Publicações
A STYLO – Revista de Estudos Artísticos nasce de uma vontade antiga surgida no seio do Laboratório de Investigação e Práticas Artísticas (LIPA) e que encontra a sua concretização em 2022: um lugar de encontro, partilha e divulgação da prática artística, investigativa e crítica dos alunos e alumni do curso de Estudos Artísticos da Universidade de Coimbra nas suas três vertentes – Estudos Fílmicos, Musicais e Teatrais, e acolhendo ainda propostas de outros cursos e ramos do conhecimento do universo UC que dialoguem com o foco da revista. Mais informações sobre a revista podem ser consultadas aqui.
A coleção Dramaturgia da Imprensa da Universidade de Coimbra (IUC) acolhe alguns dos textos para teatro associados às atividades desenvolvidas no âmbito do TAGV/LIPA. Com esta coleção a IUC pretende contribuir para a afirmação de novos autores e promover a escrita para teatro em Portugal. O catálogo integral pode ser consultado no sítio da Imprensa da Universidade de Coimbra. Mais informações sobre a coleção podem ser consultadas aqui.
O lugar da criação artística, do espaço público revisitado, da estética urbana. O espaço certo para saborear os grandes tesouros do património construído e intangível da instituição que estamos a construir desde 1290. Uma coleção em que mãos experientes e sensibilidades apuradas nos recordam que “não basta olhar, é preciso ver”! Conheça os títulos da Coleção Olhares.
Com a coleção Réplica, o LIPA publica em suporte PDF ensaios em pequeno formato, no domínio das artes performativas. A coleção explora criticamente a troca de enunciados que caracteriza a réplica enquanto figura teatral, marcada pelo encadeamento de vozes e argumentos, no tempo de um diálogo que se pretende participado e atento à contemporaneidade.
Em tempos de ecocídio, genocídio, extracção maciça de recursos e destruição sem sentido, demos por nós a agir como as formigas. Quisemos fazê-lo assim. Experimentá-lo. Agir colectivamente ainda que, aparentemente, cada um de nós estivesse a fazê-lo individualmente, no seu campo de acção. Como nas sociedades de formigas, em que cada formiga depende do trabalho de outras formigas, desejámos que do encontro destes nossos olhares diversificados (o de cada um de nós) — sobre a sustentabilidade, a justiça ambiental, a justiça social, a ecocrítica, a ecodramaturgia, e outras coisas que se vão desdobrando em ainda outras coisas —, pudesse resultar um olhar mais complexo, mais profundo, talvez até divergente. Uma espécie de eco–coiso–punk–zine — uma eco-fanzine (porque não?), construída em processo cooperativo.
Aceda aqui às publicações da coleção Ecozine.