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VANDELLI, Domingos (1735-1816)

Professor da Faculdade de Filosofia

Naturalidade – Pádua (Itália), 8.7.1735 - Lisboa, 27.6.1816.

Filiação - Dr. Girolamo Vandelli e Francesca Stringa.

Cadeiras - Química (1772-1791), lente; História Natural (1772-1791), lente.

Jubilação - Por Carta Régia de 25.2.1791.

Cargos – Director do Laboratório Químico (1772); Decano e Director da Faculdade de Filosofia (1777).

Publicações - Vários artigos nas Memórias da Academia Real das Ciências e inúmeros trabalhos científicos, contando-se entre eles: Epistola de sensibilitate pericranii, periosti, medullae, durae meningis, corneae et tendinum (Pádua, 1756); Epistola secunda et tertia de sensitivitate Halleriana (Pádua, 1758); Dissertationes tres: I. De Aponi Thermis. II, De nonnullis insectis terrestribus zoophytis murinis. III. De vermium terrae reproductione, atque taenia canis (Pádua, 1758); Dissertatio de arbore Draconis, seu Dracoena, Accessit dissertatio de studio Historiae Naturalis necessario in Medicina, Oeconomia, Agricultura, Artibus et Commercio (Lisboa, 1768); Fasciculus plantarurn cum novis generibus ei speciebus (Lisboa, 1771); Dicionário dos termos técnicos de História Natural extraídos das obras de Lineu, com sua explicação e estampas abertas em cobre, para facilitar a inteligência dos mesmos (Coimbra, 1788).

Observações - Domenico Vandelli de seu nome, era conhecido pela versão portuguesa do seu nome de baptismo. Doutor em Filosofia pela Universidade de Pádua, na qual seu pai era professor. Incorporado na Universidade de Coimbra como Doutor em Filosofia (9.10.1772) e Medicina (12.10.1772). Deputado da Real Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação. Dirigiu os primeiros trabalhos para a criação do Jardim Botânico da Ajuda, de que foi o primeiro director (1787-1788), Fundou uma fábrica de faiança em Coimbra. Era membro da Maçonaria. Foi deportado para a Ilha Terceira em 1810, por suspeitas de simpatizar com os franceses; conseguiu depois ir para Inglaterra, graças à Royal Society de Londres, de onde voltou para Portugal em 1815, já no final da vida. Cavaleiro da Ordem de Cristo. Sócio da Academia Real das Ciências, e das Academias das Ciências de Florença, Pádua, Lusácia (Lausitz) e Uppsala.

Nota: O excerto apresentado foi retirado da obra Memoria Professorum Universitatis Conimbrigensis, com a autorização do Prof. Doutor Augusto Rodrigues, editor literário.

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