVER PARA QUE PELE?
Com Rui Catalão
O seminário Escrever para que pele? abre o espaço para uma reflexão em torno do trabalho de escrita de um dramaturgo, momento para conhecermos com mais detalhe o que move o seu gesto de escrita quando o elabora para a cena. Assim, Joana Craveiro, Rui Catalão e Patrícia Portela partilharão o que os preocupa, que pele vestem e para que peles escrevem, abordando a questão da intenção e do gesto estético e político, assim como os seus processos criativos.
Casa da Escrita
Duração aprox. 3h00
27 de Março
PEREMPTÓRIO ERRO SEM DANO
De Sónia Baptista
Direção de Nuno M Cardoso
A leitura decorre no espaço da Exposição Kach twen-tee-too, de Pedro Tudela/Instalação de João Mendes Ribeiro
Patrícia Portela e Sónia Baptista foram desafiadas para um jogo invertido: escreverem um texto para cena, a partir da obra de Pedro Tudela, artista plástico, performer e cenógrafo, como forma de inverter o gesto clássico de escrita e encenação, que condiciona tradicionalmente o dispositivo cénico e cenográfico. Portela e Baptista estão assim perante o exercício contrário: escrever para o universo plástico e cenográfico de Tudela.
Galerias do Colégio das Artes
Duração aprox. 2h00
27 de Março
ENTRELINHAS
De Tiago Rodrigues
Cocriação e interpretação Tónan Quito
A primeira versão do texto Entrelinhas, uma forma breve que teve a sua leitura em 2010, interpretado por Albano Jerónimo e dirigido por Nuno M Cardoso, nos Encontros de Novas Dramaturgias Contemporâneas, que aconteceram no São Luiz Teatro Municipal. Assumiu posteriormente uma forma longa aquando da montagem, já em versão de espetáculo, por Tiago Rodrigues e Tónan Quito em Fevereiro de 2013 no mesmo teatro. Contudo, de 2010 até hoje, o texto preservou a sua essência: uma ficção frágil que mescla o real e a ficção, relatando o diálogo entre um autor (Tiago) e um ator (Tónan), quando aquele tinha que escrever um texto para este o poder interpretar no Teatro São Luiz mas, por motivos misteriosos, falhou todos os prazos. Foi então que uma série de acidentes, tão reais quanto literários, deu origem a Entrelinhas.
Café Teatro TAGV
Duração aprox. 1h15
27 de Março
QUIZOOLA!
De Forced Entertainment
Texto de Tim Etchells
Interpretação de Jorge Andrade, Pedro Penim e Vera Mantero
“Qual é a capital de Espanha? Porque é que as pessoas têm medo de morrer? O que é uma árvore? O John Wayne era mesmo valente? O teu louro é natural?” Quizoola!, em versão portuguesa, é um dos espetáculos mais emblemáticos da companhia inglesa Forced Entertainment, apresentado agora por Jorge Andrade (mala voadora), Pedro Penim (Teatro Praga) e Vera Mantero (O Rumo do Fumo), tendo sido apresentado por duas vezes em Lisboa (Festival Danças na Cidade, em 2002, e no Teatro Maria Matos, em 2011). Esta é uma performance de longa duração baseada num texto de Tim Etchells com 2000 perguntas. Durante seis horas, três actores com maquilhagem de palhaço esborratada vão-se revezando na escolha de perguntas e improvisando respostas em palco. À medida que novas perguntas são lançadas e novas respostas inventadas, o ambiente vai-se alterando imprevisivelmente, num divertido jogo entre os atores e o público e entre a realidade e a imaginação. O público poderá chegar, partir e voltar em qualquer momento da apresentação.
Auditório TAGV
Duração aprox. 6h00
Ficha Técnica
Direção Artística Mickael de Oliveira
Produção Colectivo 84
Coprodução e organização TAGV
Design de comunicação Pedro Góis
Foto A partir da fotografia de Bruno Simão [espetáculo Pocilga, P. P. Pasolini, encenação de John Romão]
Apoio DGArtes
Parcerias Café Teatro TAGV, Câmara Municipal de Coimbra, Casa da Escrita, Casa da Esquina, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Colégio das Artes, Cooperativa Bonifrates, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra / Casa das Caldeiras, Hotel Almedina, O Teatrão – Projeto PANOS (palcos novos palavras novas) da Culturgest, Restaurante Clube de Memórias, Sodicentro, TEUC, Universidade de Coimbra. Organização Reitoria da Universidade de Coimbra, TAGV
Informações Adicionais
Festival END e os seus formatos: Oficina e Residência de Escrita, Seminários, Debates, Leituras & Conversas, Espetáculos, Performance.
Festival END e os seus autores: Tiago Rodrigues, dramaturgo
residente do TAGV no período 2011-2013 e a atual dramaturga residente Patrícia
Portela, Cláudia Lucas Chéu, Fernando Giestas, Joana Craveiro, Jorge Louraço
Figueira, Jorge Palinhos, Miguel Castro Caldas, Rui Catalão, Sónia Baptista,
Rogério Nuno Costa, Marta Freitas, Vera Mantero, Ana Moreira, Ana Pais, Cláudia
Carvalho, Filipe Góis, João Paulo Janicas, Jorge Andrade, Nuno M Cardoso, Pedro
Penim, Pedro Tudela, Ricardo Correia e Tónan Quito, entre outros.